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A estrela mais rápida da Via Láctea orbita tão perto do nosso buraco negro supermassivo que sente a sua rotação

Astrónomos descobriram a estrela S301, a mais rápida conhecida na Via Láctea, orbitando o buraco negro supermassivo Sagitário A*. A estrela atinge cerca de 25.000 km/s e aproxima-se a apenas 1,78 mil milhões de quilómetros do buraco negro. A sua órbita poderá permitir medir, pela primeira vez, a rotação de Sagitário A* e testar a relatividade geral.

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Os ingredientes para a formação planetária surgiram muito mais cedo do que se pensava

Um novo estudo da Universidade de Portsmouth sugere que os ingredientes para formar planetas rochosos já existiam apenas 100 milhões de anos após o Big Bang. Supernovas das primeiras estrelas espalharam carbono, oxigénio, ferro e outros elementos, permitindo formar discos ricos em material sólido e água - e, potencialmente, mundos habitáveis - muito mais cedo do que se pensava.

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Webb revela a existência de poeira e água no ambiente extremo em torno do buraco negro central da Via Láctea

O telescópio James Webb descobriu poeira rica em silicatos e, pela primeira vez, água em torno da estrela evoluída IRS 3, situada a apenas 0,55 anos-luz de Sagitário A*. A descoberta mostra que, mesmo tão perto do buraco negro supermassivo central da Via Láctea, estrelas moribundas conseguem produzir e libertar material essencial à formação de futuras estrelas e planetas.

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Pela primeira vez, foram descobertos três buracos negros supermassivos numa única galáxia

Pela primeira vez, graças ao telescópio James Webb, foram detetados três buracos negros supermassivos ativos numa única galáxia, J0148-4214, observada apenas 1,2 mil milhões de anos após o Big Bang. Dois encontram-se no centro, separados por 620 anos-luz, enquanto o terceiro está mais afastado. A descoberta sugere que fusões galácticas ajudaram a acelerar o crescimento dos primeiros buracos negros supermassivos.

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Sonda New Horizons encontra indícios de líquido recente na superfície de Plutão

Dados da sonda New Horizons sugerem que azoto líquido poderá ter fluído recentemente à superfície de Plutão. Fendas no glaciar Sputnik Planitia apresentam marcas semelhantes às deixadas por líquidos em glaciares terrestres. Modelos indicam que azoto derretido no interior do glaciar pode subir por canais e escorrer à superfície, revelando uma atividade geológica inesperada.

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Uma corrente cósmica de gás alimenta GW Orionis

Observações do radiotelescópio ALMA revelaram um enorme fluxo de gás, com cerca de 0,2 anos-luz, a alimentar o jovem sistema estelar triplo GW Orionis. O fluxo parece estar a inclinar o disco onde se formam os planetas, mostrando que estes sistemas podem ser moldados por correntes turbulentas de matéria e não evoluir de forma ordenada.

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