Notícias mais recentes

O Hubble localiza um enorme buraco negro errante

À espreita a 600 milhões de anos-luz de distância, nas profundezas escuras entre as estrelas, encontra-se um monstro invisível que engole qualquer estrela que se desloque na sua direção. O buraco negro traiçoeiro revelou a sua presença num evento de perturbação de marés (com a sigla inglesa "TDE", "tidal disruption event") recentemente identificado, em que uma estrela infeliz foi despedaçada e engolida por uma espetacular explosão de radiação.

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Webb levanta o véu a um tipo de exoplaneta comum mas misterioso

Embora não orbitem em torno do nosso Sol, os sub-Neptunos são o tipo mais comum de exoplanetas - ou planeta para lá do nosso Sistema Solar - observados na nossa Galáxia. Estes planetas gasosos mais pequenos que os nossos gigantes estão envoltos em mistério... e muitas vezes, em muita neblina. Agora, ao observar o exoplaneta TOI-421 b, o Telescópio Espacial James Webb da NASA está a ajudar os cientistas a compreender os sub-Neptunos de uma forma que não era possível antes do lançamento do telescópio.

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Desvendando os segredos do nascimento de estrelas massivas

Usando o VLA (Very Large Array), os astrónomos revelaram pela primeira vez o enorme fluxo de gás perto de uma estrela massiva, em formação, que permite o seu rápido crescimento. Ao observar a jovem estrela HW2 em Cefeu A, localizada a 2300 anos-luz da Terra, os investigadores resolveram a estrutura e a dinâmica de um disco de acreção que alimenta esta estrela massiva com material.

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Telescópio espacial SPHEREx começou a captar todo o céu

Lançado a 11 de março, o observatório espacial SPHEREx da NASA passou as últimas seis semanas a ser submetido a verificações, calibrações e outras atividades para garantir que está a funcionar devidamente. Agora está a mapear todo o céu - e não apenas uma grande parte dele - para determinar as posições de centenas de milhões de galáxias em 3D e responder a algumas grandes questões sobre o Universo.

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Gaia deteta uma estranha família de estrelas “desesperadas por sair de casa”

As estrelas da Via Láctea tendem a formar-se em famílias, com estrelas semelhantes a nascerem mais ou menos no mesmo sítio e mais ou menos na mesma altura. Mais tarde, estas estrelas, quando estão prontas para "sair do ninho", afastam-se do seu local de nascimento. Enquanto os grupos mais pequenos se podem dissipar completamente, as irmãs de famílias maiores movem-se normalmente de forma semelhante e viajam em grande parte juntas.

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