Os astrónomos têm estado a analisar uma série de dados provenientes de satélites da NASA e de outras instalações, enquanto tentam descobrir o responsável por uma extraordinária explosão cósmica descoberta no dia 2 de julho. O evento foi um GRB ("gamma-ray burst"; em português "surto de raios gama"), a classe mais poderosa de explosões cósmicas. Mas enquanto a maioria dos GRBs dura apenas um minuto, este prolongou-se durante dias.
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“Impressões digitais” químicas revelam as histórias ocultas de estrelas massivas
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Webb revela a existência de poeira e água no ambiente extremo em torno do buraco negro central da Via Láctea
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Pela primeira vez, foram descobertos três buracos negros supermassivos numa única galáxia
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Sonda New Horizons encontra indícios de líquido recente na superfície de Plutão
Dados da sonda New Horizons sugerem que azoto líquido poderá ter fluído recentemente à superfície de…
Uma corrente cósmica de gás alimenta GW Orionis
Observações do radiotelescópio ALMA revelaram um enorme fluxo de gás, com cerca de 0,2 anos-luz, a a…
Os “pequenos pontos vermelhos” podem ser estrelas gigantes pulsantes que criaram buracos negros no início do Universo
Um novo estudo propõe que os misteriosos “pequenos pontos vermelhos” observados pelo James Webb no U…
Rara explosão estelar permite aos astrónomos assistir em primeira fila à morte de uma estrela massiva
Astrónomos observaram uma rara supernova durante as suas primeiras horas de evolução, obtendo uma vi…
Mercúrio tem cinturas de radiação temporárias
Cientistas descobriram que Mercúrio possui cinturas de radiação temporárias, contrariando a ideia de…
IXPE poderá ter comprovado uma teoria com 90 anos
O telescópio espacial IXPE da NASA poderá ter obtido a primeira evidência direta da birrefringência …
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Astrónomos descobriram que o asteroide (44) Nisa poderá ser o primeiro corpo conhecido com três lóbu…
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Webb deteta uma atmosfera espessa em torno de um escaldante mundo de lava
Investigadores, utilizando o Telescópio Espacial James Webb da NASA, detetaram as evidências mais fortes da existência de uma atmosfera num planeta rochoso para lá do nosso Sistema Solar. As observações da super-Terra ultraquente TOI-561 b sugerem que o exoplaneta está rodeado por um espesso manto de gases sobre um oceano global de magma.
Ler Mais »A primeira deteção, via rádio, de um tipo raro de supernova
Os astrónomos utilizaram o VLA (Very Large Array) da NSF (National Science Foundation) dos EUA para fazer uma descoberta sem precedentes, captando os primeiros sinais de rádio de uma classe rara de explosão estelar conhecida como supernova do Tipo Ibn. Este feito revela uma nova visão sobre os momentos finais da vida de estrelas massivas e proporciona um raro vislumbre dos últimos anos de uma estrela, anteriormente ocultos.
Ler Mais »Úrano e Neptuno podem ser gigantes rochosos
Uma equipa de investigadores da Universidade de Zurique e do NCCR PlanetS (National Centre of Competence in Research PlanetS) está a desafiar a nossa compreensão do interior dos planetas do Sistema Solar. A composição de Úrano e Neptuno, os dois planetas mais exteriores, pode ser mais rochosa e menos gelada do que se pensava.
Ler Mais »Webb identifica a supernova mais antiga até à data e mostra a galáxia que a acolhe
O Telescópio Espacial James Webb da NASA/ESA/CSA confirmou a origem de um clarão de luz conhecido como uma explosão de raios gama, gerado pela destruição de uma estrela massiva quando o Universo tinha apenas 730 milhões de anos.
Ler Mais »Buraco negro em erupção provoca ventos ultrarrápidos
Os principais telescópios espaciais de raios X, XMM-Newton e XRISM, detetaram uma extraordinária erupção de um buraco negro supermassivo. Numa questão de horas, o monstro gravitacional provocou ventos poderosos, lançando material para o espaço a uma velocidade impressionante de 60.000 quilómetros por segundo.
Ler Mais »Astrónomos encontram a primeira evidência direta de “estrelas monstruosas” na aurora cósmica
Há duas décadas que os astrónomos se interrogam sobre como é que os buracos negros supermassivos, que são alguns dos objetos mais brilhantes do Universo, podem existir menos de mil milhões de anos após o Big Bang. As estrelas normais simplesmente não conseguiriam criar buracos negros tão massivos com a rapidez necessária.
Ler Mais »Medindo o cloro e o potássio no remanescente de uma supernova
"Porque é que estamos aqui?" é a questão mais fundamental e persistente da humanidade. Traçar as origens dos elementos é uma tentativa direta de responder a esta questão ao seu nível mais profundo. Sabemos que muitos elementos são criados no interior de estrelas e supernovas, que depois os lançam no Universo, mas a origem de alguns elementos-chave tem permanecido um mistério."
Ler Mais »Astrónomos observam a explosão de estrelas em tempo real
Os astrónomos captaram imagens detalhadas e sem precedentes de duas explosões estelares - conhecidas como novas - poucos dias após a sua erupção. A descoberta fornece evidências diretas de que estas explosões são mais complexas do que se pensava, com múltiplos fluxos de material e, em alguns casos, atrasos dramáticos no processo de ejeção.
Ler Mais »Resolvido um mistério em torno das cinturas de radiação de Úrano
Cientistas do SwRI (Southwest Research Institute) pensam ter resolvido um mistério com 39 anos sobre as cinturas de radiação em torno de Úrano. Em 1986, quando a Voyager 2 fez o primeiro e único "flyby" por Úrano, mediu uma cintura de radiação de eletrões surpreendentemente forte a níveis significativamente mais elevados do que o previsto.
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Depois do eclipse de 12 agosto: os próximos alinhamentos que vão marcar o céu
O eclipse solar total de 12 de agosto de 2026 marca o início de uma sequência de alinhamentos interessantes. Aqui ficam mais informações acerca dos próximos eclipses solares e lunares visíveis de Portugal.
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Um novo estudo, apoiado por imagens captadas pela sonda Hera da ESA durante a passagem por Marte, revela que Deimos foi moldado por um único impacto violento de asteroide. O choque criou a sua grande depressão no polo sul e cobriu a lua com regolito, explicando o seu aspeto liso.
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Um novo estudo da Universidade de Portsmouth sugere que os ingredientes para formar planetas rochosos já existiam apenas 100 milhões de anos após o Big Bang. Supernovas das primeiras estrelas espalharam carbono, oxigénio, ferro e outros elementos, permitindo formar discos ricos em material sólido e água - e, potencialmente, mundos habitáveis - muito mais cedo do que se pensava.
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Descoberto o planeta mais ténue alguma vez observado a partir da Terra, após mais de 10 anos a “brincar às escondidas”
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Um estudo publicado na revista Astrobiology concluiu que os processos não biológicos conhecidos não explicam totalmente a abundância de substâncias orgânicas detetadas em amostras de rochas marcianas pelo rover Curiosity. Os investigadores combinaram dados, modelos e experiências em laboratório e consideram razoável a hipótese de que vida antiga possa ter contribuído para esses materiais orgânicos, embora sejam necessárias mais investigações.
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O telescópio James Webb descobriu poeira rica em silicatos e, pela primeira vez, água em torno da estrela evoluída IRS 3, situada a apenas 0,55 anos-luz de Sagitário A*. A descoberta mostra que, mesmo tão perto do buraco negro supermassivo central da Via Láctea, estrelas moribundas conseguem produzir e libertar material essencial à formação de futuras estrelas e planetas.
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Um novo estudo propõe que os misteriosos “pequenos pontos vermelhos” observados pelo James Webb no Universo primordial poderão ser estrelas supermassivas, com cerca de 100 mil vezes a massa do Sol. Pulsações violentas dessas estrelas criariam as densas conchas de gás observadas e, no fim, poderiam colapsar diretamente, formando as sementes dos primeiros buracos negros supermassivos.
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CCVAlg – Astronomia Centro Ciência Viva do Algarve – Astronomia


























