O asteroide 2024 YR4, com cerca de 60 m de diâmetro, chegou a ter uma probabilidade de ~4% de colidir com a Lua no dia 22 de dezembro de 2032. Novas observações feitas com o Telescópio Espacial James Webb permitiram calcular melhor a sua órbita e eliminar completamente esse risco. O objeto passará em segurança a mais de 20.000 km da Lua.
Ler Mais »Um trilião para um: estrelas gigantes, poeira minúscula
Astrónomos, usando o ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array e o JWST (James Webb Space Telescope), descobriram que algumas das estrelas mais massivas da Via Láctea produzem partículas de poeira de carbono extremamente pequenas - apenas alguns nanómetros de tamanho - no sistema binário WR 112. A diferença entre o tamanho da estrela e o da poeira é cerca de um trilião para um, oferecendo novas pistas sobre o ciclo da poeira cósmica.
Ler Mais »Webb localiza antiga estrela que explodiu como supernova
O Telescópio Espacial James Webb localizou, pela primeira vez, a estrela progenitora de uma supernova detetada em 2025 (designada SN 2025pht) na galáxia espiral NGC 1637. As imagens de arquivo obtidas pelo Hubble e pelo Webb mostram uma supergigante vermelha muito poeirenta no local onde a supernova agora brilha, explicando porque é que estrelas assim eram normalmente invisíveis a observatórios anteriores.
Ler Mais »Webb mapeia a misteriosa atmosfera superior de Úrano
O Telescópio Espacial James Webb mapeou, pela primeira vez, a estrutura vertical da atmosfera superior de Úrano, revelando como a temperatura e partículas carregadas variam com a altura até ~5000 km acima das nuvens. A observação mostra auroras moldadas pelo campo magnético inclinado do planeta e confirma que esta camada continua a arrefecer ao longo de décadas, oferecendo novas pistas sobre os gigantes gelados.
Ler Mais »Cientistas observam, pela primeira vez, uma galáxia medusa distante
Astrónomos da Universidade de Waterloo observaram pela primeira vez uma galáxia medusa tão distante, a cerca de 8,5 mil milhões de anos-luz, usando dados do Telescópio Espacial James Webb. A galáxia tem tentáculos de gás criados por pressão dinâmica no enxame galáctico, e estrelas jovens formam-se nessas caudas. O achado desafia ideias sobre como as galáxias evoluíram no Universo jovem.
Ler Mais »Os astrónomos podem ter acabado de encontrar um dos elos que faltavam na evolução das galáxias
Uma equipa de 48 astrónomos de 14 países, liderada pela Universidade de Massachusetts Amherst, descobriu uma população de galáxias empoeiradas e formadoras de estrelas que se formaram apenas mil milhões de anos após o Big Bang. Estas galáxias podem representar um “elo perdido” na evolução galáctica, ligando tipos diferentes e desafiando modelos atuais do Universo.
Ler Mais »Webb revela uma riqueza excecional de moléculas orgânicas
O Telescópio Espacial James Webb revelou uma riqueza excepcional de pequenas moléculas orgânicas no núcleo profundamente oculto da galáxia ultraluminosa IRAS 07251-0248, através de detalhada espetroscopia infravermelha. Foram detetados muitos hidrocarbonetos, incluindo benzene e o radical metilo, com abundâncias muito superiores ao esperado, sugerindo que os núcleos galácticos “ocultos” podem ser fábricas cósmicas de química orgânica complexa.
Ler Mais »Telescópio Webb descobre, no início do Universo, uma colisão de galáxias que ninguém esperava
Utilizando observações do Telescópio Espacial James Webb, investigadores identificaram um evento de fusão em curso com pelo menos cinco galáxias cerca de 800 milhões de anos após o Big Bang, juntamente com evidências de que a colisão estava a redistribuir elementos pesados para além das próprias galáxias.
Ler Mais »Webb olha mais para trás no tempo
O Telescópio Espacial James Webb da NASA/ESA/CSA superou-se mais uma vez, cumprindo a sua promessa de empurrar os limites do Universo observável para mais perto da aurora cósmica com a confirmação de uma galáxia brilhante que existiu 280 milhões de anos após o Big Bang.
Ler Mais »Webb encontra uma jovem estrela semelhante ao Sol a forjar e a expelir cristais comuns
O Telescópio Espacial James Webb identificou, em torno da jovem estrela EC 53, a formação de silicatos cristalinos na parte interna e quente do seu disco de gás e poeira. Ventos e jatos poderosos transportam estes cristais para as regiões externas e frias do disco, onde futuros cometas poderão formar-se, esclarecendo como cristais semelhantes surgem em cometas do nosso Sistema Solar.
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