Tag Archives: JWST

Telescópio Webb estuda colisões gigantescas que moldam os sistemas planetários

Observações do Telescópio James Webb revelaram novas pistas sobre as colisões violentas que marcaram a formação dos planetas rochosos. Num estudo de 21 discos extremos de detritos, cerca de um-terço são ricos em sílica, sugerindo impactos altamente energéticos entre corpos com dimensões semelhantes às de Marte.

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Cientistas descobrem atmosfera no mundo de lava mais frio identificado até à data

Astrónomos encontraram indícios de uma atmosfera em HD 3167 b, uma super-Terra rochosa situada a 154 anos-luz, tornando-a o mundo de lava mais frio conhecido com uma atmosfera. O resultado ajuda a investigar a transição entre planetas com e sem atmosferas e oferece pistas sobre as condições da Terra primordial.

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Telescópio Webb descobre que as primeiras galáxias já estavam a espalhar elementos pesados pelo Universo

Observações do James Webb mostram que algumas das primeiras galáxias já libertavam elementos pesados, como carbono e oxigénio, para o espaço apenas 500 milhões de anos após o Big Bang. A descoberta indica que o enriquecimento químico do Universo começou muito cedo, podendo explicar a dificuldade em encontrar estrelas da primeira geração.

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Como nasceram os primeiros buracos negros supermassivos do Universo

Novas simulações mostram que buracos negros supermassivos podem ter nascido de sementes extraordinariamente grandes em grupos densos de galáxias no Universo primitivo. A intensa radiação ultravioleta impediu a fragmentação das nuvens de gás, favorecendo o colapso direto em estrelas supermassivas e, depois, em buracos negros. O modelo também explica os misteriosos "Pequenos Pontos Vermelhos".

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Cientistas descobrem como descodificar as condições meteorológicas em mundos distantes

Observações do Telescópio Espacial James Webb revelaram como funciona o "tempo" na atmosfera da anã castanha SIMP 0136, a cerca de 20 anos-luz. A maior parte das variações observadas deve-se a dois processos: mudanças de temperatura e da estrutura vertical das nuvens. Os dados revelam três estados meteorológicos recorrentes à medida que o objeto gira.

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Hubble e Webb descobrem que objetos distantes do Sistema Solar “lembram-se” do passado

Observações conjuntas dos telescópios Hubble e James Webb revelaram 27 pequenos objetos transneptunianos, alguns dos mais ténues já observados. As suas cores e tamanhos indicam que preservam características da época em que se formaram, há milhares de milhões de anos, oferecendo pistas sobre a formação dos planetesimais e dos planetas.

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Investigadores estudam um centauro que se transforma num cometa

O centauro 450P/LONEOS, a mais de 4,8 mil milhões de quilómetros da Terra, parece estar a iniciar a transformação num cometa. Observações do James Webb e do Gemini detetaram dióxido de carbono, poeira gelada e atividade térmica. Um encontro próximo com Saturno, em 1992, terá alterado a sua órbita, aproximando-o do Sol.

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Físicos reconstituem a colisão que deu origem a um buraco negro em fuga

Astrónomos reconstruíram a colisão que terá expulso da sua galáxia um buraco negro supermassivo, que atravessa o espaço a quase 1000 km/s, deixando atrás de si uma "cauda" de estrelas jovens com 200.000 anos-luz. As simulações indicam que resultou da fusão de dois buracos negros com rotações rápidas e desalinhadas.

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Estrelas “ocultas” tornam as primeiras galáxias muito mais massivas do que se pensava anteriormente

Recorrendo ao Telescópio James Webb, astrónomos da Universidade de Leiden descobriram que as primeiras galáxias massivas contêm muito mais estrelas pequenas e fracas do que se supunha. Esta população oculta revela que estas galáxias primitivas eram significativamente mais massivas - até quatro vezes mais -, desafiando os modelos de evolução do Universo.

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Webb revela a existência de poeira e água no ambiente extremo em torno do buraco negro central da Via Láctea

O telescópio James Webb descobriu poeira rica em silicatos e, pela primeira vez, água em torno da estrela evoluída IRS 3, situada a apenas 0,55 anos-luz de Sagitário A*. A descoberta mostra que, mesmo tão perto do buraco negro supermassivo central da Via Láctea, estrelas moribundas conseguem produzir e libertar material essencial à formação de futuras estrelas e planetas.

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