Notícias mais recentes

A missão DART alterou a órbita do asteroide Didymos em torno do Sol

Novos resultados mostram que a missão DART da NASA, que em 2022 colidiu deliberadamente com o asteroide Dimorphos, não só alterou a sua órbita em torno do asteroide Didymos, como também modificou ligeiramente a órbita de todo o sistema à volta do Sol. O período orbital mudou apenas uma fração de segundo, marcando a primeira vez que uma ação humana altera a trajetória de um corpo celeste.

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Descartada a hipótese do asteroide 2024 YR4 colidir com a Lua

O asteroide 2024 YR4, com cerca de 60 m de diâmetro, chegou a ter uma probabilidade de ~4% de colidir com a Lua no dia 22 de dezembro de 2032. Novas observações feitas com o Telescópio Espacial James Webb permitiram calcular melhor a sua órbita e eliminar completamente esse risco. O objeto passará em segurança a mais de 20.000 km da Lua.

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Qual é a idade do Universo? As estrelas mais antigas dão-nos uma pista

Astrónomos do Instituto Leibniz de Astrofísica de Potsdam e da Universidade de Bolonha estimaram a idade do Universo analisando algumas das estrelas mais antigas da Via Láctea com dados da missão Gaia. A partir de cerca de 100 estrelas muito antigas, calcularam uma idade provável de 13,6 mil milhões de anos, fornecendo um novo método para estudar a chamada “tensão de Hubble” no que toca ao ritmo de expansão do Universo.

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Análise de raro sistema planetário adolescente aprofunda compreensão da evolução cósmica

Astrónomos analisaram o sistema planetário TOI-2076, com cerca de 210 milhões de anos, considerado um raro exemplo de sistema em "adolescência". Observações do TESS e telescópios terrestres mostram quatro planetas que antes estavam compactos e agora se afastam gradualmente, enquanto a radiação da estrela remove parte das suas atmosferas. O estudo ajuda a compreender como sistemas planetários evoluem da juventude para a maturidade.

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Estudo revela “braço de ferro” cósmico por trás das listras do Pulsar do Caranguejo

Um estudo liderado por um físico da Universidade do Kansas pode explicar o misterioso padrão de "riscas zebra" nas ondas de rádio do Pulsar do Caranguejo, observado há quase duas décadas. O fenómeno resulta de um "braço de ferro" entre gravidade e plasma: a gravidade foca as ondas enquanto o plasma as dispersa, criando padrões de interferência que produzem as bandas brilhantes e escuras observadas.

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Uma nova super-Terra num sistema planetário próximo

Uma equipa internacional liderada pelo IAC (Instituto de Astrofísica de Canarias) descobriu uma nova super-Terra no sistema da estrela HD 176986, a ~91 anos-luz de distância. Este planeta, designado HD 176986 d, tem uma massa mínima de cerca de 7 vezes a da Terra e orbita a estrela a cada 61,4 dias, aumentando o número total de planetas conhecidos neste sistema.

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Um trilião para um: estrelas gigantes, poeira minúscula

Astrónomos, usando o ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array e o JWST (James Webb Space Telescope), descobriram que algumas das estrelas mais massivas da Via Láctea produzem partículas de poeira de carbono extremamente pequenas - apenas alguns nanómetros de tamanho - no sistema binário WR 112. A diferença entre o tamanho da estrela e o da poeira é cerca de um trilião para um, oferecendo novas pistas sobre o ciclo da poeira cósmica.

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Maior imagem do seu tipo mostra química complexa no coração da Via Láctea

Os astrónomos usaram o ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array para captar a maior imagem de sempre da Zona Molecular Central da Via Láctea, revelando uma rede complexa de gás frio e filamentos químicos junto ao buraco negro supermassivo. Esta imagem detalhada permitirá estudar como as estrelas se formam em ambientes extremos e a química que alimenta estes processos.

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Webb localiza antiga estrela que explodiu como supernova

O Telescópio Espacial James Webb localizou, pela primeira vez, a estrela progenitora de uma supernova detetada em 2025 (designada SN 2025pht) na galáxia espiral NGC 1637. As imagens de arquivo obtidas pelo Hubble e pelo Webb mostram uma supergigante vermelha muito poeirenta no local onde a supernova agora brilha, explicando porque é que estrelas assim eram normalmente invisíveis a observatórios anteriores.

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Chandra apanha jovem “Sol” a soprar bolhas

Recorrendo ao Observatório de raios X Chandra, os astrónomos captaram pela primeira vez o que é considerado um “Sol jovem”, a estrela HD 61005, a soprar uma enorme bolha de gás quente no espaço chamada astrosfera - semelhante à heliosfera do nosso Sol. Esta estrela, com ~100 milhões de anos, tem um vento estelar muito mais forte, oferecendo pistas sobre como o Sol se comportava na sua juventude.

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