Galáxias

Conhecemos mais de 100 mil milhões de galáxias no Universo observável e as descobertas e perguntas por responder nunca cessam. Notícias sobre galáxias e formação e evolução galáctica.

Astrónomos descobrem a galáxia quimicamente mais primitiva do Universo jovem

Utilizando o Telescópio James Webb e lentes gravitacionais, astrónomos caracterizaram LAP1-B, a galáxia quimicamente mais primitiva já detetada no início do Universo. Com cerca de 13 mil milhões de anos, possui um teor de oxigénio de apenas 1/240 do solar, sendo considerada uma "antecessora" das galáxias fósseis perto da Via Láctea.

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Este tranquilo enxame galáctico esconde um passado muito mais violento

Novas observações do observatório Chandra revelaram que o enxame de galáxias Abell 2029, antes considerado extremamente calmo, teve um passado turbulento. Os dados mostram sinais de uma colisão com outro enxame há cerca de 4 mil milhões de anos, criando enormes estruturas em espiral no gás quente que preenche o enxame.

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Webb estuda galáxia primitiva que parece não girar

Astrónomos estudaram, com o telescópio James Webb, uma galáxia massiva do Universo primitivo que praticamente não gira - algo até agora associado apenas a galáxias muito mais recentes e evoluídas. A descoberta desafia os modelos atuais de formação galáctica e sugere que colisões entre galáxias podem alterar rapidamente a sua dinâmica.

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As “primas pequenas” da Via Láctea podem conter pistas do Universo primitivo

Um estudo mostra que galáxias anãs ultrafracas, satélites da Via Láctea, funcionam como "fósseis" do Universo primitivo. Simulações indicam que as suas propriedades atuais dependem fortemente das condições iniciais, como radiação e formação estelar, permitindo inferir como era o Universo nos seus primeiros milhões de anos.

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Um núcleo galáctico ativo cujo brilho está a desvanecer a um ritmo extraordinariamente elevado

Os astrónomos observaram uma galáxia distante cujo núcleo ativo (buraco negro supermassivo) diminuiu drasticamente o seu brilho, cerca de 50 vezes, indicando uma rápida redução no fluxo de matéria que o alimenta. Este “desligar” raro ajuda a compreender como estes núcleos evoluem e podem tornar-se inativos.

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Os astrónomos pensavam que o Universo primitivo estava repleto de hidrogénio. Agora, encontraram-no

Foram identificados dezenas de milhares de enormes halos de hidrogénio em torno de galáxias no Universo primitivo, confirmando que este gás essencial para formar estrelas era abundante. A descoberta, baseada no projeto HETDEX, revela que estas estruturas são comuns e ajuda a compreender melhor o crescimento das primeiras galáxias.

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XRISM mede o vento quente da galáxia M82

O telescópio espacial XRISM mediu pela primeira vez a velocidade do gás extremamente quente expelido do centro da galáxia M82, onde ocorre intensa formação estelar. O vento atinge milhões de km/h e parece ser o principal motor do fluxo galáctico, ajudando a explicar como estas galáxias expulsam matéria e evoluem.

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Novo método revela uma expansão mais lenta na nossa vizinhança cósmica

Dois estudos analisaram o movimento de grupos próximos de galáxias, os grupos Centaurus A e M81, usando um novo método que combina a gravidade interna desses sistemas com o ritmo de expansão do Universo. Os resultados indicam que o Universo local pode estar a expandir-se mais lentamente do que as estimativas anteriores, aproximando as medições locais das observações do Universo primordial e ajudando a esclarecer a chamada "tensão de Hubble".

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Cientistas observam, pela primeira vez, uma galáxia medusa distante

Astrónomos da Universidade de Waterloo observaram pela primeira vez uma galáxia medusa tão distante, a cerca de 8,5 mil milhões de anos-luz, usando dados do Telescópio Espacial James Webb. A galáxia tem tentáculos de gás criados por pressão dinâmica no enxame galáctico, e estrelas jovens formam-se nessas caudas. O achado desafia ideias sobre como as galáxias evoluíram no Universo jovem.

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Hubble, Euclid e Subaru descobrem uma “galáxia escura”

O Telescópio Espacial Hubble, em conjunto com o observatório Euclid e o telescópio Subaru, identificou uma das galáxias mais ténues conhecidas, chamada CDG-2. Este objecto, localizado no enxame galáctico de Perseu, é dominado por matéria escura e contém apenas algumas estrelas que brilham com a luz de 1 milhão de sóis, tendo sido detetado através dos seus enxames globulares.

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