A missão JUICE da ESA observou o cometa interestelar 3I/ATLAS com vários instrumentos, revelando jatos de gás e poeira, uma cabeleira brilhante e uma cauda extensa. Os dados ajudam a estudar a sua composição e atividade, oferecendo pistas raras sobre materiais formados noutros sistemas estelares.
Ler Mais »A Terra formou-se a partir de blocos de construção locais
Um novo estudo da ETH Zurique indica que a Terra se formou quase exclusivamente a partir de material do Sistema Solar interior, contrariando a ideia de contribuições significativas vindas de além de Júpiter. A análise isotópica sugere que água e outros elementos voláteis já existiam localmente durante a formação do planeta.
Ler Mais »Detetada a primeira inversão de rotação de um pequeno cometa
O Telescópio Espacial Hubble observou, pela primeira vez, um pequeno cometa a inverter o sentido de rotação. A mudança foi causada por jatos irregulares de gás libertados pelo aquecimento solar, que atuam como "propulsores". Este comportamento extremo pode tornar o cometa instável e levar à sua destruição.
Ler Mais »O Hubble capta, inesperadamente, um cometa a fragmentar-se
O Telescópio Espacial Hubble captou, por acaso, o cometa C/2025 K1 (ATLAS) a desintegrar-se em vários fragmentos, apenas dias após a sua maior aproximação do Sol. Imagens obtidas ao longo de três dias mostram o núcleo a dividir-se e os pedaços a afastarem-se. Esta observação rara oferece uma visão inédita do interior e da fragilidade dos cometas de longo período.
Ler Mais »Bennu: resolvido um mistério da superfície acidentada do asteroide
A missão OSIRIS-REx revelou que o asteroide Bennu tem uma superfície muito mais rochosa e irregular do que o previsto. Análises das amostras mostraram que as rochas possuem redes extensas de fissuras internas, que facilitam a perda de calor. Estas fraturas, e não apenas a porosidade, explicam o comportamento térmico inesperado do asteroide, resolvendo um mistério que intrigava os cientistas há anos.
Ler Mais »O Sol não está sozinho – escapou do Centro Galáctico juntamente com as suas “gémeas”
Astrónomos analisaram milhares de “gémeas solares” - estrelas muito semelhantes ao Sol - usando dados do satélite Gaia. Descobriram que o Sol provavelmente nasceu muito mais perto do centro da Via Láctea e que esta população migrou para mais longe há cerca de 4 a 6 mil milhões de anos. A migração ajuda a explicar a evolução da estrutura em barra do centro da Galáxia.
Ler Mais »ALMA deteta uma grande abundância de álcool no cometa interestelar 3I/ATLAS
Recorrendo ao ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array), os cientistas estudaram o cometa interestelar 3I/ATLAS, detetando quantidades invulgarmente altas de metanol na sua cabeleira. A proporção entre metanol e cianeto de hidrogénio é muito superior à observada em cometas do Sistema Solar, sugerindo que o objeto se formou sob condições químicas diferentes noutro sistema planetário e oferecendo uma rara “impressão digital” da sua origem.
Ler Mais »A missão DART alterou a órbita do asteroide Didymos em torno do Sol
Novos resultados mostram que a missão DART da NASA, que em 2022 colidiu deliberadamente com o asteroide Dimorphos, não só alterou a sua órbita em torno do asteroide Didymos, como também modificou ligeiramente a órbita de todo o sistema à volta do Sol. O período orbital mudou apenas uma fração de segundo, marcando a primeira vez que uma ação humana altera a trajetória de um corpo celeste.
Ler Mais »Descartada a hipótese do asteroide 2024 YR4 colidir com a Lua
O asteroide 2024 YR4, com cerca de 60 m de diâmetro, chegou a ter uma probabilidade de ~4% de colidir com a Lua no dia 22 de dezembro de 2032. Novas observações feitas com o Telescópio Espacial James Webb permitiram calcular melhor a sua órbita e eliminar completamente esse risco. O objeto passará em segurança a mais de 20.000 km da Lua.
Ler Mais »Webb mapeia a misteriosa atmosfera superior de Úrano
O Telescópio Espacial James Webb mapeou, pela primeira vez, a estrutura vertical da atmosfera superior de Úrano, revelando como a temperatura e partículas carregadas variam com a altura até ~5000 km acima das nuvens. A observação mostra auroras moldadas pelo campo magnético inclinado do planeta e confirma que esta camada continua a arrefecer ao longo de décadas, oferecendo novas pistas sobre os gigantes gelados.
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