Foram identificados dezenas de milhares de enormes halos de hidrogénio em torno de galáxias no Universo primitivo, confirmando que este gás essencial para formar estrelas era abundante. A descoberta, baseada no projeto HETDEX, revela que estas estruturas são comuns e ajuda a compreender melhor o crescimento das primeiras galáxias.
Ler Mais »XRISM mede o vento quente da galáxia M82
O telescópio espacial XRISM mediu pela primeira vez a velocidade do gás extremamente quente expelido do centro da galáxia M82, onde ocorre intensa formação estelar. O vento atinge milhões de km/h e parece ser o principal motor do fluxo galáctico, ajudando a explicar como estas galáxias expulsam matéria e evoluem.
Ler Mais »Novo método revela uma expansão mais lenta na nossa vizinhança cósmica
Dois estudos analisaram o movimento de grupos próximos de galáxias, os grupos Centaurus A e M81, usando um novo método que combina a gravidade interna desses sistemas com o ritmo de expansão do Universo. Os resultados indicam que o Universo local pode estar a expandir-se mais lentamente do que as estimativas anteriores, aproximando as medições locais das observações do Universo primordial e ajudando a esclarecer a chamada "tensão de Hubble".
Ler Mais »Cientistas observam, pela primeira vez, uma galáxia medusa distante
Astrónomos da Universidade de Waterloo observaram pela primeira vez uma galáxia medusa tão distante, a cerca de 8,5 mil milhões de anos-luz, usando dados do Telescópio Espacial James Webb. A galáxia tem tentáculos de gás criados por pressão dinâmica no enxame galáctico, e estrelas jovens formam-se nessas caudas. O achado desafia ideias sobre como as galáxias evoluíram no Universo jovem.
Ler Mais »Hubble, Euclid e Subaru descobrem uma “galáxia escura”
O Telescópio Espacial Hubble, em conjunto com o observatório Euclid e o telescópio Subaru, identificou uma das galáxias mais ténues conhecidas, chamada CDG-2. Este objecto, localizado no enxame galáctico de Perseu, é dominado por matéria escura e contém apenas algumas estrelas que brilham com a luz de 1 milhão de sóis, tendo sido detetado através dos seus enxames globulares.
Ler Mais »Os astrónomos podem ter acabado de encontrar um dos elos que faltavam na evolução das galáxias
Uma equipa de 48 astrónomos de 14 países, liderada pela Universidade de Massachusetts Amherst, descobriu uma população de galáxias empoeiradas e formadoras de estrelas que se formaram apenas mil milhões de anos após o Big Bang. Estas galáxias podem representar um “elo perdido” na evolução galáctica, ligando tipos diferentes e desafiando modelos atuais do Universo.
Ler Mais »Webb revela uma riqueza excecional de moléculas orgânicas
O Telescópio Espacial James Webb revelou uma riqueza excepcional de pequenas moléculas orgânicas no núcleo profundamente oculto da galáxia ultraluminosa IRAS 07251-0248, através de detalhada espetroscopia infravermelha. Foram detetados muitos hidrocarbonetos, incluindo benzene e o radical metilo, com abundâncias muito superiores ao esperado, sugerindo que os núcleos galácticos “ocultos” podem ser fábricas cósmicas de química orgânica complexa.
Ler Mais »Telescópio Webb descobre, no início do Universo, uma colisão de galáxias que ninguém esperava
Utilizando observações do Telescópio Espacial James Webb, investigadores identificaram um evento de fusão em curso com pelo menos cinco galáxias cerca de 800 milhões de anos após o Big Bang, juntamente com evidências de que a colisão estava a redistribuir elementos pesados para além das próprias galáxias.
Ler Mais »Webb olha mais para trás no tempo
O Telescópio Espacial James Webb da NASA/ESA/CSA superou-se mais uma vez, cumprindo a sua promessa de empurrar os limites do Universo observável para mais perto da aurora cósmica com a confirmação de uma galáxia brilhante que existiu 280 milhões de anos após o Big Bang.
Ler Mais »1400 objetos peculiares encontrados no arquivo do Hubble
Astrónomos usaram inteligência artificial para analisar quase 100 milhões de imagens do arquivo do Telescópio Espacial Hubble, encontrando cerca de 1400 objetos anómalos, mais de 800 nunca antes documentados. As descobertas incluem galáxias em fusão, lentes gravitacionais e formas invulgares, e várias dúzias de objetos que não se encaixam nas classificações atuais, demonstrando o potencial da IA na exploração de dados astronómicos.
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