O Telescópio Espacial Nancy Grace Roman, da NASA, foi lançado com sucesso a bordo de um Falcon Heavy e iniciou uma viagem de três meses até à sua órbita. Com um campo de visão muito superior ao do Hubble e visão infravermelha, estudará a matéria e energia escuras, exoplanetas e a evolução do Universo.
Ler Mais »Fique a conhecer o Telescópio Espacial Nancy Grace Roman
O Telescópio Espacial Nancy Grace Roman, da NASA, será lançado a 30 de agosto para estudar a energia escura, a matéria escura e a evolução do Universo. Com um campo de visão muito superior ao do Hubble, realizará grandes levantamentos infravermelhos, investigará exoplanetas e produzirá vastas quantidades de dados astronómicos.
Ler Mais »Físicos reconstituem a colisão que deu origem a um buraco negro em fuga
Astrónomos reconstruíram a colisão que terá expulso da sua galáxia um buraco negro supermassivo, que atravessa o espaço a quase 1000 km/s, deixando atrás de si uma "cauda" de estrelas jovens com 200.000 anos-luz. As simulações indicam que resultou da fusão de dois buracos negros com rotações rápidas e desalinhadas.
Ler Mais »Descoberta anomalia térmica sob o polo sul de Marte
Dados gravitacionais de três missões da NASA revelaram uma surpreendente assimetria no interior de Marte: o hemisfério sul é 200 a 400 °C mais quente do que o norte e poderá estar parcialmente fundido. A descoberta, obtida através de "tomografia de marés", poderá explicar anomalias magnéticas e sísmicas e fornecer novas pistas sobre a evolução e o passado aquático de Marte.
Ler Mais »NASA conclui que micróbios associados ao ser humano podem sobreviver no polo sul da Lua
Um estudo da NASA concluiu que alguns microrganismos terrestres transportados inadvertidamente por astronautas poderão sobreviver em zonas permanentemente à sombra do polo sul da Lua. A descoberta reforça a necessidade de controlar a contaminação biológica, que poderá dificultar a distinção entre material lunar autóctone e organismos trazidos da Terra - uma preocupação que se estende a Marte.
Ler Mais »Estrelas “ocultas” tornam as primeiras galáxias muito mais massivas do que se pensava anteriormente
Recorrendo ao Telescópio James Webb, astrónomos da Universidade de Leiden descobriram que as primeiras galáxias massivas contêm muito mais estrelas pequenas e fracas do que se supunha. Esta população oculta revela que estas galáxias primitivas eram significativamente mais massivas - até quatro vezes mais -, desafiando os modelos de evolução do Universo.
Ler Mais »A passagem da sonda Hera por Marte ajudou num estudo sobre um impacto na lua Deimos
Um novo estudo, apoiado por imagens captadas pela sonda Hera da ESA durante a passagem por Marte, revela que Deimos foi moldado por um único impacto violento de asteroide. O choque criou a sua grande depressão no polo sul e cobriu a lua com regolito, explicando o seu aspeto liso.
Ler Mais »Webb revela a existência de poeira e água no ambiente extremo em torno do buraco negro central da Via Láctea
O telescópio James Webb descobriu poeira rica em silicatos e, pela primeira vez, água em torno da estrela evoluída IRS 3, situada a apenas 0,55 anos-luz de Sagitário A*. A descoberta mostra que, mesmo tão perto do buraco negro supermassivo central da Via Láctea, estrelas moribundas conseguem produzir e libertar material essencial à formação de futuras estrelas e planetas.
Ler Mais »Pela primeira vez, foram descobertos três buracos negros supermassivos numa única galáxia
Pela primeira vez, graças ao telescópio James Webb, foram detetados três buracos negros supermassivos ativos numa única galáxia, J0148-4214, observada apenas 1,2 mil milhões de anos após o Big Bang. Dois encontram-se no centro, separados por 620 anos-luz, enquanto o terceiro está mais afastado. A descoberta sugere que fusões galácticas ajudaram a acelerar o crescimento dos primeiros buracos negros supermassivos.
Ler Mais »Sonda New Horizons encontra indícios de líquido recente na superfície de Plutão
Dados da sonda New Horizons sugerem que azoto líquido poderá ter fluído recentemente à superfície de Plutão. Fendas no glaciar Sputnik Planitia apresentam marcas semelhantes às deixadas por líquidos em glaciares terrestres. Modelos indicam que azoto derretido no interior do glaciar pode subir por canais e escorrer à superfície, revelando uma atividade geológica inesperada.
Ler Mais »
CCVAlg – Astronomia Centro Ciência Viva do Algarve – Astronomia