Observações do instrumento GRAVITY+ revelaram novos detalhes sobre a atmosfera do jovem gigante gasoso Beta Pictoris b, mas frustraram a tentativa de determinar onde se formou. Os resultados põem em causa a utilização do rácio entre isótopos de carbono como indicador da origem dos planetas gigantes e sugerem que serão necessários novos métodos para desvendar a sua formação.
Ler Mais »Os campos magnéticos do pulsar do “Farol”
Pela primeira vez, o telescópio espacial IXPE da NASA mediu diretamente os campos magnéticos do pulsar da Nebulosa do Farol (PSR J1101−6101). As observações confirmam que as partículas altamente energéticas escapam ao longo das linhas do campo magnético da Via Láctea, ajudando a explicar como estes objetos extremos aceleram partículas e moldam o meio interestelar.
Ler Mais »O “fantasma” na concha de Oríon
Novas observações rádio da Nebulosa de Oríon revelaram estruturas até agora invisíveis, incluindo conchas em expansão, cavidades e filamentos de hidrogénio neutro. Os resultados mostram que esta região de formação estelar foi moldada por vários episódios de atividade estelar massiva, e não por uma única bolha em expansão, desafiando os modelos atuais de formação estelar.
Ler Mais »Mais velho que o Sol: astrónomos descobrem novas pistas para a origem do cometa interestelar 3I/ATLAS
Astrónomos utilizaram o Very Large Telescope do ESO para analisar, pela primeira vez, a composição química do cometa interestelar 3I/ATLAS. Os resultados indicam que se formou na periferia de uma estrela antiga, pobre em elementos pesados, sendo provavelmente muito mais velho do que o Sol. A descoberta oferece uma rara oportunidade para estudar um sistema planetário primordial de outra estrela.
Ler Mais »Euclid descobre o quasar mais antigo do Universo
O Euclid descobriu 31 dos quasares mais antigos de sempre. Dois destes, que são alimentados por buracos negros colossais, são os quasares mais antigos até agora observados na história do Universo. Brilhavam com a luz de um trilião de Sóis quando o Universo tinha 670 milhões de anos.
Ler Mais »Webb estuda como um planeta sobreviveu à morte da sua estrela
O Telescópio Espacial James Webb estudou um raro sistema onde um planeta sobreviveu à morte da sua estrela, agora uma anã branca. As observações revelam como o planeta resistiu à fase de gigante vermelha e como a sua órbita evoluiu. A descoberta oferece uma possível antevisão do destino do Sistema Solar dentro de milhares de milhões de anos.
Ler Mais »“Super-Terra” próxima pode ser uma candidata à vida mais promissora do que se pensava
Novas observações mostram que o exoplaneta GJ 3378 b tem apenas 2,3 vezes a massa da Terra, e não cinco vezes como se pensava. Sendo provavelmente um planeta rochoso na zona habitável da sua estrela, torna-se um dos melhores candidatos próximos para procurar água líquida e possíveis sinais de vida.
Ler Mais »Descoberta outra galáxia ténue nas proximidades de Andrómeda
Astrónomos descobriram Andromeda XXXVI, uma das galáxias satélite mais ténues alguma vez encontradas em torno da galáxia de Andrómeda. Com cerca de 12,5 mil milhões de anos e muito pobre em elementos pesados, esta "galáxia fóssil" preserva vestígios do Universo primitivo e poderá ajudar a testar os modelos de formação de galáxias e de matéria escura.
Ler Mais »Missão TESS descobre sistema planetário por via que lhe é inédita
Pela primeira vez, a missão TESS da NASA descobriu um planeta através de microlentes gravitacionais, em vez do método habitual dos trânsitos. O planeta Gaia23bra b é um "super-Júpiter" que orbita longe da sua estrela. A descoberta demonstra que os dados do TESS podem revelar muitos outros planetas antes considerados impossíveis de detetar com esta missão.
Ler Mais »Chandra e XMM-Newton revêem distância até aos braços espirais exteriores da Via Láctea
Os telescópios espaciais de raios X, XMM-Newton da ESA, e Chandra da NASA, mapearam os braços espirais exteriores da nossa Via Láctea medindo os ecos de raios X de três explosões cósmicas distantes, refletidos pela poeira galáctica. Os resultados revelam que dois destes braços espirais estão até 10% mais distantes do que se pensava.
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