O Telescópio Espacial Hubble observou, pela primeira vez, um pequeno cometa a inverter o sentido de rotação. A mudança foi causada por jatos irregulares de gás libertados pelo aquecimento solar, que atuam como "propulsores". Este comportamento extremo pode tornar o cometa instável e levar à sua destruição.
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Astrónomos observaram pela primeira vez uma estrela de baixa massa a retirar lentamente matéria de u…
Cocktail cósmico: ALMA revela metanol exótico em torno de estrelas jovens
Observações do ALMA revelaram, pela primeira vez no espaço, metanol totalmente deuterado, uma forma …
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Um novo estudo sugere que a Terra e Marte se formaram de maneiras diferentes. A análise da composiçã…
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MMX: a missão que vai trazer para a Terra pedaços de uma lua de Marte
A missão MMX da JAXA está pronta para ser lançada rumo a Marte no dia 19 de outubro de 2026. Transpo…
NGC 362D: duas descobertas que batem recordes lançam luz sobre a evolução dos pulsares de milissegundo
Astrónomos descobriram no sistema binário NGC 362D a mais jovem anã branca conhecida num sistema com…
Descartada a existência de planetas gigantes num sistema binário próximo
Uma análise de um século de observações do sistema binário 70 Ophiuchi, a 16 anos-luz, não encontrou…
A primeira imagem completa de formação planetária em ação
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Cientistas descobrem atmosfera no mundo de lava mais frio identificado até à data
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Telescópio Webb descobre que as primeiras galáxias já estavam a espalhar elementos pesados pelo Universo
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XRISM mede o vento quente da galáxia M82
O telescópio espacial XRISM mediu pela primeira vez a velocidade do gás extremamente quente expelido do centro da galáxia M82, onde ocorre intensa formação estelar. O vento atinge milhões de km/h e parece ser o principal motor do fluxo galáctico, ajudando a explicar como estas galáxias expulsam matéria e evoluem.
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Ler Mais »A rotação distingue os planetas gigantes das “estrelas falhadas”
Um estudo liderado pela Universidade Northwestern revelou que a velocidade de rotação distingue planetas gigantes de anãs castanhas ("estrelas falhadas"), que são difíceis de diferenciar. Os planetas giram muito mais depressa, enquanto as anãs castanhas são travadas por campos magnéticos. Esta diferença sugere processos de formação distintos e fornece uma nova ferramenta para classificar estes objetos semelhantes.
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Foi descoberto, por astrónomos do Caltech, um sistema raro de duas anãs castanhas íntimas, onde uma está a transferir matéria para a outra, criando um ponto quente brilhante. Observado pelo ZTF (Zwicky Transient Facility), o sistema varia de brilho a cada ~57 minutos. Este processo poderá levar à fusão das duas ou à ignição de uma delas, formando uma nova estrela.
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O Telescópio Espacial Hubble captou, por acaso, o cometa C/2025 K1 (ATLAS) a desintegrar-se em vários fragmentos, apenas dias após a sua maior aproximação do Sol. Imagens obtidas ao longo de três dias mostram o núcleo a dividir-se e os pedaços a afastarem-se. Esta observação rara oferece uma visão inédita do interior e da fragilidade dos cometas de longo período.
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O eclipse solar total de 12 de agosto de 2026 marca o início de uma sequência de alinhamentos interessantes. Aqui ficam mais informações acerca dos próximos eclipses solares e lunares visíveis de Portugal.
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Observações do Telescópio James Webb permitiram confirmar, pela primeira vez, que as nuvens de água fora do Sistema Solar variam de espessura ao longo do tempo. O fenómeno foi detetado na anã castanha WISE 0855, a mais fria conhecida, situada a apenas 7,5 anos-luz, revelando semelhanças entre a sua atmosfera e os padrões meteorológicos de Júpiter.
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Novas simulações sugerem que o Sistema Solar exterior poderá desintegrar-se muito mais cedo do que se pensava, devido às perdas irregulares de massa do Sol durante a sua evolução para anã branca. Cerca de 90% das simulações indicam a destruição ou dispersão dos planetas gigantes nos primeiros três mil milhões de anos após essa transformação.
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Dados de arquivo do Hubble revelaram indícios de um possível planeta de segunda geração no sistema da anã branca HS 0209+0832. A elevada abundância de nióbio sugere que o planeta se formou a partir de material expelido pela estrela durante a sua morte, em vez de ter nascido com ela, oferecendo pistas sobre uma possível segunda geração de sistemas planetários.
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