Utilizando o Telescópio James Webb e lentes gravitacionais, astrónomos obtiveram o espetro mais detalhado de um Pequeno ponto Vermelho, GLIMPSE-17775. Os dados fornecem a evidência mais forte até à data de que estes objetos misteriosos do início do Universo são buracos negros supermassivos envoltos num denso casulo de gás.
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Cocktail cósmico: ALMA revela metanol exótico em torno de estrelas jovens
Observações do ALMA revelaram, pela primeira vez no espaço, metanol totalmente deuterado, uma forma …
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Um novo estudo sugere que a Terra e Marte se formaram de maneiras diferentes. A análise da composiçã…
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Descartada a existência de planetas gigantes num sistema binário próximo
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Cientistas descobrem atmosfera no mundo de lava mais frio identificado até à data
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Detetadas variações de temperatura no exoplaneta WASP-121 b
Com o Telescópio James Webb, astrónomos detetaram variações atmosféricas acentuadas entre o lado da manhã e o da noite no exoplaneta ultraquente WASP-121 b. Ventos fortes transportam calor para a zona do anoitecer, expandindo a atmosfera e destruindo moléculas de água devido às temperaturas extremas.
Ler Mais »Astrónomos descobrem o quasar cintilante mais antigo conhecido
Astrónomos do MIT descobriram o quasar cintilante mais antigo alguma vez observado, cuja luz nos chega de apenas 850 milhões de anos após o Big Bang. As variações de brilho permitiram concluir que o disco de acreção em torno do seu buraco negro supermassivo já era surpreendentemente plano e estável, semelhante ao de quasares modernos. A descoberta desafia as teorias sobre a rapidez com que estes gigantes cósmicos se formaram e amadureceram no Universo primordial.
Ler Mais »ALMA finalmente apanha o buraco negro da Via Láctea a “respirar”
Astrónomos utilizaram o observatório ALMA para obter o mapa mais detalhado de sempre do gás frio em torno de Sagitário A*, o buraco negro supermassivo no centro da Via Láctea. Descobriram finalmente evidências diretas de um vento quente emitido pelo buraco negro, que escavou uma enorme cavidade cónica no gás circundante. A descoberta resolve um mistério com mais de 50 anos e mostra como mesmo um buraco negro relativamente calmo continua a influenciar o ambiente à sua volta.
Ler Mais »Telescópio Webb mede, pela primeira vez, a massa de um buraco negro inativo no início do Universo
Graças ao Telescópio Espacial James Webb e ao efeito de lente gravitacional, os astrónomos mediram, pela primeira vez, a massa de um buraco negro supermassivo inativo no Universo primitivo. Com cerca de seis mil milhões de massas solares e situado a mais de 10 mil milhões de anos-luz, este objeto fornece novas pistas sobre a formação e evolução conjunta das galáxias e dos seus buracos negros.
Ler Mais »Uma nova forma como a Terra poderá ter recebido os elementos necessários à vida
Cientistas descobriram que a Terra poderá ter recebido os elementos essenciais para a vida - como fósforo e azoto - principalmente do Sistema Solar interior, e não de regiões mais distantes, como se pensava. O estudo sugere ainda que a formação e a migração de Júpiter ajudou a distribuir esses ingredientes pelo jovem Sistema Solar, contribuindo para tornar a Terra habitável.
Ler Mais »Ventos estranhos fornecem as pistas mais convincentes obtidas até à data de atividade magnética em exoplanetas
Astrónomos usaram o Very Large Telescope do ESO para medir ventos em sete exoplanetas gigantes extremamente quentes. Descobriram que, ao contrário do esperado, os planetas mais quentes apresentam ventos mais lentos, o que sugere a presença de fortes campos magnéticos. Trata-se da evidência mais convincente até agora de atividade magnética em exoplanetas, um fator importante para compreender a sua atmosfera e potencial habitabilidade.
Ler Mais »Cientistas surpreendidos por descobrir uma “lacuna” de luminosidade num antigo enxame globular
Cientistas do STScI (Space Telescope Science Institute) descobriram, pela primeira vez, uma "lacuna" de brilho entre anãs vermelhas num enxame globular muito antigo, usando dados do telescópio espacial Euclid. Esta lacuna, já observada em estrelas próximas pela missão Gaia, fornece pistas sobre processos que ocorrem no interior das estrelas e ajuda a testar modelos da sua evolução.
Ler Mais »Vizinha galáctica revela fortes sinais de perturbação e expansão
Mais de uma década de observações de milhões de estrelas na Pequena Nuvem de Magalhães levou à descoberta que a galáxia está a expandir-se e a ser fortemente deformada pela interação gravitacional com a Grande Nuvem de Magalhães. Em vez de girar de forma estável, as estrelas movem-se para o exterior, revelando uma galáxia em plena perturbação dinâmica e preservando vestígios de encontros ocorridos há milhares de milhões de anos.
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Observações do Telescópio James Webb permitiram confirmar, pela primeira vez, que as nuvens de água fora do Sistema Solar variam de espessura ao longo do tempo. O fenómeno foi detetado na anã castanha WISE 0855, a mais fria conhecida, situada a apenas 7,5 anos-luz, revelando semelhanças entre a sua atmosfera e os padrões meteorológicos de Júpiter.
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Novas simulações mostram que buracos negros supermassivos podem ter nascido de sementes extraordinariamente grandes em grupos densos de galáxias no Universo primitivo. A intensa radiação ultravioleta impediu a fragmentação das nuvens de gás, favorecendo o colapso direto em estrelas supermassivas e, depois, em buracos negros. O modelo também explica os misteriosos "Pequenos Pontos Vermelhos".
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Observações do James Webb mostram que algumas das primeiras galáxias já libertavam elementos pesados, como carbono e oxigénio, para o espaço apenas 500 milhões de anos após o Big Bang. A descoberta indica que o enriquecimento químico do Universo começou muito cedo, podendo explicar a dificuldade em encontrar estrelas da primeira geração.
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