Notícias mais recentes

Medindo o cloro e o potássio no remanescente de uma supernova

"Porque é que estamos aqui?" é a questão mais fundamental e persistente da humanidade. Traçar as origens dos elementos é uma tentativa direta de responder a esta questão ao seu nível mais profundo. Sabemos que muitos elementos são criados no interior de estrelas e supernovas, que depois os lançam no Universo, mas a origem de alguns elementos-chave tem permanecido um mistério."

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Astrónomos observam a explosão de estrelas em tempo real

Os astrónomos captaram imagens detalhadas e sem precedentes de duas explosões estelares - conhecidas como novas - poucos dias após a sua erupção. A descoberta fornece evidências diretas de que estas explosões são mais complexas do que se pensava, com múltiplos fluxos de material e, em alguns casos, atrasos dramáticos no processo de ejeção.

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Resolvido um mistério em torno das cinturas de radiação de Úrano

Cientistas do SwRI (Southwest Research Institute) pensam ter resolvido um mistério com 39 anos sobre as cinturas de radiação em torno de Úrano. Em 1986, quando a Voyager 2 fez o primeiro e único "flyby" por Úrano, mediu uma cintura de radiação de eletrões surpreendentemente forte a níveis significativamente mais elevados do que o previsto.

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Açúcares, “pastilha elástica” e poeira estelar encontrados nas amostras do asteroide Bennu

O asteroide Bennu continua a fornecer novas pistas para as maiores questões dos cientistas acerca da formação do Sistema Solar primitivo e das origens da vida. Como parte do estudo em curso de amostras imaculadas entregues à Terra pela nave espacial OSIRIS-REx da NASA, três novos artigos científicos apresentam descobertas notáveis: açúcares essenciais para a biologia, uma substância semelhante a pastilha elástica nunca antes vista em astromateriais e uma abundância inesperadamente elevada de poeira produzida por explosões de supernova.

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Fuga de hélio no exoplaneta WASP-107 b

Uma equipa internacional utilizou o Telescópio Espacial James Webb para observar nuvens gigantes de hélio a escaparem do exoplaneta WASP-107 b. A sua análise, publicada na revista Nature Astronomy, fornece pistas valiosas para compreender este fenómeno de fuga atmosférica, que influencia a evolução dos exoplanetas e molda algumas das suas características.

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Estudo identifica 400 enxames binários na Via Láctea

As estrelas formam-se normalmente em enxames, enxames estes que também se podem formar aos pares ou em grupos. Os enxames binários são definidos como pares de enxames abertos estreitamente associados tanto em termos de posição como de cinemática. Fornecem informações sobre o modo como as estrelas se formam dentro de nuvens moleculares gigantes, tornando-os indicadores importantes da formação estelar e da evolução dos enxames.

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Cientistas observam, pela primeira vez, a região mais interior de um “polar intermédio”

A cerca de 200 anos-luz da Terra, o núcleo de uma estrela morta está, como que numa dança cósmica macabra, a girar à volta de uma estrela maior. A estrela morta é um tipo de anã branca que exerce um poderoso campo magnético à medida que puxa o material da estrela maior para um rodopiante disco de acreção. O par em espiral é o que se chama um "polar intermédio" - um tipo de sistema estelar que emite um padrão complexo de radiação intensa, incluindo raios X, à medida que o gás da estrela maior cai sobre a outra.

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Após quase 100 anos, os cientistas podem ter detetado matéria escura

No início da década de 1930, o astrónomo suíço Fritz Zwicky observou galáxias no espaço a moverem-se mais rapidamente do que a sua massa deveria permitir, o que o levou a inferir a presença de um "andaime" invisível - a matéria escura - que mantém as galáxias coesas. Quase 100 anos depois, o Telescópio Espacial de Raios Gama Fermi da NASA poderá ter fornecido evidências diretas da existência de matéria escura, permitindo que a matéria invisível tenha sido "vista" pela primeira vez.

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Astrónomos descodificam o passado secreto de uma estrela

Astrónomos do Instituto de Astronomia da Universidade do Hawaii desvendaram o passado turbulento de uma gigante vermelha distante, escutando a sua "canção" celeste. Variações subtis no brilho da estrela sugerem que, potencialmente e em tempos, colidiu e fundiu-se com outra estrela, um evento explosivo que a deixou a girar rapidamente. Atualmente, orbita um buraco negro silencioso no sistema Gaia BH2.

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