Os astrónomos combinaram dados dos telescópios espaciais Chandra e James Webb para estudar os misteriosos "pequenos pontos vermelhos", objetos muito distantes no Universo primitivo. A deteção de raios X num deles, o que não acontece nos outros, sugere que são buracos negros supermassivos em crescimento, numa fase inicial envolta em gás denso.
Ler Mais »Neste exoplaneta semelhante a Júpiter podem existir nuvens de gelo de água
Astrónomos usaram o Telescópio Webb para estudar o exoplaneta gigante Epsilon Indi Ab, semelhante a Júpiter mas mais massivo e quente. Descobriram nuvens de gelo de água na sua atmosfera, algo ausente nos modelos atuais. O resultado revela maior complexidade atmosférica e melhora técnicas para estudar planetas tipo Terra no futuro.
Ler Mais »Entre a noite e o dia eternos, os rostos de dois primos da Terra
Observações do James Webb permitiram mapear, pela primeira vez, o clima de dois exoplanetas do sistema TRAPPIST-1. Estes mundos, com um lado em dia eterno e outro em noite permanente, apresentam diferenças extremas de temperatura, indicando a ausência de uma atmosfera e condições pouco favoráveis à habitabilidade.
Ler Mais »Webb redefine a linha divisória entre planetas e estrelas
Foram utilizadas observações do Telescópio Espacial James Webb para estudar o objeto 29 Cygni b, com cerca de 15 vezes a massa de Júpiter, situado no limite entre planetas e estrelas. Os dados indicam que se formou como um planeta, por acreção num disco de gás e poeira, ajudando a clarificar onde termina um planeta e começa uma estrela.
Ler Mais »Como é que isto aconteceu? Um planeta gigante orbita uma estrela pequena
Astrónomos estudaram o exoplaneta TOI-5205 b, um gigante gasoso do tamanho de Júpiter que orbita uma estrela anã vermelha muito pequena, algo considerado improvável. Observações com o telescópio Webb visam analisar a sua atmosfera e origem, desafiando os modelos atuais de formação planetária.
Ler Mais »Investigadores revelam uma nova classe de planetas fundidos
Cientistas da Universidade de Oxford identificaram um novo tipo de exoplaneta, representado por L 98-59 d, com um oceano global de magma que armazena grandes quantidades de enxofre no interior. Observações do Telescópio Webb mostram uma atmosfera rica em gases sulfurosos e baixa densidade. Este mundo não se encaixa nas categorias conhecidas, sugerindo uma nova classe de planetas e maior diversidade cósmica.
Ler Mais »Descartada a hipótese do asteroide 2024 YR4 colidir com a Lua
O asteroide 2024 YR4, com cerca de 60 m de diâmetro, chegou a ter uma probabilidade de ~4% de colidir com a Lua no dia 22 de dezembro de 2032. Novas observações feitas com o Telescópio Espacial James Webb permitiram calcular melhor a sua órbita e eliminar completamente esse risco. O objeto passará em segurança a mais de 20.000 km da Lua.
Ler Mais »Um trilião para um: estrelas gigantes, poeira minúscula
Astrónomos, usando o ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array e o JWST (James Webb Space Telescope), descobriram que algumas das estrelas mais massivas da Via Láctea produzem partículas de poeira de carbono extremamente pequenas - apenas alguns nanómetros de tamanho - no sistema binário WR 112. A diferença entre o tamanho da estrela e o da poeira é cerca de um trilião para um, oferecendo novas pistas sobre o ciclo da poeira cósmica.
Ler Mais »Webb localiza antiga estrela que explodiu como supernova
O Telescópio Espacial James Webb localizou, pela primeira vez, a estrela progenitora de uma supernova detetada em 2025 (designada SN 2025pht) na galáxia espiral NGC 1637. As imagens de arquivo obtidas pelo Hubble e pelo Webb mostram uma supergigante vermelha muito poeirenta no local onde a supernova agora brilha, explicando porque é que estrelas assim eram normalmente invisíveis a observatórios anteriores.
Ler Mais »Webb mapeia a misteriosa atmosfera superior de Úrano
O Telescópio Espacial James Webb mapeou, pela primeira vez, a estrutura vertical da atmosfera superior de Úrano, revelando como a temperatura e partículas carregadas variam com a altura até ~5000 km acima das nuvens. A observação mostra auroras moldadas pelo campo magnético inclinado do planeta e confirma que esta camada continua a arrefecer ao longo de décadas, oferecendo novas pistas sobre os gigantes gelados.
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