Tal como uns carrinhos de choque cósmicos, os cientistas pensam que os primeiros tempos do nosso Sistema Solar foram uma época de violenta desordem, com planetesimais, asteroides e cometas a chocarem entre si e a bombardearem a Terra, a Lua e os outros planetas interiores com detritos. Agora, num marco histórico, o Telescópio Espacial Hubble captou diretamente imagens de colisões catastróficas semelhantes num sistema planetário próximo em torno de outra estrela, Fomalhaut.
Ler Mais »Proba-3 preenche a lacuna na observação solar
Tem sido um ano em cheio para a missão Proba-3 da ESA. A dupla de satélites já criou mais de 50 eclipses solares artificiais em órbita desde o início das operações da missão, há menos de um ano. Os dados resultantes confirmam a capacidade da Proba-3 para fornecer a peça do puzzle que faltava nas observações da enigmática atmosfera do Sol - a coroa solar.
Ler Mais »Webb observa um planeta cuja composição desafia todas as explicações
Cientistas, utilizando o Telescópio Espacial James Webb da NASA, observaram um tipo raro de exoplaneta, ou planeta para lá do nosso Sistema Solar, cuja composição atmosférica desafia a nossa compreensão de como foi formado. Oficialmente designado PSR J2322-2650b, este objeto de massa semelhante à de Júpiter parece ter uma atmosfera exótica, dominada por hélio e carbono, diferente de qualquer outra já observada.
Ler Mais »Um buraco negro devora uma estrela: missões descobrem surto recorde
Os astrónomos têm estado a analisar uma série de dados provenientes de satélites da NASA e de outras instalações, enquanto tentam descobrir o responsável por uma extraordinária explosão cósmica descoberta no dia 2 de julho. O evento foi um GRB ("gamma-ray burst"; em português "surto de raios gama"), a classe mais poderosa de explosões cósmicas. Mas enquanto a maioria dos GRBs dura apenas um minuto, este prolongou-se durante dias.
Ler Mais »Webb deteta uma atmosfera espessa em torno de um escaldante mundo de lava
Investigadores, utilizando o Telescópio Espacial James Webb da NASA, detetaram as evidências mais fortes da existência de uma atmosfera num planeta rochoso para lá do nosso Sistema Solar. As observações da super-Terra ultraquente TOI-561 b sugerem que o exoplaneta está rodeado por um espesso manto de gases sobre um oceano global de magma.
Ler Mais »Webb identifica a supernova mais antiga até à data e mostra a galáxia que a acolhe
O Telescópio Espacial James Webb da NASA/ESA/CSA confirmou a origem de um clarão de luz conhecido como uma explosão de raios gama, gerado pela destruição de uma estrela massiva quando o Universo tinha apenas 730 milhões de anos.
Ler Mais »Buraco negro em erupção provoca ventos ultrarrápidos
Os principais telescópios espaciais de raios X, XMM-Newton e XRISM, detetaram uma extraordinária erupção de um buraco negro supermassivo. Numa questão de horas, o monstro gravitacional provocou ventos poderosos, lançando material para o espaço a uma velocidade impressionante de 60.000 quilómetros por segundo.
Ler Mais »Astrónomos encontram a primeira evidência direta de “estrelas monstruosas” na aurora cósmica
Há duas décadas que os astrónomos se interrogam sobre como é que os buracos negros supermassivos, que são alguns dos objetos mais brilhantes do Universo, podem existir menos de mil milhões de anos após o Big Bang. As estrelas normais simplesmente não conseguiriam criar buracos negros tão massivos com a rapidez necessária.
Ler Mais »Medindo o cloro e o potássio no remanescente de uma supernova
"Porque é que estamos aqui?" é a questão mais fundamental e persistente da humanidade. Traçar as origens dos elementos é uma tentativa direta de responder a esta questão ao seu nível mais profundo. Sabemos que muitos elementos são criados no interior de estrelas e supernovas, que depois os lançam no Universo, mas a origem de alguns elementos-chave tem permanecido um mistério."
Ler Mais »Astrónomos observam a explosão de estrelas em tempo real
Os astrónomos captaram imagens detalhadas e sem precedentes de duas explosões estelares - conhecidas como novas - poucos dias após a sua erupção. A descoberta fornece evidências diretas de que estas explosões são mais complexas do que se pensava, com múltiplos fluxos de material e, em alguns casos, atrasos dramáticos no processo de ejeção.
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