Cientistas da NASA usaram dados do rover Curiosity para analisar cristais de hematite em 20 amostras de rocha marciana. As diferenças no tamanho desses cristais indicam que água subterrânea quente poderá ter persistido durante milhões de anos, sugerindo que algumas regiões de Marte permaneceram potencialmente habitáveis muito depois de o planeta ter começado a arrefecer e secar.
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O Telescópio Espacial James Webb estudou um raro sistema onde um planeta sobreviveu à morte da sua e…
“Super-Terra” próxima pode ser uma candidata à vida mais promissora do que se pensava
Novas observações mostram que o exoplaneta GJ 3378 b tem apenas 2,3 vezes a massa da Terra, e não ci…
Descoberta outra galáxia ténue nas proximidades de Andrómeda
Astrónomos descobriram Andromeda XXXVI, uma das galáxias satélite mais ténues alguma vez encontradas…
Missão TESS descobre sistema planetário por via que lhe é inédita
Pela primeira vez, a missão TESS da NASA descobriu um planeta através de microlentes gravitacionais,…
Chandra e XMM-Newton revêem distância até aos braços espirais exteriores da Via Láctea
Os telescópios espaciais de raios X, XMM-Newton da ESA, e Chandra da NASA, mapearam os braços espira…
Ação! Observatório Vera C. Rubin começa a captar o maior filme cósmico de sempre
O Observatório Vera C. Rubin deu início ao seu grande levantamento do céu, um projeto de 10 anos que…
Missão TESS revela os planetas mais “inchados” já descobertos
A missão TESS da NASA descobriu os dois exoplanetas mais “fofos” alguma vez observados: TOI-791 b e …
As órbitas dos cometas de longo período refletem a passagem próxima da estrela HD 7977
Um novo estudo sugere que a passagem da estrela HD 7977, há cerca de 2,5 milhões de anos, perturbou …
Telescópio James Webb observa o nascimento de uma galáxia gigante e um buraco negro supermassivo
O Telescópio Espacial James Webb observou um grupo compacto de pelo menos seis galáxias, visto quand…
Euclid capta o coração repleto de estrelas da Via Láctea
A maior e mais detalhada fotografia alguma vez tirada do centro da nossa Galáxia, a Via Láctea, foi …
Hubble mostra como uma galáxia primitiva está a transformar a sua vizinhança
Astrónomos usaram o Telescópio Espacial Hubble para observar a galáxia MXDFz4.4, vista apenas 1,4 mi…
GTC descobre a “impressão digital química” das primeiras estrelas do Universo numa galáxia vizinha
O Gran Telescopio de Canarias detetou, na galáxia relíquia NGC 1277, possíveis traços químicos das p…
Lucy revela um asteroide em forma de amendoim que oscila como um pião instável
A sonda Lucy da NASA revelou que o asteroide Donaldjohanson tem a forma de um amendoim e gira de for…
O famoso “Planeta Rosa” esconde uma surpresa salgada
O Telescópio Webb analisou o famoso exoplaneta GJ 504 b, conhecido como "Planeta Rosa", e descobriu …
Não há duas sem três: descoberta outra galáxia sem matéria escura
Astrónomos da Universidade de Yale descobriram uma terceira galáxia praticamente sem matéria escura,…
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Anãs vermelhas detetadas a “engolir” planetas semelhantes à Terra
Foram encontrados fortes indícios de que algumas estrelas anãs vermelhas "engolem" planetas rochosos semelhantes à Terra durante a formação dos seus sistemas. A pista foi a presença anormal de lítio em seis estrelas, um elemento que deveria ter sido destruído no seu interior. Os dados sugerem que estas estrelas absorveram entre três e dez massas terrestres de material planetário.
Ler Mais »“Pesando” planetas recém-formados através das suas “impressões digitais” de poeira
Astrónomos da Universidade de Warwick desenvolveram um método para estimar a massa de planetas recém-formados através dos anéis de poeira que os rodeiam. Ao analisar a posição e o brilho desses anéis, conseguem inferir a presença e o tamanho de planetas ainda invisíveis aos telescópios, abrindo novas possibilidades para estudar a formação de sistemas planetários.
Ler Mais »Webb revela um buraco negro que se formou antes da sua galáxia
Observações do telescópio James Webb revelaram um buraco negro supermassivo extremamente antigo que parece ter começado a formar-se antes da maior parte da sua galáxia hospedeira. A descoberta desafia os modelos tradicionais, que assumem que galáxias e buracos negros crescem em conjunto, e poderá alterar a compreensão da evolução do Universo primitivo.
Ler Mais »Apenas 1,2 mil milhões de anos após o Big Bang, as galáxias já eram moldadas pelo local onde se encontravam
Astrónomos descobriram que, apenas 1,2 mil milhões de anos após o Big Bang, as galáxias já eram fortemente influenciadas pelo ambiente à sua volta. Observações do telescópio Subaru mostram que galáxias em regiões densas evoluíam de forma diferente das mais isoladas, indicando que a "ecologia" cósmica começou muito cedo na história do Universo.
Ler Mais »GWTC-5.0 – o catálogo atualizado da LVK estabelece novos recordes na astronomia de ondas gravitacionais
A colaboração internacional LIGO-Virgo-KAGRA publicou o catálogo GWTC-5.0, adicionando 161 novos eventos de ondas gravitacionais e elevando o total para 390 deteções. Entre os destaques estão o sinal mais nítido já registado, a localização mais precisa de uma fonte e fortes indícios de buracos negros "de segunda geração", formados por fusões anteriores.
Ler Mais »A atmosfera de um planeta do tamanho de Saturno, mas com temperaturas moderadas, contém metano
O Telescópio James Webb foi utilizado para analisar, pela primeira vez e em detalhe, a atmosfera de TOI-199 b, um raro gigante gasoso do tamanho de Saturno mas com temperaturas relativamente moderadas, próximas das registadas nos locais mais quentes da Terra. Descobriram uma atmosfera rica em metano, com possíveis vestígios de amoníaco e dióxido de carbono, fornecendo pistas importantes sobre a formação e evolução de planetas gigantes.
Ler Mais »As origens de Nereida, a lua mais excêntrica de Neptuno
Observações do telescópio James Webb indicam que Nereida, uma das luas de Neptuno, não foi capturada da Cintura de Kuiper como se pensava. A sua composição sugere que se formou junto de Neptuno e que sobreviveu à captura de Tritão, sendo possivelmente a única lua original remanescente do sistema primitivo do planeta.
Ler Mais »Astrónomos “dissipam a neblina” das atmosferas de exoplanetas com um novo método de deteção de nuvens
Astrónomos da Universidade Johns Hopkins desenvolveram um novo método para detetar e separar o efeito das nuvens nas atmosferas de exoplanetas. Aplicado ao gigante gasoso WASP-94A b com o Telescópio James Webb, revelou um ciclo diário em que nuvens de silicatos se formam de manhã e desaparecem ao entardecer, permitindo medir com muito maior precisão a composição atmosférica do planeta.
Ler Mais »Identificados os exoplanetas com maior período orbital entre os que transitam estrelas jovens
Uma colaboração internacional de astrónomos descobriu dois exoplanetas gigantes em órbitas invulgarmente longas em torno da jovem estrela HD 114082, que tem apenas 15 milhões de anos. O mais interior demora cerca de 225 dias a completar uma órbita e o outro cerca de 314 dias.
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SETI@home: o mundo procurou ETs durante 21 anos; os cientistas focam-se agora em 100 sinais
Uma equipa da Universidade da Califórnia em Berkeley concluiu a análise dos dados do projeto SETI@home, que durante 21 anos usou computadores domésticos de voluntários espalhados por todo o mundo para procurar sinais de vida extraterrestre nos dados do radiotelescópio de Arecibo. Dos aproximadamente 12 mil milhões de sinais detetados, cerca de 100 foram identificados como candidatos interessantes, e estão agora a ser observados com o radiotelescópio FAST para possível confirmação.
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O Telescópio Espacial James Webb estudou um raro sistema onde um planeta sobreviveu à morte da sua estrela, agora uma anã branca. As observações revelam como o planeta resistiu à fase de gigante vermelha e como a sua órbita evoluiu. A descoberta oferece uma possível antevisão do destino do Sistema Solar dentro de milhares de milhões de anos.
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Um novo estudo sugere que a passagem da estrela HD 7977, há cerca de 2,5 milhões de anos, perturbou a Nuvem de Oort e desencadeou uma chuva de cometas de longo período que ainda hoje afeta o Sistema Solar. Se confirmado, o fenómeno poderá duplicar o número de cometas observados e obrigar a rever as estimativas da população da Nuvem de Oort.
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A primeira imagem do buraco negro supermassivo no centro da nossa Galáxia, a Via Láctea, traz a radioastronomia de volta ao seu local de nascimento celeste. O EHT (Event Horizon …
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Telescópio James Webb observa o nascimento de uma galáxia gigante e um buraco negro supermassivo
O Telescópio Espacial James Webb observou um grupo compacto de pelo menos seis galáxias, visto quando o Universo tinha apenas 1,5 mil milhões de anos, em processo de fusão para formar uma única galáxia gigante. No centro desta estrutura cresce um buraco negro supermassivo, oferecendo uma rara visão simultânea da formação de ambos.
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