Há cerca de 4,5 mil milhões de anos teve lugar o acontecimento mais marcante da história do nosso planeta: um enorme corpo celeste chamado Theia colidiu com a jovem Terra. O modo como a colisão se desenrolou e o que aconteceu exatamente depois ainda não foi determinado de forma conclusiva. O que é certo, no entanto, é que o tamanho, a composição e a órbita da Terra mudaram como resultado - e que o impacto marcou o nascimento da nossa companheira constante no espaço, a Lua.
Ler Mais »Telescópio Espacial Roman pode obter novas “ondas” de informação sobre estrelas da Via Láctea
Uma equipa de investigadores confirmou que as estrelas "soam" claramente numa tonalidade que se harmonizará muito bem com os objetivos científicos e com as capacidades do próximo Telescópio Espacial Nancy Grace Roman da NASA.
Ler Mais »Webb deteta um buraco negro supermassivo “guloso” no Universo primitivo
Investigadores, recorrendo ao Telescópio Espacial James Webb da NASA/ESA/CSA, confirmaram a existência de um buraco negro supermassivo em crescimento ativo no interior de uma galáxia, apenas 570 milhões de anos após o Big Bang. Fazendo parte de uma classe de galáxias pequenas e muito distantes que têm mistificado os astrónomos, CANUCS-LRD-z8.6 representa uma peça vital deste puzzle e desafia as teorias existentes sobre a formação de galáxias e buracos negros no Universo primitivo. A descoberta liga os primeiros buracos negros aos quasares luminosos que observamos atualmente.
Ler Mais »Webb mostra 4 conchas de poeira a “espiralar” Apep, limita órbita longa
O Telescópio Espacial James Webb captou algo inédito: uma imagem nítida, no infravermelho médio, de um sistema com quatro espirais serpenteantes de poeira, uma a expandir-se para além da outra, exatamente com o mesmo padrão. Estas conchas foram emitidas nos últimos 700 anos por duas estrelas Wolf-Rayet envelhecidas num sistema conhecido como Apep, uma homenagem ao deus egípcio do caos.
Ler Mais »Desvendado o mistério de um brilhante “anel de diamante” cósmico
Uma equipa internacional liderada por investigadores da Universidade de Colónia, Alemanha, resolveu o mistério de um fenómeno extraordinário conhecido como o "Anel de Diamante" na região de formação estelar Cygnus X, uma enorme estrutura em forma de anel feita de gás e poeira que se assemelha a um brilhante anel de diamante.
Ler Mais »ESA melhora a trajetória do Cometa 3I/ATLAS com dados a partir de Marte
Desde que o cometa 3I/ATLAS, o terceiro objeto interestelar conhecido, foi descoberto a 1 de julho de 2025, os astrónomos de todo o mundo têm trabalhado para prever a sua trajetória. A ESA melhorou agora a localização prevista do cometa por um fator de 10, graças à utilização inovadora de dados de observação da nave espacial ExoMars TGO (Trace Gas Orbiter) em órbita de Marte.
Ler Mais »As Plêiades têm milhares de “irmãs” há muito perdidas
Astrónomos da Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill, EUA, descobriram que o famoso enxame estelar das Plêiades, as "Sete Irmãs" ou M45, frequentemente avistado nas noites de inverno, é apenas a ponta brilhante de uma família estelar muito maior.
Ler Mais »Uma nova missão para estudar Marte e o vento solar
Um par de naves espaciais da NASA, com destino final Marte, vai estudar a forma como o seu ambiente magnético é afetado pelo Sol. A missão também ajudará a agência espacial a preparar-se para a futura exploração humana do Planeta Vermelho.
Ler Mais »Primeira observação confirmada de uma erupção explosiva numa estrela próxima
Astrónomos, utilizando o observatório espacial XMM-Newton da ESA e o telescópio LOFAR (LOw Frequency ARray), detetaram definitivamente uma explosão de material lançado para o espaço por outra estrela - uma explosão suficientemente poderosa para destruir a atmosfera de qualquer planeta azarado no seu caminho.
Ler Mais »Forma única da explosão de uma estrela revelada apenas um dia após a deteção
Observações muito rápidas levadas a cabo com o VLT (Very Large Telescope) do ESO revelaram a morte explosiva de uma estrela quando a explosão irrompia da superfície da estrela. Pela primeira vez, os astrónomos revelaram a forma da explosão na sua fugaz fase inicial. Esta fase inicial já não teria sido possível observar no dia a seguir e ajuda-nos a responder a uma série de questões sobre como é que as estrelas massivas explodem, transformando-se em supernovas.
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