Astrónomos do Instituto Leibniz de Astrofísica de Potsdam e da Universidade de Bolonha estimaram a idade do Universo analisando algumas das estrelas mais antigas da Via Láctea com dados da missão Gaia. A partir de cerca de 100 estrelas muito antigas, calcularam uma idade provável de 13,6 mil milhões de anos, fornecendo um novo método para estudar a chamada “tensão de Hubble” no que toca ao ritmo de expansão do Universo.
Ler Mais »Análise de raro sistema planetário adolescente aprofunda compreensão da evolução cósmica
Astrónomos analisaram o sistema planetário TOI-2076, com cerca de 210 milhões de anos, considerado um raro exemplo de sistema em "adolescência". Observações do TESS e telescópios terrestres mostram quatro planetas que antes estavam compactos e agora se afastam gradualmente, enquanto a radiação da estrela remove parte das suas atmosferas. O estudo ajuda a compreender como sistemas planetários evoluem da juventude para a maturidade.
Ler Mais »Estudo revela “braço de ferro” cósmico por trás das listras do Pulsar do Caranguejo
Um estudo liderado por um físico da Universidade do Kansas pode explicar o misterioso padrão de "riscas zebra" nas ondas de rádio do Pulsar do Caranguejo, observado há quase duas décadas. O fenómeno resulta de um "braço de ferro" entre gravidade e plasma: a gravidade foca as ondas enquanto o plasma as dispersa, criando padrões de interferência que produzem as bandas brilhantes e escuras observadas.
Ler Mais »Uma nova super-Terra num sistema planetário próximo
Uma equipa internacional liderada pelo IAC (Instituto de Astrofísica de Canarias) descobriu uma nova super-Terra no sistema da estrela HD 176986, a ~91 anos-luz de distância. Este planeta, designado HD 176986 d, tem uma massa mínima de cerca de 7 vezes a da Terra e orbita a estrela a cada 61,4 dias, aumentando o número total de planetas conhecidos neste sistema.
Ler Mais »Um trilião para um: estrelas gigantes, poeira minúscula
Astrónomos, usando o ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array e o JWST (James Webb Space Telescope), descobriram que algumas das estrelas mais massivas da Via Láctea produzem partículas de poeira de carbono extremamente pequenas - apenas alguns nanómetros de tamanho - no sistema binário WR 112. A diferença entre o tamanho da estrela e o da poeira é cerca de um trilião para um, oferecendo novas pistas sobre o ciclo da poeira cósmica.
Ler Mais »Maior imagem do seu tipo mostra química complexa no coração da Via Láctea
Os astrónomos usaram o ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array para captar a maior imagem de sempre da Zona Molecular Central da Via Láctea, revelando uma rede complexa de gás frio e filamentos químicos junto ao buraco negro supermassivo. Esta imagem detalhada permitirá estudar como as estrelas se formam em ambientes extremos e a química que alimenta estes processos.
Ler Mais »Webb localiza antiga estrela que explodiu como supernova
O Telescópio Espacial James Webb localizou, pela primeira vez, a estrela progenitora de uma supernova detetada em 2025 (designada SN 2025pht) na galáxia espiral NGC 1637. As imagens de arquivo obtidas pelo Hubble e pelo Webb mostram uma supergigante vermelha muito poeirenta no local onde a supernova agora brilha, explicando porque é que estrelas assim eram normalmente invisíveis a observatórios anteriores.
Ler Mais »Chandra apanha jovem “Sol” a soprar bolhas
Recorrendo ao Observatório de raios X Chandra, os astrónomos captaram pela primeira vez o que é considerado um “Sol jovem”, a estrela HD 61005, a soprar uma enorme bolha de gás quente no espaço chamada astrosfera - semelhante à heliosfera do nosso Sol. Esta estrela, com ~100 milhões de anos, tem um vento estelar muito mais forte, oferecendo pistas sobre como o Sol se comportava na sua juventude.
Ler Mais »Webb mapeia a misteriosa atmosfera superior de Úrano
O Telescópio Espacial James Webb mapeou, pela primeira vez, a estrutura vertical da atmosfera superior de Úrano, revelando como a temperatura e partículas carregadas variam com a altura até ~5000 km acima das nuvens. A observação mostra auroras moldadas pelo campo magnético inclinado do planeta e confirma que esta camada continua a arrefecer ao longo de décadas, oferecendo novas pistas sobre os gigantes gelados.
Ler Mais »Cientistas observam, pela primeira vez, uma galáxia medusa distante
Astrónomos da Universidade de Waterloo observaram pela primeira vez uma galáxia medusa tão distante, a cerca de 8,5 mil milhões de anos-luz, usando dados do Telescópio Espacial James Webb. A galáxia tem tentáculos de gás criados por pressão dinâmica no enxame galáctico, e estrelas jovens formam-se nessas caudas. O achado desafia ideias sobre como as galáxias evoluíram no Universo jovem.
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