Após a formação do Sistema Solar, foram necessários, no máximo, três milhões de anos para que a composição química do precursor da Terra ficasse completa. Porém, nessa altura, quase não existiam no jovem planeta elementos necessários à vida, como a água ou compostos de carbono. Só uma colisão planetária posterior terá trazido água para a Terra, abrindo caminho para a vida.
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Dados da sonda New Horizons sugerem que azoto líquido poderá ter fluído recentemente à superfície de…
Uma corrente cósmica de gás alimenta GW Orionis
Observações do radiotelescópio ALMA revelaram um enorme fluxo de gás, com cerca de 0,2 anos-luz, a a…
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Rara explosão estelar permite aos astrónomos assistir em primeira fila à morte de uma estrela massiva
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Erupções solares são 6 vezes mais quentes do que se pensava
Uma nova investigação propôs que as partículas das erupções solares são 6,5 vezes mais quentes do que se pensava e forneceu uma solução inesperada para um mistério com 50 anos sobre a nossa estrela mais próxima.
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Ler Mais »As estrelas massivas preferem viver em pares mesmo em galáxias com baixa metalicidade
Estrelas massivas em galáxias pobres em metais têm frequentemente parceiras próximas, tal como as estrelas massivas da nossa Via Láctea, rica em metais. Os astrónomos utilizaram o VLT (Very Large Telescope) no Chile para monitorizar a velocidade de estrelas massivas na Pequena Nuvem de Magalhães.
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Foram detetados, nas profundezas do planeta Marte, o que parecem ser fragmentos de impactos massivos no planeta, ocorridos há 4,5 mil milhões de anos. A descoberta foi feita graças ao módulo InSight da NASA, já aposentado, que registou os achados antes do fim da missão em 2022.
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CCVAlg – Astronomia Centro Ciência Viva do Algarve – Astronomia


























