Observações muito rápidas levadas a cabo com o VLT (Very Large Telescope) do ESO revelaram a morte explosiva de uma estrela quando a explosão irrompia da superfície da estrela. Pela primeira vez, os astrónomos revelaram a forma da explosão na sua fugaz fase inicial. Esta fase inicial já não teria sido possível observar no dia a seguir e ajuda-nos a responder a uma série de questões sobre como é que as estrelas massivas explodem, transformando-se em supernovas.
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Fermi avista a fonte de energia das supernovas superluminosas
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Astrónomos descobrem a galáxia quimicamente mais primitiva do Universo jovem
Utilizando o Telescópio James Webb e lentes gravitacionais, astrónomos caracterizaram LAP1-B, a galá…
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O caçador de planetas da NASA, TESS, revela um céu noturno deslumbrante
A missão TESS da NASA divulgou o mapa mais completo do céu noturno alguma vez criado pela sonda, reu…
Este tranquilo enxame galáctico esconde um passado muito mais violento
Novas observações do observatório Chandra revelaram que o enxame de galáxias Abell 2029, antes consi…
Webb estuda galáxia primitiva que parece não girar
Astrónomos estudaram, com o telescópio James Webb, uma galáxia massiva do Universo primitivo que pra…
Astrónomos descobrem as origens de um par invulgar de planetas
Astrónomos do MIT estudaram o raro sistema TOI-1130, onde um "Júpiter quente" orbita juntamente com …
Voluntários duplicam a população conhecida de anãs castanhas
Voluntários do projeto de ciência cidadã Backyard Worlds: Planet 9 ajudaram a descobrir mais de 3000…
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Astrónomos investigam a composição da superfície de uma super-Terra próxima
Observações do telescópio James Webb revelaram que o exoplaneta rochoso LHS 3844 b tem uma superfíci…
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Astrónomos japoneses descobriram indícios de uma atmosfera ténue em torno do objeto transneptuniano …
Eclipses estelares lançam luz sobre possíveis novos mundos
O satélite TESS foi utilizado para identificar 27 candidatos a exoplanetas em sistemas binários, ana…
As estrelas jovens perdem brilho nos raios X com uma rapidez surpreendente
Recorrendo ao observatório Chandra, astrónomos descobriram que estrelas jovens semelhantes ao Sol pe…
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Explicada a misteriosa fusão “impossível” de dois enormes buracos negros
Em 2023, os astrónomos detetaram uma enorme colisão. Dois buracos negros de uma massa sem precedentes tinham chocado um com o outro a uma distância estimada de 7 mil milhões de anos-luz. As enormes massas e as rotações extremas dos buracos negros intrigaram os astrónomos. Não era suposto existirem buracos negros como estes.
Ler Mais »A expansão do Universo pode estar a abrandar, não a acelerar
Um novo estudo sugere que a expansão do Universo pode, de facto, ter começado a abrandar, em vez de acelerar a um ritmo cada vez maior, como se pensava anteriormente. Descobertas "notáveis" publicadas na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society lançam dúvidas sobre a teoria de longa data de que uma força misteriosa conhecida como "energia escura" está a afastar galáxias distantes cada vez mais depressa.
Ler Mais »Equipa mapeia a “meteorologia” numa anã castanha próxima com um detalhe sem precedentes
Investigadores da Universidade McGill e de instituições colaboradoras mapearam as características atmosféricas de uma anã castanha de massa planetária, um tipo de objeto celeste que não é nem uma estrela nem um planeta, existindo numa categoria intermédia.
Ler Mais »Novo estudo revê a nossa imagem dos planetas mais comuns na Galáxia
À medida que os telescópios se tornaram mais potentes, verificou-se que o nosso Sistema Solar não é o único: existem milhões de outros planetas na nossa Galáxia. Mas ainda estamos a tentar descobrir pistas sobre como eles realmente são.
Ler Mais »A maior e mais distante erupção de um buraco negro
As estrelas mais massivas do Universo estão destinadas a explodir como supernovas brilhantes antes de colapsarem em buracos negros. No entanto, uma estrela enorme parece nunca ter cumprido o seu destino; em jeito de ironia, a estrela aproximou-se demasiado de um buraco negro gigantesco, que a engoliu, desfazendo-a em pedaços.
Ler Mais »Estrelas envelhecidas podem estar a destruir os seus planetas mais próximos
De acordo com um novo estudo realizado por astrónomos da UCL (University College London) e da Universidade de Warwick, as estrelas velhas parecem estar a destruir os planetas gigantes que orbitam mais perto delas.
Ler Mais »Agora em 3D, mapas começam a colocar os exoplanetas em foco
Os astrónomos criaram o primeiro mapa tridimensional de um planeta em órbita de outra estrela, revelando uma atmosfera com zonas distintas de temperatura - uma delas tão abrasadora que decompõe o vapor de água.
Ler Mais »Experiências mostram a criação de água durante o processo de formação planetária
De acordo com uma nova investigação publicada na revista Nature por Francesca Miozzi e Anat Shahar, do Instituto Carnegie, o tipo de planeta mais abundante na nossa Galáxia poderá ser rico em água líquida devido a interações formativas entre oceanos de magma e atmosferas primitivas durante os seus primeiros anos.
Ler Mais »Qual é o aspeto das colisões entre buracos negros?
Aproximadamente duas vezes em cada 12 anos, a 3,5 mil milhões de anos-luz de distância, a luz equivalente a mil milhões de sóis brilha no céu noturno e depois desaparece nos meses seguintes. É um fenómeno que os astrónomos têm vindo a documentar desde o final da década de 1880, com origem numa galáxia conhecida como OJ 287.
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SETI@home: o mundo procurou ETs durante 21 anos; os cientistas focam-se agora em 100 sinais
Uma equipa da Universidade da Califórnia em Berkeley concluiu a análise dos dados do projeto SETI@home, que durante 21 anos usou computadores domésticos de voluntários espalhados por todo o mundo para procurar sinais de vida extraterrestre nos dados do radiotelescópio de Arecibo. Dos aproximadamente 12 mil milhões de sinais detetados, cerca de 100 foram identificados como candidatos interessantes, e estão agora a ser observados com o radiotelescópio FAST para possível confirmação.
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Observações ajudam a excluir quase por completo o impacto do asteroide 2024 YR4
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Utilizando a IA para traçar a evolução da ciência
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Uma colaboração internacional de astrónomos descobriu dois exoplanetas gigantes em órbitas invulgarmente longas em torno da jovem estrela HD 114082, que tem apenas 15 milhões de anos. O mais interior demora cerca de 225 dias a completar uma órbita e o outro cerca de 314 dias.
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A sonda Psyche da NASA realizou com sucesso uma passagem rasante por Marte para ganhar velocidade e ajustar a sua trajetória rumo ao asteroide metálico Psique, entre Marte e Júpiter. Durante o "flyby", captou milhares de imagens de Marte e testou os seus instrumentos científicos antes da chegada ao asteroide, prevista para 2029.
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A primeira imagem do buraco negro supermassivo no centro da nossa Galáxia, a Via Láctea, traz a radioastronomia de volta ao seu local de nascimento celeste. O EHT (Event Horizon …
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Um estudo publicado na revista Astrobiology concluiu que os processos não biológicos conhecidos não explicam totalmente a abundância de substâncias orgânicas detetadas em amostras de rochas marcianas pelo rover Curiosity. Os investigadores combinaram dados, modelos e experiências em laboratório e consideram razoável a hipótese de que vida antiga possa ter contribuído para esses materiais orgânicos, embora sejam necessárias mais investigações.
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As ondas gravitacionais revelam os segredos dos maiores buracos negros
Um estudo liderado pela Universidade de Cardiff sugere que os maiores buracos negros do Universo não nascem diretamente de estrelas em colapso, mas resultam de fusões sucessivas em enxames estelares extremamente densos. Dados de ondas gravitacionais revelam uma população distinta de buracos negros massivos com rotações caóticas, compatíveis com estas colisões violentas.
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Chandra e Webb “ligam” os pequenos pontos vermelhos
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Um núcleo galáctico ativo cujo brilho está a desvanecer a um ritmo extraordinariamente elevado
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Fermi avista a fonte de energia das supernovas superluminosas
O Telescópio Espacial Fermi detetou raios gama provenientes de supernovas extremamente energéticas, ajudando a identificar a sua fonte de energia. Os dados indicam que estas explosões são alimentadas por magnetares - estrelas de neutrões com campos magnéticos intensíssimos - capazes de injetar enormes quantidades de energia no material expelido pela supernova.
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CCVAlg – Astronomia Centro Ciência Viva do Algarve – Astronomia


























