Notícias mais recentes

Detetadas variações de temperatura no exoplaneta WASP-121 b

Com o Telescópio James Webb, astrónomos detetaram variações atmosféricas acentuadas entre o lado da manhã e o da noite no exoplaneta ultraquente WASP-121 b. Ventos fortes transportam calor para a zona do anoitecer, expandindo a atmosfera e destruindo moléculas de água devido às temperaturas extremas.

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Astrónomos descobrem o quasar cintilante mais antigo conhecido

Astrónomos do MIT descobriram o quasar cintilante mais antigo alguma vez observado, cuja luz nos chega de apenas 850 milhões de anos após o Big Bang. As variações de brilho permitiram concluir que o disco de acreção em torno do seu buraco negro supermassivo já era surpreendentemente plano e estável, semelhante ao de quasares modernos. A descoberta desafia as teorias sobre a rapidez com que estes gigantes cósmicos se formaram e amadureceram no Universo primordial.

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ALMA finalmente apanha o buraco negro da Via Láctea a “respirar”

Astrónomos utilizaram o observatório ALMA para obter o mapa mais detalhado de sempre do gás frio em torno de Sagitário A*, o buraco negro supermassivo no centro da Via Láctea. Descobriram finalmente evidências diretas de um vento quente emitido pelo buraco negro, que escavou uma enorme cavidade cónica no gás circundante. A descoberta resolve um mistério com mais de 50 anos e mostra como mesmo um buraco negro relativamente calmo continua a influenciar o ambiente à sua volta.

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Telescópio Webb mede, pela primeira vez, a massa de um buraco negro inativo no início do Universo

Graças ao Telescópio Espacial James Webb e ao efeito de lente gravitacional, os astrónomos mediram, pela primeira vez, a massa de um buraco negro supermassivo inativo no Universo primitivo. Com cerca de seis mil milhões de massas solares e situado a mais de 10 mil milhões de anos-luz, este objeto fornece novas pistas sobre a formação e evolução conjunta das galáxias e dos seus buracos negros.

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Uma nova forma como a Terra poderá ter recebido os elementos necessários à vida

Cientistas descobriram que a Terra poderá ter recebido os elementos essenciais para a vida - como fósforo e azoto - principalmente do Sistema Solar interior, e não de regiões mais distantes, como se pensava. O estudo sugere ainda que a formação e a migração de Júpiter ajudou a distribuir esses ingredientes pelo jovem Sistema Solar, contribuindo para tornar a Terra habitável.

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Ventos estranhos fornecem as pistas mais convincentes obtidas até à data de atividade magnética em exoplanetas

Astrónomos usaram o Very Large Telescope do ESO para medir ventos em sete exoplanetas gigantes extremamente quentes. Descobriram que, ao contrário do esperado, os planetas mais quentes apresentam ventos mais lentos, o que sugere a presença de fortes campos magnéticos. Trata-se da evidência mais convincente até agora de atividade magnética em exoplanetas, um fator importante para compreender a sua atmosfera e potencial habitabilidade.

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Cientistas surpreendidos por descobrir uma “lacuna” de luminosidade num antigo enxame globular

Cientistas do STScI (Space Telescope Science Institute) descobriram, pela primeira vez, uma "lacuna" de brilho entre anãs vermelhas num enxame globular muito antigo, usando dados do telescópio espacial Euclid. Esta lacuna, já observada em estrelas próximas pela missão Gaia, fornece pistas sobre processos que ocorrem no interior das estrelas e ajuda a testar modelos da sua evolução.

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Vizinha galáctica revela fortes sinais de perturbação e expansão

Mais de uma década de observações de milhões de estrelas na Pequena Nuvem de Magalhães levou à descoberta que a galáxia está a expandir-se e a ser fortemente deformada pela interação gravitacional com a Grande Nuvem de Magalhães. Em vez de girar de forma estável, as estrelas movem-se para o exterior, revelando uma galáxia em plena perturbação dinâmica e preservando vestígios de encontros ocorridos há milhares de milhões de anos.

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