Telescópios Profissionais

Os telescópios terrestres e espaciais não só transformaram a investigação astronómica, mas são eles próprios feitos impressionantes de engenharia. Acompanhe os métodos mais engenhosos de estudar o Universo.

O caçador de planetas da NASA, TESS, revela um céu noturno deslumbrante

A missão TESS da NASA divulgou o mapa mais completo do céu noturno alguma vez criado pela sonda, reunindo observações ao longo de oito anos. A imagem mostra quase 6000 exoplanetas confirmados ou candidatos, além da Via Láctea e galáxias vizinhas, destacando a enorme diversidade de mundos descobertos pela missão.

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Este tranquilo enxame galáctico esconde um passado muito mais violento

Novas observações do observatório Chandra revelaram que o enxame de galáxias Abell 2029, antes considerado extremamente calmo, teve um passado turbulento. Os dados mostram sinais de uma colisão com outro enxame há cerca de 4 mil milhões de anos, criando enormes estruturas em espiral no gás quente que preenche o enxame.

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Webb estuda galáxia primitiva que parece não girar

Astrónomos estudaram, com o telescópio James Webb, uma galáxia massiva do Universo primitivo que praticamente não gira - algo até agora associado apenas a galáxias muito mais recentes e evoluídas. A descoberta desafia os modelos atuais de formação galáctica e sugere que colisões entre galáxias podem alterar rapidamente a sua dinâmica.

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Astrónomos descobrem as origens de um par invulgar de planetas

Astrónomos do MIT estudaram o raro sistema TOI-1130, onde um "Júpiter quente" orbita juntamente com um mini-Neptuno, algo considerado improvável. Dados do telescópio James Webb revelaram que ambos se terão formado longe da estrela, numa região fria rica em gelo, migrando depois para o interior do sistema sem perderem as suas atmosferas.

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Voluntários duplicam a população conhecida de anãs castanhas

Voluntários do projeto de ciência cidadã Backyard Worlds: Planet 9 ajudaram a descobrir mais de 3000 novas anãs castanhas em dez anos, duplicando praticamente o número conhecido destes objetos celestes. As descobertas já revelaram tipos raros e ajudam a compreender melhor a estrutura e evolução da nossa Galáxia.

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As ondas gravitacionais revelam os segredos dos maiores buracos negros

Um estudo liderado pela Universidade de Cardiff sugere que os maiores buracos negros do Universo não nascem diretamente de estrelas em colapso, mas resultam de fusões sucessivas em enxames estelares extremamente densos. Dados de ondas gravitacionais revelam uma população distinta de buracos negros massivos com rotações caóticas, compatíveis com estas colisões violentas.

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Astrónomos investigam a composição da superfície de uma super-Terra próxima

Observações do telescópio James Webb revelaram que o exoplaneta rochoso LHS 3844 b tem uma superfície escura, muito quente e sem atmosfera, provavelmente composta por basalto semelhante ao da Lua ou Mercúrio. Os dados sugerem também pouca atividade geológica recente, tornando-o um mundo árido e geologicamente "morto".

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Eclipses estelares lançam luz sobre possíveis novos mundos

O satélite TESS foi utilizado para identificar 27 candidatos a exoplanetas em sistemas binários, analisando variações no momento dos eclipses entre estrelas. O método dos astrónomos permite detetar planetas invisíveis às técnicas tradicionais de trânsito e poderá revelar muitos novos mundos em sistemas com "dois sóis".

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As estrelas jovens perdem brilho nos raios X com uma rapidez surpreendente

Recorrendo ao observatório Chandra, astrónomos descobriram que estrelas jovens semelhantes ao Sol perdem o brilho em raios X muito mais rapidamente do que se pensava. Este “apaziguamento” ocorre devido à menor eficiência dos seus campos magnéticos e pode favorecer a habitabilidade, já que menos radiação intensa preserva melhor as atmosferas dos planetas.

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Chandra e Webb “ligam” os pequenos pontos vermelhos

Os astrónomos combinaram dados dos telescópios espaciais Chandra e James Webb para estudar os misteriosos "pequenos pontos vermelhos", objetos muito distantes no Universo primitivo. A deteção de raios X num deles, o que não acontece nos outros, sugere que são buracos negros supermassivos em crescimento, numa fase inicial envolta em gás denso.

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