Miguel Montes

Webb observa o exoplaneta TRAPPIST-1 e

Os cientistas estão a observar o exoplaneta TRAPPIST-1 e com o Telescópio Espacial James Webb da NASA. A análise minuciosa dos resultados obtidos até agora apresenta vários potenciais cenários para a atmosfera e para a superfície do planeta, à medida que as missões científicas da NASA estabelecem as bases fundamentais para responder à pergunta: "estamos sós no Universo?"

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Anel deformado de estrela vizinha moldado por planetas em evolução

Astrónomos, recorrendo ao ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array), obtiveram a imagem de maior resolução até à data, revelando novos conhecimentos sobre a invulgar e misteriosa arquitetura do disco de detritos que rodeia Fomalhaut, uma das estrelas mais brilhantes e mais estudadas da nossa vizinhança cósmica.

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Uma equipa de astrónomos apresenta um novo método para detetar supernovas horas após a explosão

As supernovas são enormes explosões que marcam a fase final da vida de uma estrela. Por serem repentinas e imprevisíveis, foram durante muito tempo difíceis de estudar, mas, hoje em dia, graças aos levantamentos de alta cadência, os astrónomos podem descobrir supernovas quase diariamente.

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Sem colisão, não há vida: a Terra provavelmente precisou de “mantimentos” do espaço

Após a formação do Sistema Solar, foram necessários, no máximo, três milhões de anos para que a composição química do precursor da Terra ficasse completa. Porém, nessa altura, quase não existiam no jovem planeta elementos necessários à vida, como a água ou compostos de carbono. Só uma colisão planetária posterior terá trazido água para a Terra, abrindo caminho para a vida.

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Juno deteta a última assinatura auroral das quatro maiores luas de Júpiter

Júpiter possui as auroras mais brilhantes e espetaculares do Sistema Solar. Perto dos seus polos, estas luzes cintilantes oferecem um vislumbre da forma como o planeta interage com o vento solar e com as luas "varridas" pelo campo magnético de Júpiter. Ao contrário das auroras da Terra, as maiores luas de Júpiter criam as suas próprias assinaturas aurorais na atmosfera do planeta - um fenómeno que a Lua da Terra não produz.

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As estrelas massivas preferem viver em pares mesmo em galáxias com baixa metalicidade

Estrelas massivas em galáxias pobres em metais têm frequentemente parceiras próximas, tal como as estrelas massivas da nossa Via Láctea, rica em metais. Os astrónomos utilizaram o VLT (Very Large Telescope) no Chile para monitorizar a velocidade de estrelas massivas na Pequena Nuvem de Magalhães.

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Chandra revela o conflito interno de uma estrela antes da sua explosão

De acordo com um novo estudo do Observatório de raios X Chandra da NASA, o interior de uma estrela "deu voltas" antes de explodir de forma espetacular. Hoje, esta estrela estilhaçada, conhecida como o remanescente de supernova Cassiopeia A, é um dos objetos mais conhecidos e bem estudados do céu.

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Um massivo sistema estelar binário na Via Láctea

Uma equipa de astrónomos analisou com a maior precisão possível um dos pares de estrelas mais massivos da nossa Galáxia, conhecido como NGC 3603-A1. Utilizando dados de arquivo não publicados do Telescópio Espacial Hubble e novas observações, efetuadas com precisão, a equipa mediu as propriedades deste extraordinário sistema com um nível nunca antes alcançado.

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