Os cientistas concluíram que os quatro pequenos planetas que orbitam a Estrela de Barnard são mundos estranhos e inóspitos - têm interiores ricos em períclase, quase sem água, e perderam provavelmente as suas atmosferas devido à intensa radiação da estrela, tornando-os totalmente inabitáveis.
Ler Mais »Descoberto o planeta mais ténue alguma vez observado a partir da Terra, após mais de 10 anos a “brincar às escondidas”
Astrónomos descobriram Beta Pictoris d, o exoplaneta mais ténue alguma vez fotografado diretamente a partir da Terra. Com apenas 2,4 massas de Júpiter, esteve escondido durante mais de uma década em imagens de arquivo do Very Large Telescope. A descoberta demonstra o enorme potencial dos arquivos astronómicos para revelar novos mundos.
Ler Mais »Hubble descobre o primeiro dos buracos negros “desaparecidos” de um enxame globular
Recorrendo a dados dos telescópios Hubble e James Webb, os astrónomos descobriram o primeiro buraco negro de massa estelar no enxame globular Omega Centauri. O objeto, batizado oMEGACat BH-2, orbita uma estrela visível a cada 94 anos, ajudando a compreender a evolução e formação destes misteriosos corpos celestes.
Ler Mais »Estrelas mortas na nossa vizinhança cósmica: cientistas descobrem quatro anãs brancas escondidas mesmo debaixo do nosso nariz
Foram identificadas quatro anãs brancas ocultas em sistemas binários a menos de 65 anos-luz da Terra, incluindo a nona mais próxima do Sol. Escondidas pelo brilho das suas companheiras anãs vermelhas, estas “estrelas mortas” passaram despercebidas durante décadas. A descoberta mostra que a nossa vizinhança cósmica ainda guarda surpresas e sugere que poderão existir mais sistemas semelhantes por encontrar.
Ler Mais »O jovem planeta gigante gasoso Beta Pic b recusa-se a revelar a sua origem
Observações do instrumento GRAVITY+ revelaram novos detalhes sobre a atmosfera do jovem gigante gasoso Beta Pictoris b, mas frustraram a tentativa de determinar onde se formou. Os resultados põem em causa a utilização do rácio entre isótopos de carbono como indicador da origem dos planetas gigantes e sugerem que serão necessários novos métodos para desvendar a sua formação.
Ler Mais »Os campos magnéticos do pulsar do “Farol”
Pela primeira vez, o telescópio espacial IXPE da NASA mediu diretamente os campos magnéticos do pulsar da Nebulosa do Farol (PSR J1101−6101). As observações confirmam que as partículas altamente energéticas escapam ao longo das linhas do campo magnético da Via Láctea, ajudando a explicar como estes objetos extremos aceleram partículas e moldam o meio interestelar.
Ler Mais »O “fantasma” na concha de Oríon
Novas observações rádio da Nebulosa de Oríon revelaram estruturas até agora invisíveis, incluindo conchas em expansão, cavidades e filamentos de hidrogénio neutro. Os resultados mostram que esta região de formação estelar foi moldada por vários episódios de atividade estelar massiva, e não por uma única bolha em expansão, desafiando os modelos atuais de formação estelar.
Ler Mais »Mais velho que o Sol: astrónomos descobrem novas pistas para a origem do cometa interestelar 3I/ATLAS
Astrónomos utilizaram o Very Large Telescope do ESO para analisar, pela primeira vez, a composição química do cometa interestelar 3I/ATLAS. Os resultados indicam que se formou na periferia de uma estrela antiga, pobre em elementos pesados, sendo provavelmente muito mais velho do que o Sol. A descoberta oferece uma rara oportunidade para estudar um sistema planetário primordial de outra estrela.
Ler Mais »Hayabusa2 passa pelo asteroide Torifune
A sonda Hayabusa 2 da JAXA completou com sucesso uma passagem pelo asteroide Torifune. As primeiras imagens captadas mostram claramente que Torifune é um binário de contacto - ou seja, dois asteroides distintos que orbitavam juntos até colidirem suavemente e se fundirem num só.
Ler Mais »Euclid descobre o quasar mais antigo do Universo
O Euclid descobriu 31 dos quasares mais antigos de sempre. Dois destes, que são alimentados por buracos negros colossais, são os quasares mais antigos até agora observados na história do Universo. Brilhavam com a luz de um trilião de Sóis quando o Universo tinha 670 milhões de anos.
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