Sondas e Missões Espaciais

A Humanidade lançou sondas até Marte e emissários como a New Horizons e as gémeas Voyager em grandes odisseias até aos confins do Sistema Solar. Também estudamos a vizinhança do Sol graças a observatórios espaciais topo-de-gama. Notícias sobre as nossas aventuras espaciais.

Missão Psyche realiza com sucesso passagem por Marte, vai agora diretamente para asteroide rico em metais

A sonda Psyche da NASA realizou com sucesso uma passagem rasante por Marte para ganhar velocidade e ajustar a sua trajetória rumo ao asteroide metálico Psique, entre Marte e Júpiter. Durante o "flyby", captou milhares de imagens de Marte e testou os seus instrumentos científicos antes da chegada ao asteroide, prevista para 2029.

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Astrónomos descobrem a galáxia quimicamente mais primitiva do Universo jovem

Utilizando o Telescópio James Webb e lentes gravitacionais, astrónomos caracterizaram LAP1-B, a galáxia quimicamente mais primitiva já detetada no início do Universo. Com cerca de 13 mil milhões de anos, possui um teor de oxigénio de apenas 1/240 do solar, sendo considerada uma "antecessora" das galáxias fósseis perto da Via Láctea.

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O caçador de planetas da NASA, TESS, revela um céu noturno deslumbrante

A missão TESS da NASA divulgou o mapa mais completo do céu noturno alguma vez criado pela sonda, reunindo observações ao longo de oito anos. A imagem mostra quase 6000 exoplanetas confirmados ou candidatos, além da Via Láctea e galáxias vizinhas, destacando a enorme diversidade de mundos descobertos pela missão.

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Este tranquilo enxame galáctico esconde um passado muito mais violento

Novas observações do observatório Chandra revelaram que o enxame de galáxias Abell 2029, antes considerado extremamente calmo, teve um passado turbulento. Os dados mostram sinais de uma colisão com outro enxame há cerca de 4 mil milhões de anos, criando enormes estruturas em espiral no gás quente que preenche o enxame.

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Webb estuda galáxia primitiva que parece não girar

Astrónomos estudaram, com o telescópio James Webb, uma galáxia massiva do Universo primitivo que praticamente não gira - algo até agora associado apenas a galáxias muito mais recentes e evoluídas. A descoberta desafia os modelos atuais de formação galáctica e sugere que colisões entre galáxias podem alterar rapidamente a sua dinâmica.

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Astrónomos descobrem as origens de um par invulgar de planetas

Astrónomos do MIT estudaram o raro sistema TOI-1130, onde um "Júpiter quente" orbita juntamente com um mini-Neptuno, algo considerado improvável. Dados do telescópio James Webb revelaram que ambos se terão formado longe da estrela, numa região fria rica em gelo, migrando depois para o interior do sistema sem perderem as suas atmosferas.

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Voluntários duplicam a população conhecida de anãs castanhas

Voluntários do projeto de ciência cidadã Backyard Worlds: Planet 9 ajudaram a descobrir mais de 3000 novas anãs castanhas em dez anos, duplicando praticamente o número conhecido destes objetos celestes. As descobertas já revelaram tipos raros e ajudam a compreender melhor a estrutura e evolução da nossa Galáxia.

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Astrónomos investigam a composição da superfície de uma super-Terra próxima

Observações do telescópio James Webb revelaram que o exoplaneta rochoso LHS 3844 b tem uma superfície escura, muito quente e sem atmosfera, provavelmente composta por basalto semelhante ao da Lua ou Mercúrio. Os dados sugerem também pouca atividade geológica recente, tornando-o um mundo árido e geologicamente "morto".

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Eclipses estelares lançam luz sobre possíveis novos mundos

O satélite TESS foi utilizado para identificar 27 candidatos a exoplanetas em sistemas binários, analisando variações no momento dos eclipses entre estrelas. O método dos astrónomos permite detetar planetas invisíveis às técnicas tradicionais de trânsito e poderá revelar muitos novos mundos em sistemas com "dois sóis".

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As estrelas jovens perdem brilho nos raios X com uma rapidez surpreendente

Recorrendo ao observatório Chandra, astrónomos descobriram que estrelas jovens semelhantes ao Sol perdem o brilho em raios X muito mais rapidamente do que se pensava. Este “apaziguamento” ocorre devido à menor eficiência dos seus campos magnéticos e pode favorecer a habitabilidade, já que menos radiação intensa preserva melhor as atmosferas dos planetas.

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