Galáxias

Conhecemos mais de 100 mil milhões de galáxias no Universo observável e as descobertas e perguntas por responder nunca cessam. Notícias sobre galáxias e formação e evolução galáctica.

Webb encontra as evidências mais fortes até à data da existência de uma “estrela-buraco negro”

Utilizando o Telescópio James Webb e lentes gravitacionais, astrónomos obtiveram o espetro mais detalhado de um Pequeno ponto Vermelho, GLIMPSE-17775. Os dados fornecem a evidência mais forte até à data de que estes objetos misteriosos do início do Universo são buracos negros supermassivos envoltos num denso casulo de gás.

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Telescópio Webb mede, pela primeira vez, a massa de um buraco negro inativo no início do Universo

Graças ao Telescópio Espacial James Webb e ao efeito de lente gravitacional, os astrónomos mediram, pela primeira vez, a massa de um buraco negro supermassivo inativo no Universo primitivo. Com cerca de seis mil milhões de massas solares e situado a mais de 10 mil milhões de anos-luz, este objeto fornece novas pistas sobre a formação e evolução conjunta das galáxias e dos seus buracos negros.

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Vizinha galáctica revela fortes sinais de perturbação e expansão

Mais de uma década de observações de milhões de estrelas na Pequena Nuvem de Magalhães levou à descoberta que a galáxia está a expandir-se e a ser fortemente deformada pela interação gravitacional com a Grande Nuvem de Magalhães. Em vez de girar de forma estável, as estrelas movem-se para o exterior, revelando uma galáxia em plena perturbação dinâmica e preservando vestígios de encontros ocorridos há milhares de milhões de anos.

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Webb revela um buraco negro que se formou antes da sua galáxia

Observações do telescópio James Webb revelaram um buraco negro supermassivo extremamente antigo que parece ter começado a formar-se antes da maior parte da sua galáxia hospedeira. A descoberta desafia os modelos tradicionais, que assumem que galáxias e buracos negros crescem em conjunto, e poderá alterar a compreensão da evolução do Universo primitivo.

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Apenas 1,2 mil milhões de anos após o Big Bang, as galáxias já eram moldadas pelo local onde se encontravam

Astrónomos descobriram que, apenas 1,2 mil milhões de anos após o Big Bang, as galáxias já eram fortemente influenciadas pelo ambiente à sua volta. Observações do telescópio Subaru mostram que galáxias em regiões densas evoluíam de forma diferente das mais isoladas, indicando que a "ecologia" cósmica começou muito cedo na história do Universo.

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Astrónomos descobrem a galáxia quimicamente mais primitiva do Universo jovem

Utilizando o Telescópio James Webb e lentes gravitacionais, astrónomos caracterizaram LAP1-B, a galáxia quimicamente mais primitiva já detetada no início do Universo. Com cerca de 13 mil milhões de anos, possui um teor de oxigénio de apenas 1/240 do solar, sendo considerada uma "antecessora" das galáxias fósseis perto da Via Láctea.

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Este tranquilo enxame galáctico esconde um passado muito mais violento

Novas observações do observatório Chandra revelaram que o enxame de galáxias Abell 2029, antes considerado extremamente calmo, teve um passado turbulento. Os dados mostram sinais de uma colisão com outro enxame há cerca de 4 mil milhões de anos, criando enormes estruturas em espiral no gás quente que preenche o enxame.

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Webb estuda galáxia primitiva que parece não girar

Astrónomos estudaram, com o telescópio James Webb, uma galáxia massiva do Universo primitivo que praticamente não gira - algo até agora associado apenas a galáxias muito mais recentes e evoluídas. A descoberta desafia os modelos atuais de formação galáctica e sugere que colisões entre galáxias podem alterar rapidamente a sua dinâmica.

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As “primas pequenas” da Via Láctea podem conter pistas do Universo primitivo

Um estudo mostra que galáxias anãs ultrafracas, satélites da Via Láctea, funcionam como "fósseis" do Universo primitivo. Simulações indicam que as suas propriedades atuais dependem fortemente das condições iniciais, como radiação e formação estelar, permitindo inferir como era o Universo nos seus primeiros milhões de anos.

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Um núcleo galáctico ativo cujo brilho está a desvanecer a um ritmo extraordinariamente elevado

Os astrónomos observaram uma galáxia distante cujo núcleo ativo (buraco negro supermassivo) diminuiu drasticamente o seu brilho, cerca de 50 vezes, indicando uma rápida redução no fluxo de matéria que o alimenta. Este “desligar” raro ajuda a compreender como estes núcleos evoluem e podem tornar-se inativos.

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