Astrónomos observaram uma rara supernova durante as suas primeiras horas de evolução, obtendo uma visão sem precedentes dos instantes finais de uma estrela massiva. As observações revelam detalhes da violenta ejeção de matéria e da interação da onda de choque com o material em redor da estrela, ajudando a compreender melhor como estas explosões se iniciam e evoluem.
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Astrónomos observam uma estrela a devorar lentamente uma anã castanha, a 300 anos-luz de distância
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Cocktail cósmico: ALMA revela metanol exótico em torno de estrelas jovens
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MMX: a missão que vai trazer para a Terra pedaços de uma lua de Marte
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Descartada a existência de planetas gigantes num sistema binário próximo
Uma análise de um século de observações do sistema binário 70 Ophiuchi, a 16 anos-luz, não encontrou…
A primeira imagem completa de formação planetária em ação
Observações do radiotelescópio ALMA revelaram, pela primeira vez, o gás a interagir diretamente com …
Cientistas descobrem atmosfera no mundo de lava mais frio identificado até à data
Astrónomos encontraram indícios de uma atmosfera em HD 3167 b, uma super-Terra rochosa situada a 154…
Telescópio Webb descobre que as primeiras galáxias já estavam a espalhar elementos pesados pelo Universo
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Um exoplaneta “rebelde” que orbita na direção oposta à da sua estrela
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Resolvido um mistério acerca da formação do asteroide Bennu
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NASA monitoriza o peso da Terra, determina o centro de massa
A distribuição sazonal de água, gelo e ar faz oscilar o centro de massa da Terra em relação ao seu c…
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Mercúrio tem cinturas de radiação temporárias
Cientistas descobriram que Mercúrio possui cinturas de radiação temporárias, contrariando a ideia de que o vento solar impediria a sua formação. Estas cinturas surgem cerca de metade do tempo quando o planeta está mais afastado do Sol, mas tornam-se muito menos frequentes na aproximação ao periélio. A descoberta faz de Mercúrio um laboratório natural para estudar a dinâmica das cinturas de radiação em condições extremas.
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O telescópio espacial IXPE da NASA poderá ter obtido a primeira evidência direta da birrefringência do vácuo, um efeito previsto pela eletrodinâmica quântica há cerca de 90 anos. Ao observar a luz de raios X emitida pelo magnetar 1E 1547.0−5408, os cientistas detetaram sinais de que o intenso campo magnético altera as propriedades do próprio espaço vazio, confirmando uma das previsões mais extraordinárias da física moderna.
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Astrónomos descobriram que o asteroide (44) Nisa poderá ser o primeiro corpo conhecido com três lóbulos unidos, em vez dos habituais dois. As observações revelaram também uma pequena lua até agora desconhecida. Esta configuração invulgar oferece novas pistas sobre a formação e evolução dos asteroides do Sistema Solar.
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Os buracos negros são frequentemente retratados como glutões cósmicos que engolem tudo o que se aproxima demasiado. Mas novas observações de um surto dramático de um buraco negro sugerem que a realidade é muito mais complexa.
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Astrónomos obtiveram a evidência mais convincente de que Betelgeuse possui uma estrela companheira. Observações do Very Large Telescope do ESO revelaram diretamente este astro, procurado há cerca de um século para explicar as variações de brilho da supergigante vermelha. A descoberta ajudará a compreender a evolução de Betelgeuse e a futura explosão de supernova.
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