Miguel Montes

Brilho misterioso na Via Láctea pode ser uma evidência de matéria escura

Investigadores identificaram o que poderá ser uma pista convincente na caça em curso para provar a existência da matéria escura. Um misterioso brilho difuso de raios gama perto do centro da Via Láctea tem deixado os investigadores perplexos durante décadas, enquanto tentam discernir se a luz provém de partículas de matéria escura em colisão ou de estrelas de neutrões em rápida rotação.

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Astrónomos detetam o objeto escuro, até agora, de menor massa no Universo distante

Uma equipa internacional de investigadores, utilizando uma rede mundial de radiotelescópios, incluindo o VLBA (Very Long Baseline Array) e o GBT (Green Bank Telescope), detetou um enigmático objeto escuro com uma massa cerca de um milhão de vezes superior à do nosso Sol, sem observar qualquer emissão de luz.

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Telescópio Webb revela estrela condenada escondida por trás de poeira

Utilizando o Telescópio Espacial James Webb da NASA, uma equipa internacional identificou, pela primeira vez, a estrela fonte de uma supernova, ou progenitora, em comprimentos de onda do infravermelho médio. Estas observações - combinadas com imagens de arquivo do Telescópio Espacial Hubble - revelaram que a explosão teve origem numa enorme estrela supergigante vermelha, envolta num inesperado manto de poeira.

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ExoMars e Mars Express observam o cometa 3I/ATLAS

Entre os dias 1 e 7 de outubro, as naves espaciais ExoMars TGO (Trace Gas Orbiter) e Mars Express da ESA viraram os seus olhos para o cometa interestelar 3I/ATLAS, quando este passou perto de Marte. De todas as naves espaciais da ESA, estes dois orbitadores marcianos tiveram a visão mais próxima do cometa. O intruso interestelar passou, no dia 3 de outubro, a 30 milhões de quilómetros do Planeta Vermelho.

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Seis mil milhões de toneladas por segundo: descoberto planeta errante que cresce a um ritmo recorde

Os astrónomos identificaram um enorme "surto de crescimento" num planeta errante. Ao contrário dos planetas do nosso Sistema Solar, estes objetos não orbitam estrelas, flutuando livremente por si mesmos. As novas observações, levadas a cabo com o VLT (Very Large Telescope) do ESO, revelam que este planeta flutuante está a consumir gás e poeira do meio que o rodeia a uma taxa de seis mil milhões de toneladas por segundo.

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A deteção de fosfina na atmosfera de uma anã castanha levanta mais questões

Uma equipa de investigadores, liderada pelo professor de astronomia e astrofísica da Universidade da Califórnia em San Diego, Adam Burgasser, comunicou a deteção de fosfina na atmosfera de uma anã castanha antiga e fria chamada Wolf 1130C. O seu trabalho foi publicado na revista Science.

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