Notícias mais recentes

SETI@home: o mundo procurou ETs durante 21 anos; os cientistas focam-se agora em 100 sinais

Uma equipa da Universidade da Califórnia em Berkeley concluiu a análise dos dados do projeto SETI@home, que durante 21 anos usou computadores domésticos de voluntários espalhados por todo o mundo para procurar sinais de vida extraterrestre nos dados do radiotelescópio de Arecibo. Dos aproximadamente 12 mil milhões de sinais detetados, cerca de 100 foram identificados como candidatos interessantes, e estão agora a ser observados com o radiotelescópio FAST para possível confirmação.

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O Webb oferece um olhar sem precedentes sobre o coração da Galáxia do Compasso

A Galáxia do Compasso, uma galáxia a cerca de 13 milhões de anos-luz de distância, contém um buraco negro supermassivo ativo que continua a influenciar a sua evolução. Pensava-se que a maior fonte de luz infravermelha da região mais próxima do buraco negro eram os fluxos de matéria superaquecida que eram projetados para fora. Agora, novas observações do Telescópio Espacial James Webb da NASA, vistas aqui com uma nova imagem do Telescópio Espacial Hubble da NASA, fornecem evidências que invertem esta ideia, sugerindo que a maior parte do material quente e poeirento está, de facto, a alimentar o buraco negro central.

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Nascido na luz, em rumo à escuridão

O que sabemos sobre o nascimento de um buraco negro tem-se alinhado tradicionalmente com a nossa perceção dos próprios buracos negros: escuros, misteriosos e assustadoramente silenciosos, apesar da sua massa e influência. Os buracos negros de massa estelar nascem do colapso gravitacional final de estrelas massivas com várias dezenas de vezes a massa do nosso Sol que, ao contrário das estrelas menos massivas, não produzem brilhantes explosões de supernova.

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Astrónomos surpreendidos por onda de choque misteriosa em torno de estrela morta

O gás e a poeira ejetados pelas estrelas podem, nas condições certas, colidir com o meio circundante e criar uma onda de choque. Com o auxílio do VLT (Very Large Telescope) do ESO, os astrónomos capturaram imagens de uma onda de choque em torno de uma estrela morta - uma descoberta que os deixou intrigados. Segundo todos os mecanismos conhecidos, a pequena estrela morta RXJ0528+2838 não deveria ter este tipo de estrutura em seu redor. A descoberta, tão enigmática quanto impressionante, desafia a nossa compreensão de como as estrelas já mortas interagem com o meio que as rodeia.

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Satélite Pandora e CubeSats vão explorar exoplanetas e mais além

Uma nova nave espacial da NASA, denominada Pandora, já está a caminho para estudar as atmosferas de exoplanetas (ou mundos para além do nosso Sistema Solar) e das suas estrelas. Ao mesmo tempo, foram também lançados os satélites BlackCAT (Black Hole Coded Aperture Telescope) e SPARCS (Star-Planet Activity Research CubeSat), com o tamanho de caixas de sapatos.

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Astrónomos encontram o elo perdido dos planetas mais comuns da Galáxia

Uma das maiores surpresas recentes da astronomia é a descoberta de que a maior parte das estrelas como o Sol albergam um planeta entre o tamanho da Terra e de Neptuno dentro da órbita de Mercúrio - tamanhos e órbitas ausentes do nosso Sistema Solar. Estas "super-Terras" e "sub-Neptunos" são os planetas mais comuns da Galáxia, mas a sua formação tem estado envolta em mistério. Agora, uma equipa internacional de astrónomos encontrou um elo crucial em falta. Ao "pesar" quatro planetas recém-nascidos no sistema V1298 Tau, captaram uma rara visão de mundos no processo de se transformarem nos tipos de planetas mais comuns da Galáxia.

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Uma explicação alternativa para os Pequenos Pontos Vermelhos

Utilizando dados do Telescópio Espacial James Webb da NASA, astrónomos do Centro de Astrofísica | Harvard & Smithsonian revelaram que os objetos distantes mais misteriosos do Universo, conhecidos como Pequenos Pontos Vermelhos (ou LRDs, sigla inglesa para "Little Red Dots"), podem na realidade ser estrelas gigantescas e de vida curta. As descobertas oferecem um vislumbre direto de como os primeiros buracos negros supermassivos do Universo podem ter sido formados, marcando um avanço na compreensão dos cientistas sobre o cosmos primitivo.

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Detetado o rasto da esquiva estrela companheira de Betelgeuse

Usando novas observações do Telescópio Espacial Hubble da NASA e de observatórios terrestres, astrónomos rastrearam a influência de uma estrela companheira recentemente descoberta, Siwarha, no gás em torno de Betelgeuse. A investigação, levada a cabo por cientistas do Centro de Astrofísica | Harvard & Smithsonian, revela um rasto de gás denso que gira através da vasta e extensa atmosfera de Betelgeuse, esclarecendo por que razão o brilho e a atmosfera da estrela gigante mudaram de forma estranha e invulgar.

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Cloud-9: o primeiro de um novo tipo de objeto

Uma equipa, utilizando o Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA, examinou um novo tipo de objeto astronómico - uma nuvem de matéria escura, sem estrelas e rica em gás, que é considerada uma "relíquia" ou um resquício da formação galáctica inicial. Apelidada de "Cloud-9", esta é a primeira deteção confirmada de um objeto deste tipo no Universo.

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