Notícias mais recentes

Sem colisão, não há vida: a Terra provavelmente precisou de “mantimentos” do espaço

Após a formação do Sistema Solar, foram necessários, no máximo, três milhões de anos para que a composição química do precursor da Terra ficasse completa. Porém, nessa altura, quase não existiam no jovem planeta elementos necessários à vida, como a água ou compostos de carbono. Só uma colisão planetária posterior terá trazido água para a Terra, abrindo caminho para a vida.

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Juno deteta a última assinatura auroral das quatro maiores luas de Júpiter

Júpiter possui as auroras mais brilhantes e espetaculares do Sistema Solar. Perto dos seus polos, estas luzes cintilantes oferecem um vislumbre da forma como o planeta interage com o vento solar e com as luas "varridas" pelo campo magnético de Júpiter. Ao contrário das auroras da Terra, as maiores luas de Júpiter criam as suas próprias assinaturas aurorais na atmosfera do planeta - um fenómeno que a Lua da Terra não produz.

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Um massivo sistema estelar binário na Via Láctea

Uma equipa de astrónomos analisou com a maior precisão possível um dos pares de estrelas mais massivos da nossa Galáxia, conhecido como NGC 3603-A1. Utilizando dados de arquivo não publicados do Telescópio Espacial Hubble e novas observações, efetuadas com precisão, a equipa mediu as propriedades deste extraordinário sistema com um nível nunca antes alcançado.

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Webb investiga o complexo coração de uma borboleta cósmica

O Telescópio Espacial James Webb da NASA/ESA/CSA revelou novos pormenores do núcleo da Nebulosa Borboleta, NGC 6302. Desde o toro denso e poeirento que rodeia a estrela escondida no centro da nebulosa até aos seus jatos, as observações do Webb revelam muitas novas descobertas que pintam um retrato nunca antes visto de uma nebulosa planetária dinâmica e estruturada.

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Mapeando manchas estelares com o Kepler e com o TESS

Os cientistas desenvolveram um novo método para mapear as manchas de estrelas distantes, utilizando observações de planetas em órbita que cruzam a face das suas estrelas. O modelo baseia-se numa técnica que os investigadores utilizam há décadas para estudar as manchas estelares.

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