Uma nova investigação propôs que as partículas das erupções solares são 6,5 vezes mais quentes do que se pensava e forneceu uma solução inesperada para um mistério com 50 anos sobre a nossa estrela mais próxima.
Ler Mais »Hubble encontra pistas de um planeta de segunda geração
Dados de arquivo do Hubble revelaram indícios de um possível planeta de segunda geração no sistema d…
Astrónomos observam uma estrela a devorar lentamente uma anã castanha, a 300 anos-luz de distância
Astrónomos observaram pela primeira vez uma estrela de baixa massa a retirar lentamente matéria de u…
Cocktail cósmico: ALMA revela metanol exótico em torno de estrelas jovens
Observações do ALMA revelaram, pela primeira vez no espaço, metanol totalmente deuterado, uma forma …
O Sistema Solar tem uma nova esperança de vida e é mil milhões de vezes mais curta
Novas simulações sugerem que o Sistema Solar exterior poderá desintegrar-se muito mais cedo do que s…
Novo estudo reacende uma questão controversa: a Terra e Marte tiveram origens diferentes
Um novo estudo sugere que a Terra e Marte se formaram de maneiras diferentes. A análise da composiçã…
Telescópio Webb estuda colisões gigantescas que moldam os sistemas planetários
Observações do Telescópio James Webb revelaram novas pistas sobre as colisões violentas que marcaram…
MMX: a missão que vai trazer para a Terra pedaços de uma lua de Marte
A missão MMX da JAXA está pronta para ser lançada rumo a Marte no dia 19 de outubro de 2026. Transpo…
NGC 362D: duas descobertas que batem recordes lançam luz sobre a evolução dos pulsares de milissegundo
Astrónomos descobriram no sistema binário NGC 362D a mais jovem anã branca conhecida num sistema com…
Descartada a existência de planetas gigantes num sistema binário próximo
Uma análise de um século de observações do sistema binário 70 Ophiuchi, a 16 anos-luz, não encontrou…
A primeira imagem completa de formação planetária em ação
Observações do radiotelescópio ALMA revelaram, pela primeira vez, o gás a interagir diretamente com …
Cientistas descobrem atmosfera no mundo de lava mais frio identificado até à data
Astrónomos encontraram indícios de uma atmosfera em HD 3167 b, uma super-Terra rochosa situada a 154…
Telescópio Webb descobre que as primeiras galáxias já estavam a espalhar elementos pesados pelo Universo
Observações do James Webb mostram que algumas das primeiras galáxias já libertavam elementos pesados…
Um exoplaneta “rebelde” que orbita na direção oposta à da sua estrela
O exoplaneta GJ 3090 b, um sub-Neptuno com cerca de 4,5 massas terrestres, apresenta uma órbita fort…
Resolvido um mistério acerca da formação do asteroide Bennu
Novas análises de amostras do asteroide Bennu revelam que o seu corpo progenitor se formou há cerca …
NASA monitoriza o peso da Terra, determina o centro de massa
A distribuição sazonal de água, gelo e ar faz oscilar o centro de massa da Terra em relação ao seu c…
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Juno deteta a última assinatura auroral das quatro maiores luas de Júpiter
Júpiter possui as auroras mais brilhantes e espetaculares do Sistema Solar. Perto dos seus polos, estas luzes cintilantes oferecem um vislumbre da forma como o planeta interage com o vento solar e com as luas "varridas" pelo campo magnético de Júpiter. Ao contrário das auroras da Terra, as maiores luas de Júpiter criam as suas próprias assinaturas aurorais na atmosfera do planeta - um fenómeno que a Lua da Terra não produz.
Ler Mais »As estrelas massivas preferem viver em pares mesmo em galáxias com baixa metalicidade
Estrelas massivas em galáxias pobres em metais têm frequentemente parceiras próximas, tal como as estrelas massivas da nossa Via Láctea, rica em metais. Os astrónomos utilizaram o VLT (Very Large Telescope) no Chile para monitorizar a velocidade de estrelas massivas na Pequena Nuvem de Magalhães.
Ler Mais »Dados de sismos marcianos revelam a natureza irregular do interior do Planeta Vermelho
Foram detetados, nas profundezas do planeta Marte, o que parecem ser fragmentos de impactos massivos no planeta, ocorridos há 4,5 mil milhões de anos. A descoberta foi feita graças ao módulo InSight da NASA, já aposentado, que registou os achados antes do fim da missão em 2022.
Ler Mais »Chandra revela o conflito interno de uma estrela antes da sua explosão
De acordo com um novo estudo do Observatório de raios X Chandra da NASA, o interior de uma estrela "deu voltas" antes de explodir de forma espetacular. Hoje, esta estrela estilhaçada, conhecida como o remanescente de supernova Cassiopeia A, é um dos objetos mais conhecidos e bem estudados do céu.
Ler Mais »Um massivo sistema estelar binário na Via Láctea
Uma equipa de astrónomos analisou com a maior precisão possível um dos pares de estrelas mais massivos da nossa Galáxia, conhecido como NGC 3603-A1. Utilizando dados de arquivo não publicados do Telescópio Espacial Hubble e novas observações, efetuadas com precisão, a equipa mediu as propriedades deste extraordinário sistema com um nível nunca antes alcançado.
Ler Mais »Webb investiga o complexo coração de uma borboleta cósmica
O Telescópio Espacial James Webb da NASA/ESA/CSA revelou novos pormenores do núcleo da Nebulosa Borboleta, NGC 6302. Desde o toro denso e poeirento que rodeia a estrela escondida no centro da nebulosa até aos seus jatos, as observações do Webb revelam muitas novas descobertas que pintam um retrato nunca antes visto de uma nebulosa planetária dinâmica e estruturada.
Ler Mais »Primeiro planeta, embebido num anel em formação, descoberto em torno de uma estrela semelhante ao Sol
Astrónomos descobriram, pela primeira vez, um exoplaneta que abriu uma lacuna no disco protoplanetário em torno da sua estrela. Esta observação rara fornece novos conhecimentos sobre a forma como os jovens planetas moldam o seu ambiente.
Ler Mais »Mapeando manchas estelares com o Kepler e com o TESS
Os cientistas desenvolveram um novo método para mapear as manchas de estrelas distantes, utilizando observações de planetas em órbita que cruzam a face das suas estrelas. O modelo baseia-se numa técnica que os investigadores utilizam há décadas para estudar as manchas estelares.
Ler Mais »Estrutura poeirenta explica o quase desaparecimento de uma estrela distante
As estrelas morrem e desaparecem de vista a toda a hora, mas os astrónomos ficaram intrigados quando uma estrela que se tinha mantido estável durante mais de uma década quase desapareceu durante oito meses.
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Depois do eclipse de 12 agosto: os próximos alinhamentos que vão marcar o céu
O eclipse solar total de 12 de agosto de 2026 marca o início de uma sequência de alinhamentos interessantes. Aqui ficam mais informações acerca dos próximos eclipses solares e lunares visíveis de Portugal.
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Eclipse solar de 12 de agosto: o que precisa de saber
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SETI@home: o mundo procurou ETs durante 21 anos; os cientistas focam-se agora em 100 sinais
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Hubble encontra pistas de um planeta de segunda geração
Dados de arquivo do Hubble revelaram indícios de um possível planeta de segunda geração no sistema da anã branca HS 0209+0832. A elevada abundância de nióbio sugere que o planeta se formou a partir de material expelido pela estrela durante a sua morte, em vez de ter nascido com ela, oferecendo pistas sobre uma possível segunda geração de sistemas planetários.
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Novas simulações sugerem que o Sistema Solar exterior poderá desintegrar-se muito mais cedo do que se pensava, devido às perdas irregulares de massa do Sol durante a sua evolução para anã branca. Cerca de 90% das simulações indicam a destruição ou dispersão dos planetas gigantes nos primeiros três mil milhões de anos após essa transformação.
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O buraco negro da Via Láctea foi o “grito de nascimento” da radioastronomia
A primeira imagem do buraco negro supermassivo no centro da nossa Galáxia, a Via Láctea, traz a radioastronomia de volta ao seu local de nascimento celeste. O EHT (Event Horizon …
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NASA conclui que micróbios associados ao ser humano podem sobreviver no polo sul da Lua
Um estudo da NASA concluiu que alguns microrganismos terrestres transportados inadvertidamente por astronautas poderão sobreviver em zonas permanentemente à sombra do polo sul da Lua. A descoberta reforça a necessidade de controlar a contaminação biológica, que poderá dificultar a distinção entre material lunar autóctone e organismos trazidos da Terra - uma preocupação que se estende a Marte.
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Investigação sugere que a vida pode sobreviver sob a superfície de Marte e de algumas luas graças aos raios cósmicos
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A evolução da vida pode ter tido as suas origens no espaço sideral
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Como nasceram os primeiros buracos negros supermassivos do Universo
Novas simulações mostram que buracos negros supermassivos podem ter nascido de sementes extraordinariamente grandes em grupos densos de galáxias no Universo primitivo. A intensa radiação ultravioleta impediu a fragmentação das nuvens de gás, favorecendo o colapso direto em estrelas supermassivas e, depois, em buracos negros. O modelo também explica os misteriosos "Pequenos Pontos Vermelhos".
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Observações do James Webb mostram que algumas das primeiras galáxias já libertavam elementos pesados, como carbono e oxigénio, para o espaço apenas 500 milhões de anos após o Big Bang. A descoberta indica que o enriquecimento químico do Universo começou muito cedo, podendo explicar a dificuldade em encontrar estrelas da primeira geração.
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