Buracos negros

Os buracos negros são objetos tão massivos e compactos que nem a luz lhes escapa. Notícias sobre o monstro central da Via Láctea, quasares distantes e buracos negros de massa estelar.

Telescópio James Webb observa o nascimento de uma galáxia gigante e um buraco negro supermassivo

O Telescópio Espacial James Webb observou um grupo compacto de pelo menos seis galáxias, visto quando o Universo tinha apenas 1,5 mil milhões de anos, em processo de fusão para formar uma única galáxia gigante. No centro desta estrutura cresce um buraco negro supermassivo, oferecendo uma rara visão simultânea da formação de ambos.

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Webb encontra as evidências mais fortes até à data da existência de uma “estrela-buraco negro”

Utilizando o Telescópio James Webb e lentes gravitacionais, astrónomos obtiveram o espetro mais detalhado de um Pequeno ponto Vermelho, GLIMPSE-17775. Os dados fornecem a evidência mais forte até à data de que estes objetos misteriosos do início do Universo são buracos negros supermassivos envoltos num denso casulo de gás.

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Astrónomos descobrem o quasar cintilante mais antigo conhecido

Astrónomos do MIT descobriram o quasar cintilante mais antigo alguma vez observado, cuja luz nos chega de apenas 850 milhões de anos após o Big Bang. As variações de brilho permitiram concluir que o disco de acreção em torno do seu buraco negro supermassivo já era surpreendentemente plano e estável, semelhante ao de quasares modernos. A descoberta desafia as teorias sobre a rapidez com que estes gigantes cósmicos se formaram e amadureceram no Universo primordial.

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ALMA finalmente apanha o buraco negro da Via Láctea a “respirar”

Astrónomos utilizaram o observatório ALMA para obter o mapa mais detalhado de sempre do gás frio em torno de Sagitário A*, o buraco negro supermassivo no centro da Via Láctea. Descobriram finalmente evidências diretas de um vento quente emitido pelo buraco negro, que escavou uma enorme cavidade cónica no gás circundante. A descoberta resolve um mistério com mais de 50 anos e mostra como mesmo um buraco negro relativamente calmo continua a influenciar o ambiente à sua volta.

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Telescópio Webb mede, pela primeira vez, a massa de um buraco negro inativo no início do Universo

Graças ao Telescópio Espacial James Webb e ao efeito de lente gravitacional, os astrónomos mediram, pela primeira vez, a massa de um buraco negro supermassivo inativo no Universo primitivo. Com cerca de seis mil milhões de massas solares e situado a mais de 10 mil milhões de anos-luz, este objeto fornece novas pistas sobre a formação e evolução conjunta das galáxias e dos seus buracos negros.

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Webb revela um buraco negro que se formou antes da sua galáxia

Observações do telescópio James Webb revelaram um buraco negro supermassivo extremamente antigo que parece ter começado a formar-se antes da maior parte da sua galáxia hospedeira. A descoberta desafia os modelos tradicionais, que assumem que galáxias e buracos negros crescem em conjunto, e poderá alterar a compreensão da evolução do Universo primitivo.

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GWTC-5.0 – o catálogo atualizado da LVK estabelece novos recordes na astronomia de ondas gravitacionais

A colaboração internacional LIGO-Virgo-KAGRA publicou o catálogo GWTC-5.0, adicionando 161 novos eventos de ondas gravitacionais e elevando o total para 390 deteções. Entre os destaques estão o sinal mais nítido já registado, a localização mais precisa de uma fonte e fortes indícios de buracos negros "de segunda geração", formados por fusões anteriores.

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As ondas gravitacionais revelam os segredos dos maiores buracos negros

Um estudo liderado pela Universidade de Cardiff sugere que os maiores buracos negros do Universo não nascem diretamente de estrelas em colapso, mas resultam de fusões sucessivas em enxames estelares extremamente densos. Dados de ondas gravitacionais revelam uma população distinta de buracos negros massivos com rotações caóticas, compatíveis com estas colisões violentas.

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Chandra e Webb “ligam” os pequenos pontos vermelhos

Os astrónomos combinaram dados dos telescópios espaciais Chandra e James Webb para estudar os misteriosos "pequenos pontos vermelhos", objetos muito distantes no Universo primitivo. A deteção de raios X num deles, o que não acontece nos outros, sugere que são buracos negros supermassivos em crescimento, numa fase inicial envolta em gás denso.

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Um núcleo galáctico ativo cujo brilho está a desvanecer a um ritmo extraordinariamente elevado

Os astrónomos observaram uma galáxia distante cujo núcleo ativo (buraco negro supermassivo) diminuiu drasticamente o seu brilho, cerca de 50 vezes, indicando uma rápida redução no fluxo de matéria que o alimenta. Este “desligar” raro ajuda a compreender como estes núcleos evoluem e podem tornar-se inativos.

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