A missão OSIRIS-REx revelou que o asteroide Bennu tem uma superfície muito mais rochosa e irregular do que o previsto. Análises das amostras mostraram que as rochas possuem redes extensas de fissuras internas, que facilitam a perda de calor. Estas fraturas, e não apenas a porosidade, explicam o comportamento térmico inesperado do asteroide, resolvendo um mistério que intrigava os cientistas há anos.
Ler Mais »O Sol não está sozinho – escapou do Centro Galáctico juntamente com as suas “gémeas”
Astrónomos analisaram milhares de “gémeas solares” - estrelas muito semelhantes ao Sol - usando dados do satélite Gaia. Descobriram que o Sol provavelmente nasceu muito mais perto do centro da Via Láctea e que esta população migrou para mais longe há cerca de 4 a 6 mil milhões de anos. A migração ajuda a explicar a evolução da estrutura em barra do centro da Galáxia.
Ler Mais »Estranha explosão cósmica, causada pela colisão de galáxias, lança luz sobre elementos pesados
Foi identificada uma explosão cósmica invulgar, associada a galáxias em colisão, e localizada numa galáxia muito ténue dentro de um grupo de galáxias a cerca de 8,5 mil milhões de anos-luz. O fenómeno é provavelmente causado pela fusão de duas estrelas de neutrões, produzindo uma explosão de raios gama e criando elementos pesados como ouro e platina. Este eventou ajuda a compreender a origem destes elementos pesados no Universo.
Ler Mais »A missão DART alterou a órbita do asteroide Didymos em torno do Sol
Novos resultados mostram que a missão DART da NASA, que em 2022 colidiu deliberadamente com o asteroide Dimorphos, não só alterou a sua órbita em torno do asteroide Didymos, como também modificou ligeiramente a órbita de todo o sistema à volta do Sol. O período orbital mudou apenas uma fração de segundo, marcando a primeira vez que uma ação humana altera a trajetória de um corpo celeste.
Ler Mais »Descartada a hipótese do asteroide 2024 YR4 colidir com a Lua
O asteroide 2024 YR4, com cerca de 60 m de diâmetro, chegou a ter uma probabilidade de ~4% de colidir com a Lua no dia 22 de dezembro de 2032. Novas observações feitas com o Telescópio Espacial James Webb permitiram calcular melhor a sua órbita e eliminar completamente esse risco. O objeto passará em segurança a mais de 20.000 km da Lua.
Ler Mais »Qual é a idade do Universo? As estrelas mais antigas dão-nos uma pista
Astrónomos do Instituto Leibniz de Astrofísica de Potsdam e da Universidade de Bolonha estimaram a idade do Universo analisando algumas das estrelas mais antigas da Via Láctea com dados da missão Gaia. A partir de cerca de 100 estrelas muito antigas, calcularam uma idade provável de 13,6 mil milhões de anos, fornecendo um novo método para estudar a chamada “tensão de Hubble” no que toca ao ritmo de expansão do Universo.
Ler Mais »Análise de raro sistema planetário adolescente aprofunda compreensão da evolução cósmica
Astrónomos analisaram o sistema planetário TOI-2076, com cerca de 210 milhões de anos, considerado um raro exemplo de sistema em "adolescência". Observações do TESS e telescópios terrestres mostram quatro planetas que antes estavam compactos e agora se afastam gradualmente, enquanto a radiação da estrela remove parte das suas atmosferas. O estudo ajuda a compreender como sistemas planetários evoluem da juventude para a maturidade.
Ler Mais »Um trilião para um: estrelas gigantes, poeira minúscula
Astrónomos, usando o ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array e o JWST (James Webb Space Telescope), descobriram que algumas das estrelas mais massivas da Via Láctea produzem partículas de poeira de carbono extremamente pequenas - apenas alguns nanómetros de tamanho - no sistema binário WR 112. A diferença entre o tamanho da estrela e o da poeira é cerca de um trilião para um, oferecendo novas pistas sobre o ciclo da poeira cósmica.
Ler Mais »Webb localiza antiga estrela que explodiu como supernova
O Telescópio Espacial James Webb localizou, pela primeira vez, a estrela progenitora de uma supernova detetada em 2025 (designada SN 2025pht) na galáxia espiral NGC 1637. As imagens de arquivo obtidas pelo Hubble e pelo Webb mostram uma supergigante vermelha muito poeirenta no local onde a supernova agora brilha, explicando porque é que estrelas assim eram normalmente invisíveis a observatórios anteriores.
Ler Mais »Chandra apanha jovem “Sol” a soprar bolhas
Recorrendo ao Observatório de raios X Chandra, os astrónomos captaram pela primeira vez o que é considerado um “Sol jovem”, a estrela HD 61005, a soprar uma enorme bolha de gás quente no espaço chamada astrosfera - semelhante à heliosfera do nosso Sol. Esta estrela, com ~100 milhões de anos, tem um vento estelar muito mais forte, oferecendo pistas sobre como o Sol se comportava na sua juventude.
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