Um novo estudo sugere que as pequenas luas interiores de Neptuno são os fragmentos de antigos mundos gelados destruídos por colisões violentas. Simulações mostram que estes satélites poderão ter sido formados a partir dos destroços de luas maiores, remodelando a compreensão da história dinâmica do sistema de Neptuno e da evolução dos satélites dos planetas gigantes.
Ler Mais »Descoberta a evidência mais forte até à data que Betelgeuse possui uma companheira
Astrónomos obtiveram a evidência mais convincente de que Betelgeuse possui uma estrela companheira. Observações do Very Large Telescope do ESO revelaram diretamente este astro, procurado há cerca de um século para explicar as variações de brilho da supergigante vermelha. A descoberta ajudará a compreender a evolução de Betelgeuse e a futura explosão de supernova.
Ler Mais »Hubble mostra que a formação estelar na Galáxia de Andrómeda está a abrandar
Dados do telescópio Hubble revelam que a formação de estrelas na galáxia de Andrómeda está a abrandar há 500 milhões de anos, com uma queda acentuada nos últimos 40 milhões. Esta desaceleração, concentrada num anel de formação estelar, pode ter sido influenciada por uma interação com a galáxia satélite M32.
Ler Mais »O Webb explora a árvore genealógica dos pequenos pontos vermelhos
Astrónomos usaram os telescópios James Webb e Hubble para estudar a galáxia espiral Saguaro, descobrindo que os misteriosos pequenos pontos vermelhos correspondem a uma fase temporária de buracos negros supermassivos hiperativos, cuja galáxia hospedeira fica invisível a grandes distâncias devido a limitações de observação.
Ler Mais »Deteção de nova “exolua” desafia definições cósmicas
Astrónomos encontraram fortes indícios do que poderá ser a primeira exolua alguma vez detetada. O objeto, com massa pelo menos igual à de Júpiter, orbita uma anã castanha que, por sua vez, orbita uma estrela. Esta configuração invulgar desafia as definições tradicionais de planeta, lua e estrela, podendo obrigar a repensar a classificação destes corpos celestes.
Ler Mais »Detetada a primeira atmosfera num exoplaneta rochoso situado na zona habitável
Astrónomos detetaram, pela primeira vez, uma atmosfera em torno de um planeta rochoso situado na zona habitável da sua estrela. O exoplaneta LHS 1140 b, a 48 anos-luz da Terra, conserva uma atmosfera rica em hélio, reforçando a possibilidade de existirem mundos semelhantes à Terra capazes de manter condições favoráveis à vida.
Ler Mais »Estudo revela que um asteroide próximo da Terra é, na verdade, um cometa
Um estudo da NASA revelou que o objeto próximo da Terra 1998 SH2, tido como um asteroide, é afinal um cometa ativo. A sua trajetória sofre desvios causados pela libertação de gases, o que permitiu aos astrónomos detetar uma ténue cauda recorrendo a potentes telescópios terrestres.
Ler Mais »Descoberto o planeta mais ténue alguma vez observado a partir da Terra, após mais de 10 anos a “brincar às escondidas”
Astrónomos descobriram Beta Pictoris d, o exoplaneta mais ténue alguma vez fotografado diretamente a partir da Terra. Com apenas 2,4 massas de Júpiter, esteve escondido durante mais de uma década em imagens de arquivo do Very Large Telescope. A descoberta demonstra o enorme potencial dos arquivos astronómicos para revelar novos mundos.
Ler Mais »Hubble descobre o primeiro dos buracos negros “desaparecidos” de um enxame globular
Recorrendo a dados dos telescópios Hubble e James Webb, os astrónomos descobriram o primeiro buraco negro de massa estelar no enxame globular Omega Centauri. O objeto, batizado oMEGACat BH-2, orbita uma estrela visível a cada 94 anos, ajudando a compreender a evolução e formação destes misteriosos corpos celestes.
Ler Mais »Estrelas mortas na nossa vizinhança cósmica: cientistas descobrem quatro anãs brancas escondidas mesmo debaixo do nosso nariz
Foram identificadas quatro anãs brancas ocultas em sistemas binários a menos de 65 anos-luz da Terra, incluindo a nona mais próxima do Sol. Escondidas pelo brilho das suas companheiras anãs vermelhas, estas “estrelas mortas” passaram despercebidas durante décadas. A descoberta mostra que a nossa vizinhança cósmica ainda guarda surpresas e sugere que poderão existir mais sistemas semelhantes por encontrar.
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