Há cerca de 12 mil milhões de anos, uma galáxia anã conhecida como LKH (à esquerda) colidiu com uma Via Láctea ainda jovem (à direita) e fundiu-se com ela. Esta representação artística retrata essa colisão. O Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA descobriu evidências conclusivas desta colisão ocorrida há muito tempo, …
Ler Mais »Webb revela a existência de poeira e água no ambiente extremo em torno do buraco negro central da Via Láctea
O telescópio James Webb descobriu poeira rica em silicatos e, pela primeira vez, água em torno da estrela evoluída IRS 3, situada a apenas 0,55 anos-luz de Sagitário A*. A descoberta mostra que, mesmo tão perto do buraco negro supermassivo central da Via Láctea, estrelas moribundas conseguem produzir e libertar material essencial à formação de futuras estrelas e planetas.
Ler Mais »Pela primeira vez, foram descobertos três buracos negros supermassivos numa única galáxia
Pela primeira vez, graças ao telescópio James Webb, foram detetados três buracos negros supermassivos ativos numa única galáxia, J0148-4214, observada apenas 1,2 mil milhões de anos após o Big Bang. Dois encontram-se no centro, separados por 620 anos-luz, enquanto o terceiro está mais afastado. A descoberta sugere que fusões galácticas ajudaram a acelerar o crescimento dos primeiros buracos negros supermassivos.
Ler Mais »Sonda New Horizons encontra indícios de líquido recente na superfície de Plutão
Dados da sonda New Horizons sugerem que azoto líquido poderá ter fluído recentemente à superfície de Plutão. Fendas no glaciar Sputnik Planitia apresentam marcas semelhantes às deixadas por líquidos em glaciares terrestres. Modelos indicam que azoto derretido no interior do glaciar pode subir por canais e escorrer à superfície, revelando uma atividade geológica inesperada.
Ler Mais »Uma corrente cósmica de gás alimenta GW Orionis
Observações do radiotelescópio ALMA revelaram um enorme fluxo de gás, com cerca de 0,2 anos-luz, a alimentar o jovem sistema estelar triplo GW Orionis. O fluxo parece estar a inclinar o disco onde se formam os planetas, mostrando que estes sistemas podem ser moldados por correntes turbulentas de matéria e não evoluir de forma ordenada.
Ler Mais »Os “pequenos pontos vermelhos” podem ser estrelas gigantes pulsantes que criaram buracos negros no início do Universo
Um novo estudo propõe que os misteriosos “pequenos pontos vermelhos” observados pelo James Webb no Universo primordial poderão ser estrelas supermassivas, com cerca de 100 mil vezes a massa do Sol. Pulsações violentas dessas estrelas criariam as densas conchas de gás observadas e, no fim, poderiam colapsar diretamente, formando as sementes dos primeiros buracos negros supermassivos.
Ler Mais »Rara explosão estelar permite aos astrónomos assistir em primeira fila à morte de uma estrela massiva
Astrónomos observaram uma rara supernova durante as suas primeiras horas de evolução, obtendo uma visão sem precedentes dos instantes finais de uma estrela massiva. As observações revelam detalhes da violenta ejeção de matéria e da interação da onda de choque com o material em redor da estrela, ajudando a compreender melhor como estas explosões se iniciam e evoluem.
Ler Mais »IXPE poderá ter comprovado uma teoria com 90 anos
O telescópio espacial IXPE da NASA poderá ter obtido a primeira evidência direta da birrefringência do vácuo, um efeito previsto pela eletrodinâmica quântica há cerca de 90 anos. Ao observar a luz de raios X emitida pelo magnetar 1E 1547.0−5408, os cientistas detetaram sinais de que o intenso campo magnético altera as propriedades do próprio espaço vazio, confirmando uma das previsões mais extraordinárias da física moderna.
Ler Mais »O asteroide (44) Nisa pode ser o primeiro corpo celeste conhecido com três lóbulos
Astrónomos descobriram que o asteroide (44) Nisa poderá ser o primeiro corpo conhecido com três lóbulos unidos, em vez dos habituais dois. As observações revelaram também uma pequena lua até agora desconhecida. Esta configuração invulgar oferece novas pistas sobre a formação e evolução dos asteroides do Sistema Solar.
Ler Mais »A voracidade de um buraco negro termina numa indigestão cósmica
Os buracos negros são frequentemente retratados como glutões cósmicos que engolem tudo o que se aproxima demasiado. Mas novas observações de um surto dramático de um buraco negro sugerem que a realidade é muito mais complexa.
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