Via Láctea

A Via Láctea ainda guarda muitos segredos. Notícias sobre a metrópole estelar onde vivemos, as galáxias anãs que são nossas vizinhas e a nossa imagem, em evolução de tudo Via Láctea.

Euclid capta o coração repleto de estrelas da Via Láctea

A maior e mais detalhada fotografia alguma vez tirada do centro da nossa Galáxia, a Via Láctea, foi revelada pela missão Euclid da ESA. Com mais de 60 milhões de estrelas, esta imagem abre caminho para que os cientistas confirmem a existência de qualquer exoplaneta encontrado nesta região e meçam a sua massa através de pequenas variações na luz das estrelas ao longo do tempo.

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Webb e Hubble revelam uma relíquia da formação da nossa Galáxia

Observações dos telescópios espaciais Webb e Hubble revelaram que o objeto Terzan 5 não é um enxame globular comum, mas um raro "fragmento fóssil" da formação inicial da Via Láctea. O sistema contém quatro gerações distintas de estrelas, preservando um registo único dos primeiros estágios de formação da nossa Galáxia.

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Chandra descobre um possível remanescente de supernova no Centro Galáctico

Observações dos telescópios espaciais Chandra e XMM-Newton revelaram um possível remanescente de supernova perto do centro da Via Láctea, uma das regiões mais complexas da nossa Galáxia. Se a descoberta for confirmada, será um dos remanescentes de supernova mais próximos do buraco negro supermassivo Sagitário A*. Os dados sugerem que a explosão ocorreu há pelo menos 1700 anos e que a sua onda de choque continua a expandir-se através do meio interestelar.

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ALMA finalmente apanha o buraco negro da Via Láctea a “respirar”

Astrónomos utilizaram o observatório ALMA para obter o mapa mais detalhado de sempre do gás frio em torno de Sagitário A*, o buraco negro supermassivo no centro da Via Láctea. Descobriram finalmente evidências diretas de um vento quente emitido pelo buraco negro, que escavou uma enorme cavidade cónica no gás circundante. A descoberta resolve um mistério com mais de 50 anos e mostra como mesmo um buraco negro relativamente calmo continua a influenciar o ambiente à sua volta.

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O efeito “semelhante ao de um motor de carro” que aquece a nossa Via Láctea

Um estudo revelou que o halo de gás quente da Via Láctea é mais quente no sul devido à influência gravitacional da Grande Nuvem de Magalhães. Este efeito comprime o gás como um "pistão", aquecendo-o e criando uma diferença de temperatura, resolvendo uma assimetria observada recentemente.

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Qual é a idade do Universo? As estrelas mais antigas dão-nos uma pista

Astrónomos do Instituto Leibniz de Astrofísica de Potsdam e da Universidade de Bolonha estimaram a idade do Universo analisando algumas das estrelas mais antigas da Via Láctea com dados da missão Gaia. A partir de cerca de 100 estrelas muito antigas, calcularam uma idade provável de 13,6 mil milhões de anos, fornecendo um novo método para estudar a chamada “tensão de Hubble” no que toca ao ritmo de expansão do Universo.

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Maior imagem do seu tipo mostra química complexa no coração da Via Láctea

Os astrónomos usaram o ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array para captar a maior imagem de sempre da Zona Molecular Central da Via Láctea, revelando uma rede complexa de gás frio e filamentos químicos junto ao buraco negro supermassivo. Esta imagem detalhada permitirá estudar como as estrelas se formam em ambientes extremos e a química que alimenta estes processos.

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Investigadores anunciam a descoberta de um possível pulsar no centro da Via Láctea

O levantamento BLGC (Breakthrough Listen Galactic Center) realizou uma das pesquisas mais sensíveis em busca de pulsares na região central da Via Láctea com o GBT (Green Bank Telescope). Após mais de 20 horas de observações, foi identificado um candidato a pulsar de 8,19 milissegundos. Confirmar-se-á através de observações adicionais, oferecendo uma nova forma de testar a Relatividade Geral e estudar o ambiente do Centro Galáctico.

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O buraco negro da Via Láctea esconde um passado explosivo

O buraco negro supermassivo da nossa Galáxia é famoso por ser um dos mais fracos do Universo. Os resultados de um novo telescópio espacial mostram que pode nem sempre ter sido esse o caso. Sagitário A*, localizado no centro da Via Láctea, parece ter-se inflamado dramaticamente algures nas últimas centenas de anos, de acordo com as emissões de raios X observadas pelo telescópio espacial XRISM.

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