Investigadores revelaram uma estatística curiosa: os planetas mais comuns da Galáxia tendem a não orbitar as estrelas mais comuns da Galáxia. Em torno de anãs vermelhas pequenas, quase que não existem os chamados sub-Neptunos. Esta discrepância desafia os modelos atuais e sugere que a formação planetária depende mais do tipo de estrela do que se pensava.
Ler Mais »Desvendando o mistério da massa das jovens estrelas de Oríon
Astrónomos usaram radiotelescópios para medir com grande precisão a massa de estrelas jovens na região de Oríon, algo antes difícil devido ao gás e poeira envolventes. Os resultados revelam discrepâncias com modelos teóricos e ajudam a melhorar a compreensão da formação e evolução estelar.
Ler Mais »Neste exoplaneta semelhante a Júpiter podem existir nuvens de gelo de água
Astrónomos usaram o Telescópio Webb para estudar o exoplaneta gigante Epsilon Indi Ab, semelhante a Júpiter mas mais massivo e quente. Descobriram nuvens de gelo de água na sua atmosfera, algo ausente nos modelos atuais. O resultado revela maior complexidade atmosférica e melhora técnicas para estudar planetas tipo Terra no futuro.
Ler Mais »Determinando a idade de uma anã castanha através de minúsculas pulsações estelares
O Observatório W. M. Keck foi utilizado para estudar o sistema HR 7672 e determinar com precisão a idade da estrela (~2,3 mil milhões de anos) e da sua anã castanha companheira. Esta medição fornece um "relógio" raro que permite testar e melhorar modelos sobre a evolução e arrefecimento destes objetos intermédios.
Ler Mais »Astrónomos revelam sistema multiplanetário em constante mudança
Astrónomos da Universidade do Novo México descobriram um sistema planetário invulgar (TOI-201) com três corpos - uma super-Terra, um "Júpiter morno" e uma anã castanha - cujas órbitas mudam ao longo do tempo. Este comportamento raro permite observar, em tempo real, a evolução dinâmica de sistemas planetários.
Ler Mais »Entre a noite e o dia eternos, os rostos de dois primos da Terra
Observações do James Webb permitiram mapear, pela primeira vez, o clima de dois exoplanetas do sistema TRAPPIST-1. Estes mundos, com um lado em dia eterno e outro em noite permanente, apresentam diferenças extremas de temperatura, indicando a ausência de uma atmosfera e condições pouco favoráveis à habitabilidade.
Ler Mais »A maioria dos pares de estrelas nascem como gémeas cósmicas
Um estudo com observações ALMA de estrelas muito jovens indica que a maioria dos pares próximos de estrelas nasce junta no mesmo disco de gás e poeira, em vez de se formar separadamente e aproximar-se depois. Estas "gémeas cósmicas" resultam da fragmentação do disco e ajudam a explicar a formação de sistemas planetários.
Ler Mais »Webb redefine a linha divisória entre planetas e estrelas
Foram utilizadas observações do Telescópio Espacial James Webb para estudar o objeto 29 Cygni b, com cerca de 15 vezes a massa de Júpiter, situado no limite entre planetas e estrelas. Os dados indicam que se formou como um planeta, por acreção num disco de gás e poeira, ajudando a clarificar onde termina um planeta e começa uma estrela.
Ler Mais »Um núcleo galáctico ativo cujo brilho está a desvanecer a um ritmo extraordinariamente elevado
Os astrónomos observaram uma galáxia distante cujo núcleo ativo (buraco negro supermassivo) diminuiu drasticamente o seu brilho, cerca de 50 vezes, indicando uma rápida redução no fluxo de matéria que o alimenta. Este “desligar” raro ajuda a compreender como estes núcleos evoluem e podem tornar-se inativos.
Ler Mais »Os astrónomos pensavam que o Universo primitivo estava repleto de hidrogénio. Agora, encontraram-no
Foram identificados dezenas de milhares de enormes halos de hidrogénio em torno de galáxias no Universo primitivo, confirmando que este gás essencial para formar estrelas era abundante. A descoberta, baseada no projeto HETDEX, revela que estas estruturas são comuns e ajuda a compreender melhor o crescimento das primeiras galáxias.
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CCVAlg – Astronomia Centro Ciência Viva do Algarve – Astronomia