Miguel Montes

Objeto interestelar recentemente descoberto “pode ser o cometa mais antigo alguma vez visto”

Vista superior da Via Láctea mostrando as órbitas estimadas do nosso Sol, a amarelo, e do cometa 3I/ATLAS, a vermelho. Ver maior ampliação para o Centro Galáctico.Crédito: órbitas – M. Hopkins/equipa Ōtautahi-Oxford; Via Láctea – ESA/Gaia/DPAC, Stefan Payne-Wardenaar Um misterioso objeto interestelar, descoberto no início deste mês de julho, é …

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Investigadores atingem “marco” na capacidade de determinar a idade de estrelas antigas

Imagem, gerada por inteligência artififical, de uma estrela supergigante vermelha. Uma equipa internacional realizou um teste cósmico único para medir a massa de uma estrela antiga que os ajudará a aprender mais sobre a história da nossa Galáxia. A equipa utilizou dois métodos completamente diferentes para analisar a estrela e …

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Alguns pares estelares “explosivos” são formados com a ajuda de uma terceira estrela

Quando as anãs brancas - os remanescentes quentes de estrelas como o nosso Sol - são orbitadas de perto por outra estrela, por vezes roubam massa à sua companheira. A matéria roubada acumula-se na superfície da anã branca, desencadeando erupções chamadas "novas".

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Estará a Via Láctea dentro de um enorme vazio? O “som do Big Bang” dá a entender que sim

Astrónomos afirmam que a Terra e toda a nossa Via Láctea podem estar situadas no interior de um misterioso vazio gigante que faz com que o cosmos se expanda mais rapidamente aqui do que nas regiões vizinhas do Universo. A sua teoria é uma solução potencial para a "tensão de Hubble" e pode ajudar a confirmar a verdadeira idade do nosso Universo, que se estima ter cerca de 13,8 mil milhões de anos.

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Descoberto o terceiro cometa interestelar

Os astrónomos confirmaram a descoberta de um raro visitante celeste: um cometa proveniente de fora do nosso Sistema Solar. Oficialmente designado 3I/ATLAS, este objeto interestelar recém-identificado é apenas o terceiro do seu género alguma vez observado, depois dos famosos 1I/'Oumuamua em 2017 e 2I/Borisov em 2019.

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Dupla detonação: nova imagem mostra os remanescentes de uma estrela destruída por um par de explosões

Pela primeira vez, os astrónomos obtiveram evidências visuais de que uma estrela encontrou o seu fim ao detonar duas vezes. Ao estudarem os remanescentes com centenas de anos da supernova SNR 0509-67.5, com o auxílio do VLT (Very Large Telescope) do ESO, os cientistas encontraram padrões que confirmam que a estrela que lhe deu origem sofreu um par de explosões.

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