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Estudo revela “braço de ferro” cósmico por trás das listras do Pulsar do Caranguejo

Um estudo liderado por um físico da Universidade do Kansas pode explicar o misterioso padrão de "riscas zebra" nas ondas de rádio do Pulsar do Caranguejo, observado há quase duas décadas. O fenómeno resulta de um "braço de ferro" entre gravidade e plasma: a gravidade foca as ondas enquanto o plasma as dispersa, criando padrões de interferência que produzem as bandas brilhantes e escuras observadas.

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Uma nova super-Terra num sistema planetário próximo

Uma equipa internacional liderada pelo IAC (Instituto de Astrofísica de Canarias) descobriu uma nova super-Terra no sistema da estrela HD 176986, a ~91 anos-luz de distância. Este planeta, designado HD 176986 d, tem uma massa mínima de cerca de 7 vezes a da Terra e orbita a estrela a cada 61,4 dias, aumentando o número total de planetas conhecidos neste sistema.

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Um trilião para um: estrelas gigantes, poeira minúscula

Astrónomos, usando o ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array e o JWST (James Webb Space Telescope), descobriram que algumas das estrelas mais massivas da Via Láctea produzem partículas de poeira de carbono extremamente pequenas - apenas alguns nanómetros de tamanho - no sistema binário WR 112. A diferença entre o tamanho da estrela e o da poeira é cerca de um trilião para um, oferecendo novas pistas sobre o ciclo da poeira cósmica.

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Maior imagem do seu tipo mostra química complexa no coração da Via Láctea

Os astrónomos usaram o ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array para captar a maior imagem de sempre da Zona Molecular Central da Via Láctea, revelando uma rede complexa de gás frio e filamentos químicos junto ao buraco negro supermassivo. Esta imagem detalhada permitirá estudar como as estrelas se formam em ambientes extremos e a química que alimenta estes processos.

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Webb localiza antiga estrela que explodiu como supernova

O Telescópio Espacial James Webb localizou, pela primeira vez, a estrela progenitora de uma supernova detetada em 2025 (designada SN 2025pht) na galáxia espiral NGC 1637. As imagens de arquivo obtidas pelo Hubble e pelo Webb mostram uma supergigante vermelha muito poeirenta no local onde a supernova agora brilha, explicando porque é que estrelas assim eram normalmente invisíveis a observatórios anteriores.

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Chandra apanha jovem “Sol” a soprar bolhas

Recorrendo ao Observatório de raios X Chandra, os astrónomos captaram pela primeira vez o que é considerado um “Sol jovem”, a estrela HD 61005, a soprar uma enorme bolha de gás quente no espaço chamada astrosfera - semelhante à heliosfera do nosso Sol. Esta estrela, com ~100 milhões de anos, tem um vento estelar muito mais forte, oferecendo pistas sobre como o Sol se comportava na sua juventude.

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Webb mapeia a misteriosa atmosfera superior de Úrano

O Telescópio Espacial James Webb mapeou, pela primeira vez, a estrutura vertical da atmosfera superior de Úrano, revelando como a temperatura e partículas carregadas variam com a altura até ~5000 km acima das nuvens. A observação mostra auroras moldadas pelo campo magnético inclinado do planeta e confirma que esta camada continua a arrefecer ao longo de décadas, oferecendo novas pistas sobre os gigantes gelados.

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Cientistas observam, pela primeira vez, uma galáxia medusa distante

Astrónomos da Universidade de Waterloo observaram pela primeira vez uma galáxia medusa tão distante, a cerca de 8,5 mil milhões de anos-luz, usando dados do Telescópio Espacial James Webb. A galáxia tem tentáculos de gás criados por pressão dinâmica no enxame galáctico, e estrelas jovens formam-se nessas caudas. O achado desafia ideias sobre como as galáxias evoluíram no Universo jovem.

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Porque é que apenas um pequeno número de planetas é adequado para a vida

Investigadores da ETH Zurique demonstraram que apenas um pequeno número de planetas tem a química essencial para a vida, porque a presença certa de oxigénio durante a formação do núcleo é necessária para manter fósforo e azoto na superfície - elementos essenciais à vida. A Terra aconteceu cair numa “zona química ideal”, sugerindo que muitos mundos aparentemente habitáveis podem, na realidade, ser inóspitos.

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Hubble, Euclid e Subaru descobrem uma “galáxia escura”

O Telescópio Espacial Hubble, em conjunto com o observatório Euclid e o telescópio Subaru, identificou uma das galáxias mais ténues conhecidas, chamada CDG-2. Este objecto, localizado no enxame galáctico de Perseu, é dominado por matéria escura e contém apenas algumas estrelas que brilham com a luz de 1 milhão de sóis, tendo sido detetado através dos seus enxames globulares.

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