O Telescópio Espacial James Webb identificou, em torno da jovem estrela EC 53, a formação de silicatos cristalinos na parte interna e quente do seu disco de gás e poeira. Ventos e jatos poderosos transportam estes cristais para as regiões externas e frias do disco, onde futuros cometas poderão formar-se, esclarecendo como cristais semelhantes surgem em cometas do nosso Sistema Solar.
Ler Mais »Hubble encontra pistas de um planeta de segunda geração
Dados de arquivo do Hubble revelaram indícios de um possível planeta de segunda geração no sistema d…
Astrónomos observam uma estrela a devorar lentamente uma anã castanha, a 300 anos-luz de distância
Astrónomos observaram pela primeira vez uma estrela de baixa massa a retirar lentamente matéria de u…
Cocktail cósmico: ALMA revela metanol exótico em torno de estrelas jovens
Observações do ALMA revelaram, pela primeira vez no espaço, metanol totalmente deuterado, uma forma …
O Sistema Solar tem uma nova esperança de vida e é mil milhões de vezes mais curta
Novas simulações sugerem que o Sistema Solar exterior poderá desintegrar-se muito mais cedo do que s…
Novo estudo reacende uma questão controversa: a Terra e Marte tiveram origens diferentes
Um novo estudo sugere que a Terra e Marte se formaram de maneiras diferentes. A análise da composiçã…
Telescópio Webb estuda colisões gigantescas que moldam os sistemas planetários
Observações do Telescópio James Webb revelaram novas pistas sobre as colisões violentas que marcaram…
MMX: a missão que vai trazer para a Terra pedaços de uma lua de Marte
A missão MMX da JAXA está pronta para ser lançada rumo a Marte no dia 19 de outubro de 2026. Transpo…
NGC 362D: duas descobertas que batem recordes lançam luz sobre a evolução dos pulsares de milissegundo
Astrónomos descobriram no sistema binário NGC 362D a mais jovem anã branca conhecida num sistema com…
Descartada a existência de planetas gigantes num sistema binário próximo
Uma análise de um século de observações do sistema binário 70 Ophiuchi, a 16 anos-luz, não encontrou…
A primeira imagem completa de formação planetária em ação
Observações do radiotelescópio ALMA revelaram, pela primeira vez, o gás a interagir diretamente com …
Cientistas descobrem atmosfera no mundo de lava mais frio identificado até à data
Astrónomos encontraram indícios de uma atmosfera em HD 3167 b, uma super-Terra rochosa situada a 154…
Telescópio Webb descobre que as primeiras galáxias já estavam a espalhar elementos pesados pelo Universo
Observações do James Webb mostram que algumas das primeiras galáxias já libertavam elementos pesados…
Um exoplaneta “rebelde” que orbita na direção oposta à da sua estrela
O exoplaneta GJ 3090 b, um sub-Neptuno com cerca de 4,5 massas terrestres, apresenta uma órbita fort…
Resolvido um mistério acerca da formação do asteroide Bennu
Novas análises de amostras do asteroide Bennu revelam que o seu corpo progenitor se formou há cerca …
NASA monitoriza o peso da Terra, determina o centro de massa
A distribuição sazonal de água, gelo e ar faz oscilar o centro de massa da Terra em relação ao seu c…
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ALMA revela a adolescência de novos mundos
Um novo levantamento ALMA captou as imagens mais nítidas de 24 discos de detritos em torno de outras estrelas, equivalentes à “adolescência” dos sistemas planetários. Estes discos mostram estruturas complexas, como múltiplos anéis, halos e arcos assimétricos, revelando uma fase turbulenta de colisões e migrações planetárias que ajuda a reconstruir a história violenta, e possivelmente comum, que também o Sistema Solar terá vivido.
Ler Mais »Estamos mais perto de resolver a tensão de Hubble
Uma equipa de cientistas propõe que campos magnéticos primordiais, presentes desde o início do Universo, podem ter acelerado a recombinação e alterado o fundo cósmico de micro-ondas, mudando a forma como se calcula a constante de Hubble. As simulações detalhadas com supercomputadores, combinadas com dados do Hubble, Planck e outros telescópios, mostram que a ideia é compatível com os testes atuais e pode ajudar a resolver a tensão de Hubble e a origem dos campos magnéticos cósmicos.
Ler Mais »O buraco negro da Via Láctea esconde um passado explosivo
O buraco negro supermassivo da nossa Galáxia é famoso por ser um dos mais fracos do Universo. Os resultados de um novo telescópio espacial mostram que pode nem sempre ter sido esse o caso. Sagitário A*, localizado no centro da Via Láctea, parece ter-se inflamado dramaticamente algures nas últimas centenas de anos, de acordo com as emissões de raios X observadas pelo telescópio espacial XRISM.
Ler Mais »Telescópio William Herschel descobre uma misteriosa barra de ferro na Nebulosa do Anel
Uma equipa europeia de astrónomos, liderada por investigadores da UCL (University College London) e da Universidade de Cardiff, descobriu uma estrutura misteriosa em forma de barra, feita de ferro, no interior da famosa Nebulosa do Anel (Messier 57). A análise com o instrumento WEAVE no Telescópio William Herschel revelou esta barra extensa de ferro, cuja origem ainda não é totalmente conhecida e que até pode estar ligada ao que resta de um planeta vaporizado.
Ler Mais »SETI@home: o mundo procurou ETs durante 21 anos; os cientistas focam-se agora em 100 sinais
Uma equipa da Universidade da Califórnia em Berkeley concluiu a análise dos dados do projeto SETI@home, que durante 21 anos usou computadores domésticos de voluntários espalhados por todo o mundo para procurar sinais de vida extraterrestre nos dados do radiotelescópio de Arecibo. Dos aproximadamente 12 mil milhões de sinais detetados, cerca de 100 foram identificados como candidatos interessantes, e estão agora a ser observados com o radiotelescópio FAST para possível confirmação.
Ler Mais »O Webb oferece um olhar sem precedentes sobre o coração da Galáxia do Compasso
A Galáxia do Compasso, uma galáxia a cerca de 13 milhões de anos-luz de distância, contém um buraco negro supermassivo ativo que continua a influenciar a sua evolução. Pensava-se que a maior fonte de luz infravermelha da região mais próxima do buraco negro eram os fluxos de matéria superaquecida que eram projetados para fora. Agora, novas observações do Telescópio Espacial James Webb da NASA, vistas aqui com uma nova imagem do Telescópio Espacial Hubble da NASA, fornecem evidências que invertem esta ideia, sugerindo que a maior parte do material quente e poeirento está, de facto, a alimentar o buraco negro central.
Ler Mais »Nascido na luz, em rumo à escuridão
O que sabemos sobre o nascimento de um buraco negro tem-se alinhado tradicionalmente com a nossa perceção dos próprios buracos negros: escuros, misteriosos e assustadoramente silenciosos, apesar da sua massa e influência. Os buracos negros de massa estelar nascem do colapso gravitacional final de estrelas massivas com várias dezenas de vezes a massa do nosso Sol que, ao contrário das estrelas menos massivas, não produzem brilhantes explosões de supernova.
Ler Mais »Astrónomos surpreendidos por onda de choque misteriosa em torno de estrela morta
O gás e a poeira ejetados pelas estrelas podem, nas condições certas, colidir com o meio circundante e criar uma onda de choque. Com o auxílio do VLT (Very Large Telescope) do ESO, os astrónomos capturaram imagens de uma onda de choque em torno de uma estrela morta - uma descoberta que os deixou intrigados. Segundo todos os mecanismos conhecidos, a pequena estrela morta RXJ0528+2838 não deveria ter este tipo de estrutura em seu redor. A descoberta, tão enigmática quanto impressionante, desafia a nossa compreensão de como as estrelas já mortas interagem com o meio que as rodeia.
Ler Mais »Satélite Pandora e CubeSats vão explorar exoplanetas e mais além
Uma nova nave espacial da NASA, denominada Pandora, já está a caminho para estudar as atmosferas de exoplanetas (ou mundos para além do nosso Sistema Solar) e das suas estrelas. Ao mesmo tempo, foram também lançados os satélites BlackCAT (Black Hole Coded Aperture Telescope) e SPARCS (Star-Planet Activity Research CubeSat), com o tamanho de caixas de sapatos.
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Depois do eclipse de 12 agosto: os próximos alinhamentos que vão marcar o céu
O eclipse solar total de 12 de agosto de 2026 marca o início de uma sequência de alinhamentos interessantes. Aqui ficam mais informações acerca dos próximos eclipses solares e lunares visíveis de Portugal.
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Hubble encontra pistas de um planeta de segunda geração
Dados de arquivo do Hubble revelaram indícios de um possível planeta de segunda geração no sistema da anã branca HS 0209+0832. A elevada abundância de nióbio sugere que o planeta se formou a partir de material expelido pela estrela durante a sua morte, em vez de ter nascido com ela, oferecendo pistas sobre uma possível segunda geração de sistemas planetários.
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Novas simulações sugerem que o Sistema Solar exterior poderá desintegrar-se muito mais cedo do que se pensava, devido às perdas irregulares de massa do Sol durante a sua evolução para anã branca. Cerca de 90% das simulações indicam a destruição ou dispersão dos planetas gigantes nos primeiros três mil milhões de anos após essa transformação.
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A primeira imagem do buraco negro supermassivo no centro da nossa Galáxia, a Via Láctea, traz a radioastronomia de volta ao seu local de nascimento celeste. O EHT (Event Horizon …
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NASA conclui que micróbios associados ao ser humano podem sobreviver no polo sul da Lua
Um estudo da NASA concluiu que alguns microrganismos terrestres transportados inadvertidamente por astronautas poderão sobreviver em zonas permanentemente à sombra do polo sul da Lua. A descoberta reforça a necessidade de controlar a contaminação biológica, que poderá dificultar a distinção entre material lunar autóctone e organismos trazidos da Terra - uma preocupação que se estende a Marte.
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Novo estudo diz que os processos não biológicos não explicam totalmente a matéria orgânica de Marte
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Como nasceram os primeiros buracos negros supermassivos do Universo
Novas simulações mostram que buracos negros supermassivos podem ter nascido de sementes extraordinariamente grandes em grupos densos de galáxias no Universo primitivo. A intensa radiação ultravioleta impediu a fragmentação das nuvens de gás, favorecendo o colapso direto em estrelas supermassivas e, depois, em buracos negros. O modelo também explica os misteriosos "Pequenos Pontos Vermelhos".
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Observações do James Webb mostram que algumas das primeiras galáxias já libertavam elementos pesados, como carbono e oxigénio, para o espaço apenas 500 milhões de anos após o Big Bang. A descoberta indica que o enriquecimento químico do Universo começou muito cedo, podendo explicar a dificuldade em encontrar estrelas da primeira geração.
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Lançado o Telescópio Espacial Nancy Grace Roman
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