O Telescópio Espacial Nancy Grace Roman, da NASA, foi lançado com sucesso a bordo de um Falcon Heavy e iniciou uma viagem de três meses até à sua órbita. Com um campo de visão muito superior ao do Hubble e visão infravermelha, estudará a matéria e energia escuras, exoplanetas e a evolução do Universo.
Ler Mais »Será que os buracos negros fingem ter grandes massas?
Um novo estudo sugere que o sinal de ondas gravitacionais GW231123 poderá ter sido ampliado e distorcido por uma lente gravitacional, fazendo os dois buracos negros parecerem mais massivos do que realmente são. Em vez de cerca de 100 e 140 massas solares, o sistema teria aproximadamente 140 massas solares no total, tornando a sua formação menos difícil de explicar.
Ler Mais »Fique a conhecer o Telescópio Espacial Nancy Grace Roman
O Telescópio Espacial Nancy Grace Roman, da NASA, será lançado a 30 de agosto para estudar a energia escura, a matéria escura e a evolução do Universo. Com um campo de visão muito superior ao do Hubble, realizará grandes levantamentos infravermelhos, investigará exoplanetas e produzirá vastas quantidades de dados astronómicos.
Ler Mais »Físicos reconstituem a colisão que deu origem a um buraco negro em fuga
Astrónomos reconstruíram a colisão que terá expulso da sua galáxia um buraco negro supermassivo, que atravessa o espaço a quase 1000 km/s, deixando atrás de si uma "cauda" de estrelas jovens com 200.000 anos-luz. As simulações indicam que resultou da fusão de dois buracos negros com rotações rápidas e desalinhadas.
Ler Mais »Descoberta anomalia térmica sob o polo sul de Marte
Dados gravitacionais de três missões da NASA revelaram uma surpreendente assimetria no interior de Marte: o hemisfério sul é 200 a 400 °C mais quente do que o norte e poderá estar parcialmente fundido. A descoberta, obtida através de "tomografia de marés", poderá explicar anomalias magnéticas e sísmicas e fornecer novas pistas sobre a evolução e o passado aquático de Marte.
Ler Mais »Estrelas “ocultas” tornam as primeiras galáxias muito mais massivas do que se pensava anteriormente
Recorrendo ao Telescópio James Webb, astrónomos da Universidade de Leiden descobriram que as primeiras galáxias massivas contêm muito mais estrelas pequenas e fracas do que se supunha. Esta população oculta revela que estas galáxias primitivas eram significativamente mais massivas - até quatro vezes mais -, desafiando os modelos de evolução do Universo.
Ler Mais »A estrela mais rápida da Via Láctea orbita tão perto do nosso buraco negro supermassivo que sente a sua rotação
Astrónomos descobriram a estrela S301, a mais rápida conhecida na Via Láctea, orbitando o buraco negro supermassivo Sagitário A*. A estrela atinge cerca de 25.000 km/s e aproxima-se a apenas 1,78 mil milhões de quilómetros do buraco negro. A sua órbita poderá permitir medir, pela primeira vez, a rotação de Sagitário A* e testar a relatividade geral.
Ler Mais »Hubble e Gaia desvendam o mistério de uma fusão nos primeiros anos da Via Láctea
Há cerca de 12 mil milhões de anos, uma galáxia anã conhecida como LKH (à esquerda) colidiu com uma Via Láctea ainda jovem (à direita) e fundiu-se com ela. Esta representação artística retrata essa colisão. O Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA descobriu evidências conclusivas desta colisão ocorrida há muito tempo, …
Ler Mais »Webb revela a existência de poeira e água no ambiente extremo em torno do buraco negro central da Via Láctea
O telescópio James Webb descobriu poeira rica em silicatos e, pela primeira vez, água em torno da estrela evoluída IRS 3, situada a apenas 0,55 anos-luz de Sagitário A*. A descoberta mostra que, mesmo tão perto do buraco negro supermassivo central da Via Láctea, estrelas moribundas conseguem produzir e libertar material essencial à formação de futuras estrelas e planetas.
Ler Mais »Pela primeira vez, foram descobertos três buracos negros supermassivos numa única galáxia
Pela primeira vez, graças ao telescópio James Webb, foram detetados três buracos negros supermassivos ativos numa única galáxia, J0148-4214, observada apenas 1,2 mil milhões de anos após o Big Bang. Dois encontram-se no centro, separados por 620 anos-luz, enquanto o terceiro está mais afastado. A descoberta sugere que fusões galácticas ajudaram a acelerar o crescimento dos primeiros buracos negros supermassivos.
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