Tag Archives: JWST

Telescópio Webb descobre uma nova lua em torno de Úrano

Utilizando o Telescópio Espacial James Webb da NASA, uma equipa liderada pelo SwRI (Southwest Research Institute) identificou uma lua anteriormente desconhecida em órbita de Úrano, elevando a família de satélites conhecidos do planeta para 29. A deteção foi feita durante uma observação do Webb a 2 de fevereiro de 2025.

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Nova teoria pode explicar os misteriosos “pequenos pontos vermelhos” no início do Universo

Astrónomos propuseram uma nova explicação para algumas das galáxias mais intrigantes do início do Universo, apelidadas de "pequenos pontos vermelhos". O estudo sugere que essas galáxias são o resultado de halos de matéria escura que giram muito lentamente, uma estrutura cósmica extremamente rara.

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Webb reduz possibilidades atmosféricas para o exoplaneta TRAPPIST-1 d

O exoplaneta TRAPPIST-1 d intriga os astrónomos que procuram mundos possivelmente habitáveis para lá do nosso Sistema Solar, porque é semelhante em tamanho à Terra, é rochoso e reside numa área em torno da sua estrela onde a água líquida, à sua superfície, é teoricamente possível. Mas, de acordo com um novo estudo que utiliza dados do Telescópio Espacial James Webb da NASA/ESA/CSA, não tem uma atmosfera semelhante à da Terra.

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Webb encontra novas evidências de um planeta em torno da gémea solar mais próxima

Astrónomos, recorrendo ao Telescópio Espacial James Webb da NASA/ESA/CSA, encontraram fortes evidências de um planeta gigante em órbita de uma estrela no sistema estelar mais próximo do nosso Sol. A apenas 4 anos-luz da Terra, o sistema estelar triplo Alpha Centauri há muito tempo que é um alvo atraente na busca por mundos para lá do nosso Sistema Solar.

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O buraco negro mais antigo do Universo: um monstro no início dos tempos

Uma equipa internacional de astrónomos identificou o buraco negro mais distante alguma vez confirmado. O buraco negro e a galáxia que lhe serve de casa, CAPERS-LRD-z9, estão presentes 500 milhões de anos após o Big Bang. Isto coloca-o 13,3 mil milhões de anos no passado, quando o nosso Universo tinha apenas 3% da sua idade atual. Como tal, constitui uma oportunidade única para estudar a estrutura e a evolução deste período enigmático.

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Planetas gigantes que flutuam livremente podem formar os seus próprios sistemas planetários

Uma nova investigação descobriu que os planetas gigantes que flutuam livremente têm o potencial de formar os seus próprios sistemas planetários em miniatura sem a necessidade de uma estrela. Recorrendo a observações do Telescópio Espacial James Webb, os cientistas investigaram jovens objetos isolados com massas de 5-10 vezes a massa de Júpiter.

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Detetado um proto-sub-Neptuno com uma atmosfera pobre em metais e um interior quente

Os astrónomos caracterizaram a atmosfera de um jovem exoplaneta em trânsito e descobriram que é invulgarmente limpa e inchada. Analisando as características atmosféricas do planeta, conseguiram medir com precisão a massa do planeta, ultrapassando as técnicas dinâmicas tradicionais, como a velocidade radial, que são pouco eficazes com estrelas jovens tão ativas.

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A galáxia “Infinity” e um novo buraco negro

Uma equipa de investigadores descobriu um objeto no espaço a que chamam galáxia "Infinity" - duas galáxias que recentemente colidiram e que, juntas, se assemelham ao símbolo do infinito. E no centro da "Infinity", embebido numa nuvem de gás, dizem, está um buraco negro supermassivo.

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Astrónomos observam pela primeira vez o nascimento de um novo sistema solar

Investigadores internacionais identificaram, pela primeira vez, o momento em que planetas se começaram a formar em torno de uma estrela que não o Sol. Com o auxílio do ALMA, do qual o ESO é parceiro, e do Telescópio Espacial James Webb, os astrónomos observaram a criação dos primeiros nódulos de matéria de formação planetária: minerais quentes que começam a solidificar-se.

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Webb “perfura” o Enxame da Bala, refina a sua massa

O Telescópio Espacial James Webb da NASA focou-se recentemente no Enxame da Bala - fornecendo imagens altamente detalhadas que mostram uma maior abundância de galáxias extremamente ténues e distantes do que nunca. Usando as nítidas observações no infravermelho próximo desta região, os investigadores mapearam de forma mais completa o conteúdo dos enxames de galáxias em colisão.

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