Miguel Montes

NASA conclui que micróbios associados ao ser humano podem sobreviver no polo sul da Lua

Um estudo da NASA concluiu que alguns microrganismos terrestres transportados inadvertidamente por astronautas poderão sobreviver em zonas permanentemente à sombra do polo sul da Lua. A descoberta reforça a necessidade de controlar a contaminação biológica, que poderá dificultar a distinção entre material lunar autóctone e organismos trazidos da Terra - uma preocupação que se estende a Marte.

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Estrelas “ocultas” tornam as primeiras galáxias muito mais massivas do que se pensava anteriormente

Recorrendo ao Telescópio James Webb, astrónomos da Universidade de Leiden descobriram que as primeiras galáxias massivas contêm muito mais estrelas pequenas e fracas do que se supunha. Esta população oculta revela que estas galáxias primitivas eram significativamente mais massivas - até quatro vezes mais -, desafiando os modelos de evolução do Universo.

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Como a rotação estelar explica o escurecimento dos clarões dos buracos negros

Astrofísicos da Universidade de Syracuse resolveram o mistério de clarões que enfraquecem quando estrelas orbitam repetidamente buracos negros supermassivos. O estudo revela que uma rotação rápida inicial da estrela - com origem na captura de um sistema binário - impede o aumento progressivo da rotação, reduzindo a luminosidade a cada passagem.

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A estrela mais rápida da Via Láctea orbita tão perto do nosso buraco negro supermassivo que sente a sua rotação

Astrónomos descobriram a estrela S301, a mais rápida conhecida na Via Láctea, orbitando o buraco negro supermassivo Sagitário A*. A estrela atinge cerca de 25.000 km/s e aproxima-se a apenas 1,78 mil milhões de quilómetros do buraco negro. A sua órbita poderá permitir medir, pela primeira vez, a rotação de Sagitário A* e testar a relatividade geral.

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Hubble e Gaia desvendam o mistério de uma fusão nos primeiros anos da Via Láctea

Há cerca de 12 mil milhões de anos, uma galáxia anã conhecida como LKH (à esquerda) colidiu com uma Via Láctea ainda jovem (à direita) e fundiu-se com ela. Esta representação artística retrata essa colisão. O Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA descobriu evidências conclusivas desta colisão ocorrida há muito tempo, …

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“Impressões digitais” químicas revelam as histórias ocultas de estrelas massivas

Um novo método permite reconstruir a história de estrelas massivas através da sua composição química. As proporções de carbono, azoto, oxigénio e hélio revelam se uma estrela recebeu matéria de uma companheira num sistema binário. A técnica reclassificou a estrela Gamma Columbae e forneceu novas pistas sobre a origem da supernova SN 1987A.

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Os ingredientes para a formação planetária surgiram muito mais cedo do que se pensava

Um novo estudo da Universidade de Portsmouth sugere que os ingredientes para formar planetas rochosos já existiam apenas 100 milhões de anos após o Big Bang. Supernovas das primeiras estrelas espalharam carbono, oxigénio, ferro e outros elementos, permitindo formar discos ricos em material sólido e água - e, potencialmente, mundos habitáveis - muito mais cedo do que se pensava.

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Webb revela a existência de poeira e água no ambiente extremo em torno do buraco negro central da Via Láctea

O telescópio James Webb descobriu poeira rica em silicatos e, pela primeira vez, água em torno da estrela evoluída IRS 3, situada a apenas 0,55 anos-luz de Sagitário A*. A descoberta mostra que, mesmo tão perto do buraco negro supermassivo central da Via Láctea, estrelas moribundas conseguem produzir e libertar material essencial à formação de futuras estrelas e planetas.

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