Sondas e Missões Espaciais

A Humanidade lançou sondas até Marte e emissários como a New Horizons e as gémeas Voyager em grandes odisseias até aos confins do Sistema Solar. Também estudamos a vizinhança do Sol graças a observatórios espaciais topo-de-gama. Notícias sobre as nossas aventuras espaciais.

O Hubble volta a observar a Nebulosa do Caranguejo para acompanhar 25 anos de expansão

O Telescópio Espacial Hubble voltou a observar a Nebulosa do Caranguejo, remanescente de uma supernova registada em 1054, revelando com grande detalhe a sua evolução ao longo de 25 anos. As imagens mostram a expansão rápida dos seus filamentos e ajudam a compreender melhor a dinâmica deste objeto cósmico.

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XRISM resolve o mistério com 50 anos de uma estrela famosa

Observações de alta precisão do telescópio espacial XRISM revelaram que os raios X invulgares da estrela Gamma Cassiopeiae são gerados por uma anã branca invisível que consome material da estrela principal. Esta descoberta resolve um mistério de 50 anos e confirma um tipo de sistema binário há muito previsto.

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Os melhores locais para procurar vida extraterrestre: cientistas identificam 45 mundos semelhantes à Terra

Os astrónomos identificaram 45 exoplanetas rochosos com maior potencial para albergar vida, localizados na zona habitável das suas estrelas, onde pode existir água líquida. Usando dados da missão Gaia e do arquivo de exoplanetas da NASA, a equipa refinou a busca por mundos semelhantes à Terra, criando uma lista prioritária para futuras observações e missões de procura de vida extraterrestre.

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O Hubble capta, inesperadamente, um cometa a fragmentar-se

O Telescópio Espacial Hubble captou, por acaso, o cometa C/2025 K1 (ATLAS) a desintegrar-se em vários fragmentos, apenas dias após a sua maior aproximação do Sol. Imagens obtidas ao longo de três dias mostram o núcleo a dividir-se e os pedaços a afastarem-se. Esta observação rara oferece uma visão inédita do interior e da fragilidade dos cometas de longo período.

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Investigadores revelam uma nova classe de planetas fundidos

Cientistas da Universidade de Oxford identificaram um novo tipo de exoplaneta, representado por L 98-59 d, com um oceano global de magma que armazena grandes quantidades de enxofre no interior. Observações do Telescópio Webb mostram uma atmosfera rica em gases sulfurosos e baixa densidade. Este mundo não se encaixa nas categorias conhecidas, sugerindo uma nova classe de planetas e maior diversidade cósmica.

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Bennu: resolvido um mistério da superfície acidentada do asteroide

A missão OSIRIS-REx revelou que o asteroide Bennu tem uma superfície muito mais rochosa e irregular do que o previsto. Análises das amostras mostraram que as rochas possuem redes extensas de fissuras internas, que facilitam a perda de calor. Estas fraturas, e não apenas a porosidade, explicam o comportamento térmico inesperado do asteroide, resolvendo um mistério que intrigava os cientistas há anos.

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O Sol não está sozinho – escapou do Centro Galáctico juntamente com as suas “gémeas”

Astrónomos analisaram milhares de “gémeas solares” - estrelas muito semelhantes ao Sol - usando dados do satélite Gaia. Descobriram que o Sol provavelmente nasceu muito mais perto do centro da Via Láctea e que esta população migrou para mais longe há cerca de 4 a 6 mil milhões de anos. A migração ajuda a explicar a evolução da estrutura em barra do centro da Galáxia.

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Estranha explosão cósmica, causada pela colisão de galáxias, lança luz sobre elementos pesados

Foi identificada uma explosão cósmica invulgar, associada a galáxias em colisão, e localizada numa galáxia muito ténue dentro de um grupo de galáxias a cerca de 8,5 mil milhões de anos-luz. O fenómeno é provavelmente causado pela fusão de duas estrelas de neutrões, produzindo uma explosão de raios gama e criando elementos pesados como ouro e platina. Este eventou ajuda a compreender a origem destes elementos pesados no Universo.

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A missão DART alterou a órbita do asteroide Didymos em torno do Sol

Novos resultados mostram que a missão DART da NASA, que em 2022 colidiu deliberadamente com o asteroide Dimorphos, não só alterou a sua órbita em torno do asteroide Didymos, como também modificou ligeiramente a órbita de todo o sistema à volta do Sol. O período orbital mudou apenas uma fração de segundo, marcando a primeira vez que uma ação humana altera a trajetória de um corpo celeste.

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Descartada a hipótese do asteroide 2024 YR4 colidir com a Lua

O asteroide 2024 YR4, com cerca de 60 m de diâmetro, chegou a ter uma probabilidade de ~4% de colidir com a Lua no dia 22 de dezembro de 2032. Novas observações feitas com o Telescópio Espacial James Webb permitiram calcular melhor a sua órbita e eliminar completamente esse risco. O objeto passará em segurança a mais de 20.000 km da Lua.

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