Via Láctea

A Via Láctea ainda guarda muitos segredos. Notícias sobre a metrópole estelar onde vivemos, as galáxias anãs que são nossas vizinhas e a nossa imagem, em evolução de tudo Via Láctea.

Webb revela a existência de poeira e água no ambiente extremo em torno do buraco negro central da Via Láctea

O telescópio James Webb descobriu poeira rica em silicatos e, pela primeira vez, água em torno da estrela evoluída IRS 3, situada a apenas 0,55 anos-luz de Sagitário A*. A descoberta mostra que, mesmo tão perto do buraco negro supermassivo central da Via Láctea, estrelas moribundas conseguem produzir e libertar material essencial à formação de futuras estrelas e planetas.

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Ginástica cósmica: como a nossa Via Láctea sofreu, outrora, uma reviravolta dramática

Simulações computacionais sugerem que a Via Láctea sofreu uma rotação de mais de 90° há cerca de 10 mil milhões de anos, após uma colisão frontal com a galáxia anã Gaia-Salsicha-Encélado. Esta “cambalhota” galáctica poderá explicar a lenta rotação do halo estelar e revelar um novo capítulo na formação da nossa Galáxia.

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Chandra e XMM-Newton revêem distância até aos braços espirais exteriores da Via Láctea

Os telescópios espaciais de raios X, XMM-Newton da ESA, e Chandra da NASA, mapearam os braços espirais exteriores da nossa Via Láctea medindo os ecos de raios X de três explosões cósmicas distantes, refletidos pela poeira galáctica. Os resultados revelam que dois destes braços espirais estão até 10% mais distantes do que se pensava.

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Euclid capta o coração repleto de estrelas da Via Láctea

A maior e mais detalhada fotografia alguma vez tirada do centro da nossa Galáxia, a Via Láctea, foi revelada pela missão Euclid da ESA. Com mais de 60 milhões de estrelas, esta imagem abre caminho para que os cientistas confirmem a existência de qualquer exoplaneta encontrado nesta região e meçam a sua massa através de pequenas variações na luz das estrelas ao longo do tempo.

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Webb e Hubble revelam uma relíquia da formação da nossa Galáxia

Observações dos telescópios espaciais Webb e Hubble revelaram que o objeto Terzan 5 não é um enxame globular comum, mas um raro "fragmento fóssil" da formação inicial da Via Láctea. O sistema contém quatro gerações distintas de estrelas, preservando um registo único dos primeiros estágios de formação da nossa Galáxia.

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Chandra descobre um possível remanescente de supernova no Centro Galáctico

Observações dos telescópios espaciais Chandra e XMM-Newton revelaram um possível remanescente de supernova perto do centro da Via Láctea, uma das regiões mais complexas da nossa Galáxia. Se a descoberta for confirmada, será um dos remanescentes de supernova mais próximos do buraco negro supermassivo Sagitário A*. Os dados sugerem que a explosão ocorreu há pelo menos 1700 anos e que a sua onda de choque continua a expandir-se através do meio interestelar.

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ALMA finalmente apanha o buraco negro da Via Láctea a “respirar”

Astrónomos utilizaram o observatório ALMA para obter o mapa mais detalhado de sempre do gás frio em torno de Sagitário A*, o buraco negro supermassivo no centro da Via Láctea. Descobriram finalmente evidências diretas de um vento quente emitido pelo buraco negro, que escavou uma enorme cavidade cónica no gás circundante. A descoberta resolve um mistério com mais de 50 anos e mostra como mesmo um buraco negro relativamente calmo continua a influenciar o ambiente à sua volta.

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O efeito “semelhante ao de um motor de carro” que aquece a nossa Via Láctea

Um estudo revelou que o halo de gás quente da Via Láctea é mais quente no sul devido à influência gravitacional da Grande Nuvem de Magalhães. Este efeito comprime o gás como um "pistão", aquecendo-o e criando uma diferença de temperatura, resolvendo uma assimetria observada recentemente.

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Qual é a idade do Universo? As estrelas mais antigas dão-nos uma pista

Astrónomos do Instituto Leibniz de Astrofísica de Potsdam e da Universidade de Bolonha estimaram a idade do Universo analisando algumas das estrelas mais antigas da Via Láctea com dados da missão Gaia. A partir de cerca de 100 estrelas muito antigas, calcularam uma idade provável de 13,6 mil milhões de anos, fornecendo um novo método para estudar a chamada “tensão de Hubble” no que toca ao ritmo de expansão do Universo.

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