Sondas e Missões Espaciais

A Humanidade lançou sondas até Marte e emissários como a New Horizons e as gémeas Voyager em grandes odisseias até aos confins do Sistema Solar. Também estudamos a vizinhança do Sol graças a observatórios espaciais topo-de-gama. Notícias sobre as nossas aventuras espaciais.

Dimensões de Júpiter medidas com uma precisão sem precedentes

Cientistas do Instituto Weizmann de Ciência usaram dados inéditos da sonda Juno para medir com maior precisão o tamanho e forma de Júpiter. Descobriu-se que o planeta é ligeiramente mais estreito no equador e mais achatado nos polos do que se pensava, o que melhora os modelos da sua estrutura interna e dinâmica atmosférica.

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Telescópio Webb descobre, no início do Universo, uma colisão de galáxias que ninguém esperava

Utilizando observações do Telescópio Espacial James Webb, investigadores identificaram um evento de fusão em curso com pelo menos cinco galáxias cerca de 800 milhões de anos após o Big Bang, juntamente com evidências de que a colisão estava a redistribuir elementos pesados para além das próprias galáxias.

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Rover Perseverance completa primeiras viagens planeadas por IA em Marte

A NASA anunciou que o rover Perseverance completou as primeiras deslocações em Marte planeadas por inteligência artificial, realizadas a 8 e 10 de dezembro de 2025. Em vez de humanos traçarem a rota, um modelo de IA gerou automaticamente o trajeto seguro sobre o terreno acidentado da cratera Jezero. Este avanço poderá tornar futuras explorações mais autónomas e eficientes, reduzindo a dependência do planeamento manual.

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Uma Terra gelada?

Uma equipa internacional identificou o candidato a exoplaneta HD 137010 b, um mundo rochoso um pouco maior que a Terra à volta de uma estrela parecida com o Sol, a ~146 anos-luz. Pode ter um período orbital semelhante ao da Terra e estar na orla exterior da zona habitável. Contudo, recebe pouca luz e calor, podendo ter temperaturas muito baixas, exigindo observações futuras para confirmar a sua natureza.

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1400 objetos peculiares encontrados no arquivo do Hubble

Astrónomos usaram inteligência artificial para analisar quase 100 milhões de imagens do arquivo do Telescópio Espacial Hubble, encontrando cerca de 1400 objetos anómalos, mais de 800 nunca antes documentados. As descobertas incluem galáxias em fusão, lentes gravitacionais e formas invulgares, e várias dúzias de objetos que não se encaixam nas classificações atuais, demonstrando o potencial da IA na exploração de dados astronómicos.

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Hubble descobre o segredo das estrelas que desafiam a velhice

Algumas estrelas parecem desafiar o próprio tempo. Aninhadas em enxames estelares antigos, são mais azuladas e mais luminosas do que as suas vizinhas, parecendo muito mais jovens do que a sua verdadeira idade. Conhecidas como "blue stragglers" (ou, em português, estrelas retardatárias azuis), estas estrelas bizarras têm intrigado os astrónomos há mais de 70 anos. Agora, novos resultados obtidos com o Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA estão finalmente a revelar como estas estrelas "eternamente jovens" surgem e porque é que prosperam em vizinhanças cósmicas mais calmas.

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Modelo de inteligência artificial que encontrou 370 exoplanetas analisa agora os dados do TESS

A NASA desenvolveu o ExoMiner++, um modelo de IA de código aberto para analisar dados das missões Kepler e TESS. Após validar 370 exoplanetas, a ferramenta identificou recentemente 7000 novos candidatos. Esta iniciativa de "ciência aberta" acelera a descoberta de mundos distantes e permite a colaboração global na investigação espacial.

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O buraco negro da Via Láctea esconde um passado explosivo

O buraco negro supermassivo da nossa Galáxia é famoso por ser um dos mais fracos do Universo. Os resultados de um novo telescópio espacial mostram que pode nem sempre ter sido esse o caso. Sagitário A*, localizado no centro da Via Láctea, parece ter-se inflamado dramaticamente algures nas últimas centenas de anos, de acordo com as emissões de raios X observadas pelo telescópio espacial XRISM.

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O Webb oferece um olhar sem precedentes sobre o coração da Galáxia do Compasso

A Galáxia do Compasso, uma galáxia a cerca de 13 milhões de anos-luz de distância, contém um buraco negro supermassivo ativo que continua a influenciar a sua evolução. Pensava-se que a maior fonte de luz infravermelha da região mais próxima do buraco negro eram os fluxos de matéria superaquecida que eram projetados para fora. Agora, novas observações do Telescópio Espacial James Webb da NASA, vistas aqui com uma nova imagem do Telescópio Espacial Hubble da NASA, fornecem evidências que invertem esta ideia, sugerindo que a maior parte do material quente e poeirento está, de facto, a alimentar o buraco negro central.

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