Galáxias

Conhecemos mais de 100 mil milhões de galáxias no Universo observável e as descobertas e perguntas por responder nunca cessam. Notícias sobre galáxias e formação e evolução galáctica.

O Webb oferece um olhar sem precedentes sobre o coração da Galáxia do Compasso

A Galáxia do Compasso, uma galáxia a cerca de 13 milhões de anos-luz de distância, contém um buraco negro supermassivo ativo que continua a influenciar a sua evolução. Pensava-se que a maior fonte de luz infravermelha da região mais próxima do buraco negro eram os fluxos de matéria superaquecida que eram projetados para fora. Agora, novas observações do Telescópio Espacial James Webb da NASA, vistas aqui com uma nova imagem do Telescópio Espacial Hubble da NASA, fornecem evidências que invertem esta ideia, sugerindo que a maior parte do material quente e poeirento está, de facto, a alimentar o buraco negro central.

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Astrónomos usam o Webb para revelar a turbulenta juventude da Via Láctea através de gémeas galácticas

A maneira como as galáxias reúnem as suas estrelas e crescem ao longo de milhares de milhões de anos continua a ser uma das questões centrais da astronomia. Resultados recentes do Telescópio Espacial James Webb, incluindo informações de galáxias surpreendentemente massivas e evoluídas no Universo primitivo, só vieram aprofundar o mistério. Compreender como a nossa Galáxia, a Via Láctea, foi construída ao longo do tempo, é uma peça crucial deste mais vasto puzzle cósmico.

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Chandra celebra o Ano Novo com o Enxame do Champanhe

O Enxame do Champanhe é um sistema onde dois enxames de galáxias estão em processo de fusão para formar um ainda maior. Os astrónomos assim apelidaram este objeto porque foi descoberto a 31 de dezembro de 2020 e contém gás ultraquente e galáxias que parecem bolhas. Esta nova imagem composta do enxame contém raios X do Chandra (roxo) e uma imagem ótica do Legacy Surveys. Estudando melhor o Enxame do Champanhe, os investigadores esperam aprender mais sobre a forma como a matéria escura dos enxames de galáxias reage a uma colisão a alta velocidade.

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Trio de buracos negros ilumina-se numa rara fusão galáctica

Os astrónomos confirmaram o primeiro sistema triplo conhecido em que todas as três galáxias albergam buracos negros supermassivos que se alimentam ativamente e brilham no rádio. O sistema, catalogado como J1218/1219+1035, está localizado a cerca de 1,2 mil milhões de anos-luz da Terra e foi estudado em detalhe com o VLA e com o VLBA.

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Buraco negro em erupção provoca ventos ultrarrápidos

Os principais telescópios espaciais de raios X, XMM-Newton e XRISM, detetaram uma extraordinária erupção de um buraco negro supermassivo. Numa questão de horas, o monstro gravitacional provocou ventos poderosos, lançando material para o espaço a uma velocidade impressionante de 60.000 quilómetros por segundo.

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Webb deteta um buraco negro supermassivo “guloso” no Universo primitivo

Investigadores, recorrendo ao Telescópio Espacial James Webb da NASA/ESA/CSA, confirmaram a existência de um buraco negro supermassivo em crescimento ativo no interior de uma galáxia, apenas 570 milhões de anos após o Big Bang. Fazendo parte de uma classe de galáxias pequenas e muito distantes que têm mistificado os astrónomos, CANUCS-LRD-z8.6 representa uma peça vital deste puzzle e desafia as teorias existentes sobre a formação de galáxias e buracos negros no Universo primitivo. A descoberta liga os primeiros buracos negros aos quasares luminosos que observamos atualmente.

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Galáxias “desorganizadas”, no Universo jovem, tiveram dificuldade em estabelecer-se

Recorrendo ao Telescópio Espacial James Webb, astrónomos captaram o olhar mais detalhado de sempre sobre o modo como as galáxias se formaram apenas algumas centenas de milhões de anos após o Big Bang - e descobriram que eram muito mais caóticas e desorganizadas do que as que vemos atualmente.

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Astrónomos detetam o objeto escuro, até agora, de menor massa no Universo distante

Uma equipa internacional de investigadores, utilizando uma rede mundial de radiotelescópios, incluindo o VLBA (Very Long Baseline Array) e o GBT (Green Bank Telescope), detetou um enigmático objeto escuro com uma massa cerca de um milhão de vezes superior à do nosso Sol, sem observar qualquer emissão de luz.

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As estrelas massivas preferem viver em pares mesmo em galáxias com baixa metalicidade

Estrelas massivas em galáxias pobres em metais têm frequentemente parceiras próximas, tal como as estrelas massivas da nossa Via Láctea, rica em metais. Os astrónomos utilizaram o VLT (Very Large Telescope) no Chile para monitorizar a velocidade de estrelas massivas na Pequena Nuvem de Magalhães.

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