Miguel Montes

Fermi deteta jovem enxame de estrelas a libertar bolhas de raios gama

Pela primeira vez, astrónomos que utilizam o Telescópio Espacial de Raios Gama Fermi da NASA rastrearam um fluxo de gás de um enxame de estrelas jovens na nossa Galáxia - conhecimentos que nos ajudam a compreender como o Universo evoluiu. O enxame, chamado Westerlund 1, está localizado a cerca de 12.000 anos-luz de distância, na constelação austral do Altar.

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Chandra celebra o Ano Novo com o Enxame do Champanhe

O Enxame do Champanhe é um sistema onde dois enxames de galáxias estão em processo de fusão para formar um ainda maior. Os astrónomos assim apelidaram este objeto porque foi descoberto a 31 de dezembro de 2020 e contém gás ultraquente e galáxias que parecem bolhas. Esta nova imagem composta do enxame contém raios X do Chandra (roxo) e uma imagem ótica do Legacy Surveys. Estudando melhor o Enxame do Champanhe, os investigadores esperam aprender mais sobre a forma como a matéria escura dos enxames de galáxias reage a uma colisão a alta velocidade.

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Trio de buracos negros ilumina-se numa rara fusão galáctica

Os astrónomos confirmaram o primeiro sistema triplo conhecido em que todas as três galáxias albergam buracos negros supermassivos que se alimentam ativamente e brilham no rádio. O sistema, catalogado como J1218/1219+1035, está localizado a cerca de 1,2 mil milhões de anos-luz da Terra e foi estudado em detalhe com o VLA e com o VLBA.

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Supernova falhada, fogo de artifício cósmico

Há cerca de 900 anos, observadores na China e no Japão registaram uma brilhante "estrela visitante" que apareceu subitamente e permaneceu no céu noturno durante seis meses. Os cientistas pensam agora que um remanescente ténue recentemente descoberto, conhecido como Pa 30, remonta a esse evento: uma incompleta explosão de supernova que produziu o surto temporário e luminoso observado em 1181.

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SPHEREx conclui o primeiro mapa cósmico como nenhum outro

Lançado em março, o telescópio espacial SPHEREx da NASA completou o seu primeiro mapa infravermelho de todo o céu em 102 cores. Embora não sejam visíveis ao olho humano, estes 102 comprimentos de onda de luz infravermelha são predominantes no cosmos e a observação de todo o céu, desta forma, permite aos cientistas responder a grandes questões.

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ALMA e VLA revelam a história do nascimento de estrelas num deslumbrante jato cósmico

Uma equipa internacional de astrónomos descobriu a evidência mais inequívoca de que os poderosos jatos lançados por estrelas recém-nascidas registam de forma fiável os mais violentos episódios de crescimento de uma estrela, confirmando um modelo de longa data sobre a forma como estes jatos se propagam através do seu ambiente.

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Hubble revela o maior e mais caótico berçário de planetas já encontrado

Com o Telescópio Espacial Hubble, astrónomos obtiveram imagens do maior disco protoplanetário alguma vez observado em torno de uma estrela jovem. Pela primeira vez em luz visível, o Hubble revelou que o disco é inesperadamente caótico e turbulento, com filamentos de material que se estendem muito mais acima e abaixo do disco do que os astrónomos viram em qualquer sistema semelhante.

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Os buracos negros supermassivos podem ser “comedores exigentes”

Os buracos negros são famosos por devorarem tudo o que lhes aparece à frente. No entanto, astrónomos recorrendo ao ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array) descobriram que mesmo os buracos negros supermassivos podem ser comedores exigentes, o que pode ter um impacto significativo no seu crescimento.

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Estudo sugere que a lua de Saturno, Titã, poderá afinal não ter um oceano global

Uma das principais descobertas da missão Cassini da NASA em 2008 foi que a maior lua de Saturno, Titã, podia ter um vasto oceano de água sob a sua superfície rica em hidrocarbonetos. Mas a reanálise dos dados da missão sugere um cenário mais complicado: é mais provável que o interior de Titã seja composto por gelo, com camadas de lama e pequenas bolsas de água quente que se formam perto do seu núcleo rochoso.

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Hubble vê, pela primeira vez, colisões de asteroides numa estrela próxima

Tal como uns carrinhos de choque cósmicos, os cientistas pensam que os primeiros tempos do nosso Sistema Solar foram uma época de violenta desordem, com planetesimais, asteroides e cometas a chocarem entre si e a bombardearem a Terra, a Lua e os outros planetas interiores com detritos. Agora, num marco histórico, o Telescópio Espacial Hubble captou diretamente imagens de colisões catastróficas semelhantes num sistema planetário próximo em torno de outra estrela, Fomalhaut.

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