Um estudo mostra que galáxias anãs ultrafracas, satélites da Via Láctea, funcionam como "fósseis" do Universo primitivo. Simulações indicam que as suas propriedades atuais dependem fortemente das condições iniciais, como radiação e formação estelar, permitindo inferir como era o Universo nos seus primeiros milhões de anos.
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Estrelas “ocultas” tornam as primeiras galáxias muito mais massivas do que se pensava anteriormente
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Como a rotação estelar explica o escurecimento dos clarões dos buracos negros
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A estrela mais rápida da Via Láctea orbita tão perto do nosso buraco negro supermassivo que sente a sua rotação
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Hubble e Gaia desvendam o mistério de uma fusão nos primeiros anos da Via Láctea
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A passagem da sonda Hera por Marte ajudou num estudo sobre um impacto na lua Deimos
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“Impressões digitais” químicas revelam as histórias ocultas de estrelas massivas
Um novo método permite reconstruir a história de estrelas massivas através da sua composição química…
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Um novo estudo da Universidade de Portsmouth sugere que os ingredientes para formar planetas rochoso…
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Webb revela a existência de poeira e água no ambiente extremo em torno do buraco negro central da Via Láctea
O telescópio James Webb descobriu poeira rica em silicatos e, pela primeira vez, água em torno da es…
Pela primeira vez, foram descobertos três buracos negros supermassivos numa única galáxia
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Sonda New Horizons encontra indícios de líquido recente na superfície de Plutão
Dados da sonda New Horizons sugerem que azoto líquido poderá ter fluído recentemente à superfície de…
Uma corrente cósmica de gás alimenta GW Orionis
Observações do radiotelescópio ALMA revelaram um enorme fluxo de gás, com cerca de 0,2 anos-luz, a a…
Os “pequenos pontos vermelhos” podem ser estrelas gigantes pulsantes que criaram buracos negros no início do Universo
Um novo estudo propõe que os misteriosos “pequenos pontos vermelhos” observados pelo James Webb no U…
Rara explosão estelar permite aos astrónomos assistir em primeira fila à morte de uma estrela massiva
Astrónomos observaram uma rara supernova durante as suas primeiras horas de evolução, obtendo uma vi…
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Rover Curiosity descobre moléculas orgânicas nunca antes observadas em Marte
O rover Curiosity da NASA identificou mais de 20 moléculas orgânicas em rochas antigas de Marte, incluindo várias nunca antes observadas no planeta. Embora não provem a existência de vida, estas substâncias mostram que Marte teve condições químicas favoráveis e que compostos complexos podem ser preservados durante milhares de milhões de anos.
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Astrónomos usaram o Telescópio Webb para estudar o exoplaneta gigante Epsilon Indi Ab, semelhante a Júpiter mas mais massivo e quente. Descobriram nuvens de gelo de água na sua atmosfera, algo ausente nos modelos atuais. O resultado revela maior complexidade atmosférica e melhora técnicas para estudar planetas tipo Terra no futuro.
Ler Mais »Determinando a idade de uma anã castanha através de minúsculas pulsações estelares
O Observatório W. M. Keck foi utilizado para estudar o sistema HR 7672 e determinar com precisão a idade da estrela (~2,3 mil milhões de anos) e da sua anã castanha companheira. Esta medição fornece um "relógio" raro que permite testar e melhorar modelos sobre a evolução e arrefecimento destes objetos intermédios.
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Astrónomos da Universidade do Novo México descobriram um sistema planetário invulgar (TOI-201) com três corpos - uma super-Terra, um "Júpiter morno" e uma anã castanha - cujas órbitas mudam ao longo do tempo. Este comportamento raro permite observar, em tempo real, a evolução dinâmica de sistemas planetários.
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Investigadores do MIT (Massachusetts Institute of Technology) desenvolveram o modelo "PlanetWaves", que prevê como as ondas se comportam noutros planetas. Mostra que fatores como gravidade, atmosfera e composição dos líquidos alteram drasticamente as ondas - por exemplo, em Titã, uma brisa leve pode gerar ondas enormes, ao contrário da Terra.
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Observações do James Webb permitiram mapear, pela primeira vez, o clima de dois exoplanetas do sistema TRAPPIST-1. Estes mundos, com um lado em dia eterno e outro em noite permanente, apresentam diferenças extremas de temperatura, indicando a ausência de uma atmosfera e condições pouco favoráveis à habitabilidade.
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Um estudo com observações ALMA de estrelas muito jovens indica que a maioria dos pares próximos de estrelas nasce junta no mesmo disco de gás e poeira, em vez de se formar separadamente e aproximar-se depois. Estas "gémeas cósmicas" resultam da fragmentação do disco e ajudam a explicar a formação de sistemas planetários.
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Foram utilizadas observações do Telescópio Espacial James Webb para estudar o objeto 29 Cygni b, com cerca de 15 vezes a massa de Júpiter, situado no limite entre planetas e estrelas. Os dados indicam que se formou como um planeta, por acreção num disco de gás e poeira, ajudando a clarificar onde termina um planeta e começa uma estrela.
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Um novo estudo da Universidade de Portsmouth sugere que os ingredientes para formar planetas rochosos já existiam apenas 100 milhões de anos após o Big Bang. Supernovas das primeiras estrelas espalharam carbono, oxigénio, ferro e outros elementos, permitindo formar discos ricos em material sólido e água - e, potencialmente, mundos habitáveis - muito mais cedo do que se pensava.
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CCVAlg – Astronomia Centro Ciência Viva do Algarve – Astronomia

























