Miguel Montes

Os buracos negros supermassivos podem ser “comedores exigentes”

Os buracos negros são famosos por devorarem tudo o que lhes aparece à frente. No entanto, astrónomos recorrendo ao ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array) descobriram que mesmo os buracos negros supermassivos podem ser comedores exigentes, o que pode ter um impacto significativo no seu crescimento.

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Estudo sugere que a lua de Saturno, Titã, poderá afinal não ter um oceano global

Uma das principais descobertas da missão Cassini da NASA em 2008 foi que a maior lua de Saturno, Titã, podia ter um vasto oceano de água sob a sua superfície rica em hidrocarbonetos. Mas a reanálise dos dados da missão sugere um cenário mais complicado: é mais provável que o interior de Titã seja composto por gelo, com camadas de lama e pequenas bolsas de água quente que se formam perto do seu núcleo rochoso.

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Hubble vê, pela primeira vez, colisões de asteroides numa estrela próxima

Tal como uns carrinhos de choque cósmicos, os cientistas pensam que os primeiros tempos do nosso Sistema Solar foram uma época de violenta desordem, com planetesimais, asteroides e cometas a chocarem entre si e a bombardearem a Terra, a Lua e os outros planetas interiores com detritos. Agora, num marco histórico, o Telescópio Espacial Hubble captou diretamente imagens de colisões catastróficas semelhantes num sistema planetário próximo em torno de outra estrela, Fomalhaut.

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Proba-3 preenche a lacuna na observação solar

Tem sido um ano em cheio para a missão Proba-3 da ESA. A dupla de satélites já criou mais de 50 eclipses solares artificiais em órbita desde o início das operações da missão, há menos de um ano. Os dados resultantes confirmam a capacidade da Proba-3 para fornecer a peça do puzzle que faltava nas observações da enigmática atmosfera do Sol - a coroa solar.

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Webb observa um planeta cuja composição desafia todas as explicações

Cientistas, utilizando o Telescópio Espacial James Webb da NASA, observaram um tipo raro de exoplaneta, ou planeta para lá do nosso Sistema Solar, cuja composição atmosférica desafia a nossa compreensão de como foi formado. Oficialmente designado PSR J2322-2650b, este objeto de massa semelhante à de Júpiter parece ter uma atmosfera exótica, dominada por hélio e carbono, diferente de qualquer outra já observada.

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O que é que está a alimentar estes misteriosos e brilhantes clarões azuis? Os astrónomos encontraram uma pista

Entre os fenómenos cósmicos mais intrigantes descobertos nas últimas décadas encontram-se breves e muito brilhantes clarões de luz azul e ultravioleta que desvanecem gradualmente, deixando para trás ténues emissões de raios X e rádio. Com pouco mais de uma dúzia de surtos descobertos até agora, os astrónomos têm debatido se estes são produzidos por um tipo invulgar de supernova ou por gás interestelar que cai num buraco negro. A análise do surto mais brilhante até à data, descoberto no ano passado, mostra que não se trata de nenhuma destas situações.

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Um buraco negro devora uma estrela: missões descobrem surto recorde

Os astrónomos têm estado a analisar uma série de dados provenientes de satélites da NASA e de outras instalações, enquanto tentam descobrir o responsável por uma extraordinária explosão cósmica descoberta no dia 2 de julho. O evento foi um GRB ("gamma-ray burst"; em português "surto de raios gama"), a classe mais poderosa de explosões cósmicas. Mas enquanto a maioria dos GRBs dura apenas um minuto, este prolongou-se durante dias.

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Webb deteta uma atmosfera espessa em torno de um escaldante mundo de lava

Investigadores, utilizando o Telescópio Espacial James Webb da NASA, detetaram as evidências mais fortes da existência de uma atmosfera num planeta rochoso para lá do nosso Sistema Solar. As observações da super-Terra ultraquente TOI-561 b sugerem que o exoplaneta está rodeado por um espesso manto de gases sobre um oceano global de magma.

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A primeira deteção, via rádio, de um tipo raro de supernova

Os astrónomos utilizaram o VLA (Very Large Array) da NSF (National Science Foundation) dos EUA para fazer uma descoberta sem precedentes, captando os primeiros sinais de rádio de uma classe rara de explosão estelar conhecida como supernova do Tipo Ibn. Este feito revela uma nova visão sobre os momentos finais da vida de estrelas massivas e proporciona um raro vislumbre dos últimos anos de uma estrela, anteriormente ocultos.

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