Notícias mais recentes

Webb reduz possibilidades atmosféricas para o exoplaneta TRAPPIST-1 d

O exoplaneta TRAPPIST-1 d intriga os astrónomos que procuram mundos possivelmente habitáveis para lá do nosso Sistema Solar, porque é semelhante em tamanho à Terra, é rochoso e reside numa área em torno da sua estrela onde a água líquida, à sua superfície, é teoricamente possível. Mas, de acordo com um novo estudo que utiliza dados do Telescópio Espacial James Webb da NASA/ESA/CSA, não tem uma atmosfera semelhante à da Terra.

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Astrónomos avistam o “Olho de Sauron” no espaço profundo

Localizado a milhares de milhões de anos-luz de distância, o blazar PKS 1424+240 há muito que intriga os astrónomos. Destacava-se como o blazar emissor de neutrinos mais brilhante conhecido no céu — conforme identificado pelo Observatório de Neutrinos IceCube - e também brilhava em raios gama altamente energéticos observados por telescópios Cherenkov terrestres.

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A influência dos planetas pode atenuar a atividade solar

O nosso Sol é cerca de cinco vezes menos magneticamente ativo do que outras estrelas semelhantes - efetivamente, um caso especial. A razão para isso pode residir nos planetas do nosso Sistema Solar, afirmam investigadores do HZDR (Helmholtz-Zentrum Dresden-Rossendorf). Nos últimos dez anos, desenvolveram um modelo que deriva praticamente todos os ciclos de atividade conhecidos do Sol a partir da influência cíclica das forças de maré dos planetas.

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A água de um cometa contém pistas sobre a vida na Terra

Uma nova investigação revelou evidências convincentes de que a água de um cometa é muito semelhante à encontrada nos oceanos da Terra, oferecendo um novo apoio à ideia de que os cometas podem ter desempenhado um papel crucial no fornecimento de água - e possivelmente alguns dos ingredientes moleculares para a vida - ao nosso planeta.

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O buraco negro mais antigo do Universo: um monstro no início dos tempos

Uma equipa internacional de astrónomos identificou o buraco negro mais distante alguma vez confirmado. O buraco negro e a galáxia que lhe serve de casa, CAPERS-LRD-z9, estão presentes 500 milhões de anos após o Big Bang. Isto coloca-o 13,3 mil milhões de anos no passado, quando o nosso Universo tinha apenas 3% da sua idade atual. Como tal, constitui uma oportunidade única para estudar a estrutura e a evolução deste período enigmático.

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