Observações dos telescópios espaciais Webb e Hubble revelaram que o objeto Terzan 5 não é um enxame globular comum, mas um raro "fragmento fóssil" da formação inicial da Via Láctea. O sistema contém quatro gerações distintas de estrelas, preservando um registo único dos primeiros estágios de formação da nossa Galáxia.
Ler Mais »Chandra descobre um possível remanescente de supernova no Centro Galáctico
Observações dos telescópios espaciais Chandra e XMM-Newton revelaram um possível remanescente de supernova perto do centro da Via Láctea, uma das regiões mais complexas da nossa Galáxia. Se a descoberta for confirmada, será um dos remanescentes de supernova mais próximos do buraco negro supermassivo Sagitário A*. Os dados sugerem que a explosão ocorreu há pelo menos 1700 anos e que a sua onda de choque continua a expandir-se através do meio interestelar.
Ler Mais »Webb encontra as evidências mais fortes até à data da existência de uma “estrela-buraco negro”
Utilizando o Telescópio James Webb e lentes gravitacionais, astrónomos obtiveram o espetro mais detalhado de um Pequeno ponto Vermelho, GLIMPSE-17775. Os dados fornecem a evidência mais forte até à data de que estes objetos misteriosos do início do Universo são buracos negros supermassivos envoltos num denso casulo de gás.
Ler Mais »Detetadas variações de temperatura no exoplaneta WASP-121 b
Com o Telescópio James Webb, astrónomos detetaram variações atmosféricas acentuadas entre o lado da manhã e o da noite no exoplaneta ultraquente WASP-121 b. Ventos fortes transportam calor para a zona do anoitecer, expandindo a atmosfera e destruindo moléculas de água devido às temperaturas extremas.
Ler Mais »Telescópio Webb mede, pela primeira vez, a massa de um buraco negro inativo no início do Universo
Graças ao Telescópio Espacial James Webb e ao efeito de lente gravitacional, os astrónomos mediram, pela primeira vez, a massa de um buraco negro supermassivo inativo no Universo primitivo. Com cerca de seis mil milhões de massas solares e situado a mais de 10 mil milhões de anos-luz, este objeto fornece novas pistas sobre a formação e evolução conjunta das galáxias e dos seus buracos negros.
Ler Mais »Webb revela um buraco negro que se formou antes da sua galáxia
Observações do telescópio James Webb revelaram um buraco negro supermassivo extremamente antigo que parece ter começado a formar-se antes da maior parte da sua galáxia hospedeira. A descoberta desafia os modelos tradicionais, que assumem que galáxias e buracos negros crescem em conjunto, e poderá alterar a compreensão da evolução do Universo primitivo.
Ler Mais »Apenas 1,2 mil milhões de anos após o Big Bang, as galáxias já eram moldadas pelo local onde se encontravam
Astrónomos descobriram que, apenas 1,2 mil milhões de anos após o Big Bang, as galáxias já eram fortemente influenciadas pelo ambiente à sua volta. Observações do telescópio Subaru mostram que galáxias em regiões densas evoluíam de forma diferente das mais isoladas, indicando que a "ecologia" cósmica começou muito cedo na história do Universo.
Ler Mais »A atmosfera de um planeta do tamanho de Saturno, mas com temperaturas moderadas, contém metano
O Telescópio James Webb foi utilizado para analisar, pela primeira vez e em detalhe, a atmosfera de TOI-199 b, um raro gigante gasoso do tamanho de Saturno mas com temperaturas relativamente moderadas, próximas das registadas nos locais mais quentes da Terra. Descobriram uma atmosfera rica em metano, com possíveis vestígios de amoníaco e dióxido de carbono, fornecendo pistas importantes sobre a formação e evolução de planetas gigantes.
Ler Mais »As origens de Nereida, a lua mais excêntrica de Neptuno
Observações do telescópio James Webb indicam que Nereida, uma das luas de Neptuno, não foi capturada da Cintura de Kuiper como se pensava. A sua composição sugere que se formou junto de Neptuno e que sobreviveu à captura de Tritão, sendo possivelmente a única lua original remanescente do sistema primitivo do planeta.
Ler Mais »Astrónomos “dissipam a neblina” das atmosferas de exoplanetas com um novo método de deteção de nuvens
Astrónomos da Universidade Johns Hopkins desenvolveram um novo método para detetar e separar o efeito das nuvens nas atmosferas de exoplanetas. Aplicado ao gigante gasoso WASP-94A b com o Telescópio James Webb, revelou um ciclo diário em que nuvens de silicatos se formam de manhã e desaparecem ao entardecer, permitindo medir com muito maior precisão a composição atmosférica do planeta.
Ler Mais »
CCVAlg – Astronomia Centro Ciência Viva do Algarve – Astronomia