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Missão TESS revela os planetas mais “inchados” já descobertos

A missão TESS da NASA descobriu os dois exoplanetas mais “fofos” alguma vez observados: TOI-791 b e TOI-791 c. Apesar de terem dimensões semelhantes às de Júpiter, são tão pouco densos que são mais leves do que algodão doce. Este raro par de "superinchados" poderá ajudar os astrónomos a compreender como os gigantes gasosos se formam e evoluem.

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Euclid capta o coração repleto de estrelas da Via Láctea

A maior e mais detalhada fotografia alguma vez tirada do centro da nossa Galáxia, a Via Láctea, foi revelada pela missão Euclid da ESA. Com mais de 60 milhões de estrelas, esta imagem abre caminho para que os cientistas confirmem a existência de qualquer exoplaneta encontrado nesta região e meçam a sua massa através de pequenas variações na luz das estrelas ao longo do tempo.

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Hubble mostra como uma galáxia primitiva está a transformar a sua vizinhança

Astrónomos usaram o Telescópio Espacial Hubble para observar a galáxia MXDFz4.4, vista apenas 1,4 mil milhões de anos após o Big Bang. A intensa radiação ultravioleta das suas estrelas jovens conseguiu dissipar o nevoeiro de hidrogénio que preenchia o Universo primitivo, fornecendo uma das melhores evidências de como as primeiras galáxias contribuíram para tornar o cosmos transparente durante a Era da Reionização.

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GTC descobre a “impressão digital química” das primeiras estrelas do Universo numa galáxia vizinha

O Gran Telescopio de Canarias detetou, na galáxia relíquia NGC 1277, possíveis traços químicos das primeiras estrelas do Universo. Como esta galáxia permaneceu quase inalterada durante milhares de milhões de anos, funciona como uma “cápsula do tempo” cósmica. A descoberta poderá permitir estudar as primeiras gerações de estrelas sem recorrer apenas às galáxias mais distantes e primitivas.

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Lucy revela um asteroide em forma de amendoim que oscila como um pião instável

A sonda Lucy da NASA revelou que o asteroide Donaldjohanson tem a forma de um amendoim e gira de forma caótica, "abanando" em vez de girar em torno de um único eixo. Os dados sugerem que é um corpo formado pela fusão de dois objetos menores há cerca de 155 milhões de anos. A descoberta ajuda a compreender a evolução dos pequenos corpos do Sistema Solar.

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O famoso “Planeta Rosa” esconde uma surpresa salgada

O Telescópio Webb analisou o famoso exoplaneta GJ 504 b, conhecido como "Planeta Rosa", e descobriu algo inesperado: nuvens de sal na sua atmosfera. Este mundo contém também vapor de água, metano, dióxido de carbono e amoníaco. A descoberta ajuda a explicar as observações do planeta e poderá melhorar os modelos atmosféricos de exoplanetas frios. Os astrónomos continuam sem saber ao certo se GJ 504 b é um planeta gigante ou uma anã castanha.

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