O Gran Telescopio de Canarias detetou, na galáxia relíquia NGC 1277, possíveis traços químicos das primeiras estrelas do Universo. Como esta galáxia permaneceu quase inalterada durante milhares de milhões de anos, funciona como uma “cápsula do tempo” cósmica. A descoberta poderá permitir estudar as primeiras gerações de estrelas sem recorrer apenas às galáxias mais distantes e primitivas.
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Observações do ALMA revelaram, pela primeira vez no espaço, metanol totalmente deuterado, uma forma …
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Descartada a existência de planetas gigantes num sistema binário próximo
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Cientistas descobrem atmosfera no mundo de lava mais frio identificado até à data
Astrónomos encontraram indícios de uma atmosfera em HD 3167 b, uma super-Terra rochosa situada a 154…
Telescópio Webb descobre que as primeiras galáxias já estavam a espalhar elementos pesados pelo Universo
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Lucy revela um asteroide em forma de amendoim que oscila como um pião instável
A sonda Lucy da NASA revelou que o asteroide Donaldjohanson tem a forma de um amendoim e gira de forma caótica, "abanando" em vez de girar em torno de um único eixo. Os dados sugerem que é um corpo formado pela fusão de dois objetos menores há cerca de 155 milhões de anos. A descoberta ajuda a compreender a evolução dos pequenos corpos do Sistema Solar.
Ler Mais »O famoso “Planeta Rosa” esconde uma surpresa salgada
O Telescópio Webb analisou o famoso exoplaneta GJ 504 b, conhecido como "Planeta Rosa", e descobriu algo inesperado: nuvens de sal na sua atmosfera. Este mundo contém também vapor de água, metano, dióxido de carbono e amoníaco. A descoberta ajuda a explicar as observações do planeta e poderá melhorar os modelos atmosféricos de exoplanetas frios. Os astrónomos continuam sem saber ao certo se GJ 504 b é um planeta gigante ou uma anã castanha.
Ler Mais »Não há duas sem três: descoberta outra galáxia sem matéria escura
Astrónomos da Universidade de Yale descobriram uma terceira galáxia praticamente sem matéria escura, chamada NGC 1052-DF9. Mais surpreendente ainda, ela está alinhada com outras duas galáxias semelhantes (DF2 e DF4), formando uma fila cósmica inédita. A descoberta sugere que estas galáxias nasceram num violento choque entre galáxias, que separou a matéria normal da matéria escura, fornecendo novas pistas sobre a sua verdadeira natureza.
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Observações dos telescópios espaciais Webb e Hubble revelaram que o objeto Terzan 5 não é um enxame globular comum, mas um raro "fragmento fóssil" da formação inicial da Via Láctea. O sistema contém quatro gerações distintas de estrelas, preservando um registo único dos primeiros estágios de formação da nossa Galáxia.
Ler Mais »Estes dois remanescentes de supernova podem estar associados a duas estrelas irmãs
Astrónomos da NASA descobriram indícios de que dois remanescentes de supernova na constelação de Gémeos poderão ser "irmãos": estrelas massivas que formavam um sistema binário. Uma explodiu primeiro, projetando a companheira pelo espaço; milhares de anos depois, esta também explodiu. Os dados do Telescópio Espacial Fermi sugerem ser o primeiro exemplo conhecido de duas supernovas ligadas ao mesmo sistema estelar original.
Ler Mais »Estrela engoliu planeta e o lítio prova-o
Cientistas liderados pela Universidade de Michigan descobriram que a estrela TOI-5882 apresenta uma concentração invulgarmente elevada de lítio. Esta assinatura química constitui uma forte evidência de que a estrela devorou recentemente um exoplaneta, estimando-se que a órbita de uma anã castanha vizinha tenha influenciado este evento cósmico.
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Observações dos telescópios espaciais Chandra e XMM-Newton revelaram um possível remanescente de supernova perto do centro da Via Láctea, uma das regiões mais complexas da nossa Galáxia. Se a descoberta for confirmada, será um dos remanescentes de supernova mais próximos do buraco negro supermassivo Sagitário A*. Os dados sugerem que a explosão ocorreu há pelo menos 1700 anos e que a sua onda de choque continua a expandir-se através do meio interestelar.
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Astrónomos usaram o VLA (Very Large Array) e o ALMA para descobrir um enorme reservatório de gás molecular frio na galáxia REBELS-25, observada apenas 700 milhões de anos após o Big Bang. A descoberta mostra que algumas galáxias primitivas já possuíam matéria-prima suficiente para crescer rapidamente e atingir grandes dimensões muito cedo na história do Universo.
Ler Mais »Falso alarme: especialistas confirmam que a expansão do Universo está mesmo a acelerar
Uma equipa internacional de astrofísicos refutou alegações recentes de que a expansão do Universo estaria a abrandar. Ao corrigirem erros de cálculo acerca da idade de estrelas e galáxias, os investigadores confirmaram que a expansão continua a acelerar, validando a teoria de que a energia escura domina o cosmos.
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CCVAlg – Astronomia Centro Ciência Viva do Algarve – Astronomia


























