Foi descoberto, por astrónomos do Caltech, um sistema raro de duas anãs castanhas íntimas, onde uma está a transferir matéria para a outra, criando um ponto quente brilhante. Observado pelo ZTF (Zwicky Transient Facility), o sistema varia de brilho a cada ~57 minutos. Este processo poderá levar à fusão das duas ou à ignição de uma delas, formando uma nova estrela.
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Fermi avista a fonte de energia das supernovas superluminosas
O Telescópio Espacial Fermi detetou raios gama provenientes de supernovas extremamente energéticas, …
Missão Psyche realiza com sucesso passagem por Marte, vai agora diretamente para asteroide rico em metais
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Astrónomos descobrem a galáxia quimicamente mais primitiva do Universo jovem
Utilizando o Telescópio James Webb e lentes gravitacionais, astrónomos caracterizaram LAP1-B, a galá…
Nuvem Interestelar Local deixa a sua marca na Terra
Os cientistas detetaram ferro-60, um isótopo radioativo proveniente de explosões estelares, em gelo …
O caçador de planetas da NASA, TESS, revela um céu noturno deslumbrante
A missão TESS da NASA divulgou o mapa mais completo do céu noturno alguma vez criado pela sonda, reu…
Este tranquilo enxame galáctico esconde um passado muito mais violento
Novas observações do observatório Chandra revelaram que o enxame de galáxias Abell 2029, antes consi…
Webb estuda galáxia primitiva que parece não girar
Astrónomos estudaram, com o telescópio James Webb, uma galáxia massiva do Universo primitivo que pra…
Astrónomos descobrem as origens de um par invulgar de planetas
Astrónomos do MIT estudaram o raro sistema TOI-1130, onde um "Júpiter quente" orbita juntamente com …
Voluntários duplicam a população conhecida de anãs castanhas
Voluntários do projeto de ciência cidadã Backyard Worlds: Planet 9 ajudaram a descobrir mais de 3000…
As ondas gravitacionais revelam os segredos dos maiores buracos negros
Um estudo liderado pela Universidade de Cardiff sugere que os maiores buracos negros do Universo não…
Astrónomos investigam a composição da superfície de uma super-Terra próxima
Observações do telescópio James Webb revelaram que o exoplaneta rochoso LHS 3844 b tem uma superfíci…
Este objeto do Sistema Solar exterior tem uma atmosfera, mas não deveria ter
Astrónomos japoneses descobriram indícios de uma atmosfera ténue em torno do objeto transneptuniano …
Eclipses estelares lançam luz sobre possíveis novos mundos
O satélite TESS foi utilizado para identificar 27 candidatos a exoplanetas em sistemas binários, ana…
As estrelas jovens perdem brilho nos raios X com uma rapidez surpreendente
Recorrendo ao observatório Chandra, astrónomos descobriram que estrelas jovens semelhantes ao Sol pe…
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O Hubble capta, inesperadamente, um cometa a fragmentar-se
O Telescópio Espacial Hubble captou, por acaso, o cometa C/2025 K1 (ATLAS) a desintegrar-se em vários fragmentos, apenas dias após a sua maior aproximação do Sol. Imagens obtidas ao longo de três dias mostram o núcleo a dividir-se e os pedaços a afastarem-se. Esta observação rara oferece uma visão inédita do interior e da fragilidade dos cometas de longo período.
Ler Mais »Investigadores revelam uma nova classe de planetas fundidos
Cientistas da Universidade de Oxford identificaram um novo tipo de exoplaneta, representado por L 98-59 d, com um oceano global de magma que armazena grandes quantidades de enxofre no interior. Observações do Telescópio Webb mostram uma atmosfera rica em gases sulfurosos e baixa densidade. Este mundo não se encaixa nas categorias conhecidas, sugerindo uma nova classe de planetas e maior diversidade cósmica.
Ler Mais »Bennu: resolvido um mistério da superfície acidentada do asteroide
A missão OSIRIS-REx revelou que o asteroide Bennu tem uma superfície muito mais rochosa e irregular do que o previsto. Análises das amostras mostraram que as rochas possuem redes extensas de fissuras internas, que facilitam a perda de calor. Estas fraturas, e não apenas a porosidade, explicam o comportamento térmico inesperado do asteroide, resolvendo um mistério que intrigava os cientistas há anos.
Ler Mais »O Sol não está sozinho – escapou do Centro Galáctico juntamente com as suas “gémeas”
Astrónomos analisaram milhares de “gémeas solares” - estrelas muito semelhantes ao Sol - usando dados do satélite Gaia. Descobriram que o Sol provavelmente nasceu muito mais perto do centro da Via Láctea e que esta população migrou para mais longe há cerca de 4 a 6 mil milhões de anos. A migração ajuda a explicar a evolução da estrutura em barra do centro da Galáxia.
Ler Mais »Os astrónomos recolheram evidências raras da colisão entre dois planetas
Astrónomos da Universidade de Washington encontraram evidências de uma colisão entre dois planetas num sistema estelar a cerca de 11.000 anos-luz de distância, em torno de uma estrela chamada Gaia20ehk. A pista surgiu quando o brilho da estrela começou a variar de forma invulgar. Os investigadores concluíram que uma nuvem quente de poeira e rocha, produzida pelo impacto, está a passar em frente da estrela e a bloquear parte da sua luz.
Ler Mais »Novo método revela uma expansão mais lenta na nossa vizinhança cósmica
Dois estudos analisaram o movimento de grupos próximos de galáxias, os grupos Centaurus A e M81, usando um novo método que combina a gravidade interna desses sistemas com o ritmo de expansão do Universo. Os resultados indicam que o Universo local pode estar a expandir-se mais lentamente do que as estimativas anteriores, aproximando as medições locais das observações do Universo primordial e ajudando a esclarecer a chamada "tensão de Hubble".
Ler Mais »ALMA deteta uma grande abundância de álcool no cometa interestelar 3I/ATLAS
Recorrendo ao ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array), os cientistas estudaram o cometa interestelar 3I/ATLAS, detetando quantidades invulgarmente altas de metanol na sua cabeleira. A proporção entre metanol e cianeto de hidrogénio é muito superior à observada em cometas do Sistema Solar, sugerindo que o objeto se formou sob condições químicas diferentes noutro sistema planetário e oferecendo uma rara “impressão digital” da sua origem.
Ler Mais »Astrónomos observam o nascimento de um magnetar numa supernova superluminosa
Astrónomos observaram pela primeira vez o nascimento de um magnetar, uma estrela de neutrões extremamente magnetizada e em rápida rotação, durante uma supernova superluminosa a cerca de mil milhões de anos-luz. O fenómeno confirma uma teoria proposta em 2010: a energia libertada por estes magnetares recém-formados alimenta algumas das explosões estelares mais brilhantes do Universo, produzindo padrões característicos na luz da supernova.
Ler Mais »Estranha explosão cósmica, causada pela colisão de galáxias, lança luz sobre elementos pesados
Foi identificada uma explosão cósmica invulgar, associada a galáxias em colisão, e localizada numa galáxia muito ténue dentro de um grupo de galáxias a cerca de 8,5 mil milhões de anos-luz. O fenómeno é provavelmente causado pela fusão de duas estrelas de neutrões, produzindo uma explosão de raios gama e criando elementos pesados como ouro e platina. Este eventou ajuda a compreender a origem destes elementos pesados no Universo.
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SETI@home: o mundo procurou ETs durante 21 anos; os cientistas focam-se agora em 100 sinais
Uma equipa da Universidade da Califórnia em Berkeley concluiu a análise dos dados do projeto SETI@home, que durante 21 anos usou computadores domésticos de voluntários espalhados por todo o mundo para procurar sinais de vida extraterrestre nos dados do radiotelescópio de Arecibo. Dos aproximadamente 12 mil milhões de sinais detetados, cerca de 100 foram identificados como candidatos interessantes, e estão agora a ser observados com o radiotelescópio FAST para possível confirmação.
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Observações ajudam a excluir quase por completo o impacto do asteroide 2024 YR4
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Utilizando a IA para traçar a evolução da ciência
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Uma colaboração internacional de astrónomos descobriu dois exoplanetas gigantes em órbitas invulgarmente longas em torno da jovem estrela HD 114082, que tem apenas 15 milhões de anos. O mais interior demora cerca de 225 dias a completar uma órbita e o outro cerca de 314 dias.
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A sonda Psyche da NASA realizou com sucesso uma passagem rasante por Marte para ganhar velocidade e ajustar a sua trajetória rumo ao asteroide metálico Psique, entre Marte e Júpiter. Durante o "flyby", captou milhares de imagens de Marte e testou os seus instrumentos científicos antes da chegada ao asteroide, prevista para 2029.
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A primeira imagem do buraco negro supermassivo no centro da nossa Galáxia, a Via Láctea, traz a radioastronomia de volta ao seu local de nascimento celeste. O EHT (Event Horizon …
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Novo estudo diz que os processos não biológicos não explicam totalmente a matéria orgânica de Marte
Um estudo publicado na revista Astrobiology concluiu que os processos não biológicos conhecidos não explicam totalmente a abundância de substâncias orgânicas detetadas em amostras de rochas marcianas pelo rover Curiosity. Os investigadores combinaram dados, modelos e experiências em laboratório e consideram razoável a hipótese de que vida antiga possa ter contribuído para esses materiais orgânicos, embora sejam necessárias mais investigações.
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As ondas gravitacionais revelam os segredos dos maiores buracos negros
Um estudo liderado pela Universidade de Cardiff sugere que os maiores buracos negros do Universo não nascem diretamente de estrelas em colapso, mas resultam de fusões sucessivas em enxames estelares extremamente densos. Dados de ondas gravitacionais revelam uma população distinta de buracos negros massivos com rotações caóticas, compatíveis com estas colisões violentas.
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O Telescópio Espacial Fermi detetou raios gama provenientes de supernovas extremamente energéticas, ajudando a identificar a sua fonte de energia. Os dados indicam que estas explosões são alimentadas por magnetares - estrelas de neutrões com campos magnéticos intensíssimos - capazes de injetar enormes quantidades de energia no material expelido pela supernova.
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