Astrónomos da Universidade de Warwick desenvolveram um método para estimar a massa de planetas recém-formados através dos anéis de poeira que os rodeiam. Ao analisar a posição e o brilho desses anéis, conseguem inferir a presença e o tamanho de planetas ainda invisíveis aos telescópios, abrindo novas possibilidades para estudar a formação de sistemas planetários.
Ler Mais »Webb revela um buraco negro que se formou antes da sua galáxia
Observações do telescópio James Webb revelaram um buraco negro supermassivo extremamente antigo que parece ter começado a formar-se antes da maior parte da sua galáxia hospedeira. A descoberta desafia os modelos tradicionais, que assumem que galáxias e buracos negros crescem em conjunto, e poderá alterar a compreensão da evolução do Universo primitivo.
Ler Mais »Apenas 1,2 mil milhões de anos após o Big Bang, as galáxias já eram moldadas pelo local onde se encontravam
Astrónomos descobriram que, apenas 1,2 mil milhões de anos após o Big Bang, as galáxias já eram fortemente influenciadas pelo ambiente à sua volta. Observações do telescópio Subaru mostram que galáxias em regiões densas evoluíam de forma diferente das mais isoladas, indicando que a "ecologia" cósmica começou muito cedo na história do Universo.
Ler Mais »GWTC-5.0 – o catálogo atualizado da LVK estabelece novos recordes na astronomia de ondas gravitacionais
A colaboração internacional LIGO-Virgo-KAGRA publicou o catálogo GWTC-5.0, adicionando 161 novos eventos de ondas gravitacionais e elevando o total para 390 deteções. Entre os destaques estão o sinal mais nítido já registado, a localização mais precisa de uma fonte e fortes indícios de buracos negros "de segunda geração", formados por fusões anteriores.
Ler Mais »A atmosfera de um planeta do tamanho de Saturno, mas com temperaturas moderadas, contém metano
O Telescópio James Webb foi utilizado para analisar, pela primeira vez e em detalhe, a atmosfera de TOI-199 b, um raro gigante gasoso do tamanho de Saturno mas com temperaturas relativamente moderadas, próximas das registadas nos locais mais quentes da Terra. Descobriram uma atmosfera rica em metano, com possíveis vestígios de amoníaco e dióxido de carbono, fornecendo pistas importantes sobre a formação e evolução de planetas gigantes.
Ler Mais »As origens de Nereida, a lua mais excêntrica de Neptuno
Observações do telescópio James Webb indicam que Nereida, uma das luas de Neptuno, não foi capturada da Cintura de Kuiper como se pensava. A sua composição sugere que se formou junto de Neptuno e que sobreviveu à captura de Tritão, sendo possivelmente a única lua original remanescente do sistema primitivo do planeta.
Ler Mais »Astrónomos “dissipam a neblina” das atmosferas de exoplanetas com um novo método de deteção de nuvens
Astrónomos da Universidade Johns Hopkins desenvolveram um novo método para detetar e separar o efeito das nuvens nas atmosferas de exoplanetas. Aplicado ao gigante gasoso WASP-94A b com o Telescópio James Webb, revelou um ciclo diário em que nuvens de silicatos se formam de manhã e desaparecem ao entardecer, permitindo medir com muito maior precisão a composição atmosférica do planeta.
Ler Mais »Identificados os exoplanetas com maior período orbital entre os que transitam estrelas jovens
Uma colaboração internacional de astrónomos descobriu dois exoplanetas gigantes em órbitas invulgarmente longas em torno da jovem estrela HD 114082, que tem apenas 15 milhões de anos. O mais interior demora cerca de 225 dias a completar uma órbita e o outro cerca de 314 dias.
Ler Mais »Fermi avista a fonte de energia das supernovas superluminosas
O Telescópio Espacial Fermi detetou raios gama provenientes de supernovas extremamente energéticas, ajudando a identificar a sua fonte de energia. Os dados indicam que estas explosões são alimentadas por magnetares - estrelas de neutrões com campos magnéticos intensíssimos - capazes de injetar enormes quantidades de energia no material expelido pela supernova.
Ler Mais »Astrónomos descobrem a galáxia quimicamente mais primitiva do Universo jovem
Utilizando o Telescópio James Webb e lentes gravitacionais, astrónomos caracterizaram LAP1-B, a galáxia quimicamente mais primitiva já detetada no início do Universo. Com cerca de 13 mil milhões de anos, possui um teor de oxigénio de apenas 1/240 do solar, sendo considerada uma "antecessora" das galáxias fósseis perto da Via Láctea.
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