Estrelas e Ciência Estelar

As estrelas sempre estiveram no coração da Astronomia. Usamos telescópios para observar gás e formação de estrelas, ficamos deslumbrados com a explosão de estrelas velhas e sua transformação em supernovas. Notícias sobre as mais recentes descobertas no nosso estudo das estrelas.

Luz ultravioleta revela as consequências de uma rara colisão de estrelas

Astrónomos obtiveram evidências convincentes de que uma anã branca próxima é, de facto, o remanescente da fusão de duas estrelas - uma descoberta estelar rara revelada através de observações ultravioletas, pelo Telescópio Espacial Hubble, do carbono na atmosfera quente da estrela.

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Descoberta, finalmente, a estrela companheira de Betelgeuse

Os astrónomos descobriram uma estrela companheira numa órbita incrivelmente íntima em torno de Betelgeuse, utilizando o instrumento 'Alopeke acoplado ao telescópio Gemini North, uma metade do Observatório Internacional Gemini. Esta descoberta resolve o mistério de longa data da variação de brilho da estrela e fornece informações sobre os mecanismos físicos subjacentes a outras supergigantes vermelhas variáveis.

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Três enxames estelares – todos com a mesma origem?

A Nebulosa de Orionte, as Plêiades e as Híades: resultados de uma investigação recente indicam que estes famosos enxames de estrelas representam as diferentes fases da vida do mesmo sistema. Uma equipa de astrofísicos do Irão e da Alemanha encontrou evidências de que estes três sistemas estelares não só se situam aproximadamente na mesma região do espaço, como também se desenvolveram da mesma forma.

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Astrónomos observam pela primeira vez o nascimento de um novo sistema solar

Investigadores internacionais identificaram, pela primeira vez, o momento em que planetas se começaram a formar em torno de uma estrela que não o Sol. Com o auxílio do ALMA, do qual o ESO é parceiro, e do Telescópio Espacial James Webb, os astrónomos observaram a criação dos primeiros nódulos de matéria de formação planetária: minerais quentes que começam a solidificar-se.

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Investigadores atingem “marco” na capacidade de determinar a idade de estrelas antigas

Imagem, gerada por inteligência artififical, de uma estrela supergigante vermelha. Uma equipa internacional realizou um teste cósmico único para medir a massa de uma estrela antiga que os ajudará a aprender mais sobre a história da nossa Galáxia. A equipa utilizou dois métodos completamente diferentes para analisar a estrela e …

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Alguns pares estelares “explosivos” são formados com a ajuda de uma terceira estrela

Quando as anãs brancas - os remanescentes quentes de estrelas como o nosso Sol - são orbitadas de perto por outra estrela, por vezes roubam massa à sua companheira. A matéria roubada acumula-se na superfície da anã branca, desencadeando erupções chamadas "novas".

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Dupla detonação: nova imagem mostra os remanescentes de uma estrela destruída por um par de explosões

Pela primeira vez, os astrónomos obtiveram evidências visuais de que uma estrela encontrou o seu fim ao detonar duas vezes. Ao estudarem os remanescentes com centenas de anos da supernova SNR 0509-67.5, com o auxílio do VLT (Very Large Telescope) do ESO, os cientistas encontraram padrões que confirmam que a estrela que lhe deu origem sofreu um par de explosões.

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Os planetas semelhantes à Terra são especialmente comuns em torno de estrelas de baixa massa

De acordo com os mais recentes estudos realizados por astrónomos da Universidade de Heidelberg, as estrelas de baixa massa albergam frequentemente planetas semelhantes à Terra. Na base desta descoberta estão os dados recolhidos no âmbito do projeto CARMENES. Com a sua análise, uma equipa de investigação internacional conseguiu identificar quatro novos exoplanetas e determinar as suas propriedades.

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Uma nova abordagem na exploração de surtos estelares resolveu um mistério com décadas

Há muito que os investigadores procuram compreender o intenso comportamento das coroas das "anãs vermelhas" jovens. As erupções massivas de plasma altamente magnetizado, designadas por ejeções de massa coronal (EMCs), constituem um grande perigo para o clima espacial, uma vez que podem corroer atmosferas planetárias ou desencadear reações químicas nocivas que podem desestabilizar biomoléculas.

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