Estrelas e Ciência Estelar

As estrelas sempre estiveram no coração da Astronomia. Usamos telescópios para observar gás e formação de estrelas, ficamos deslumbrados com a explosão de estrelas velhas e sua transformação em supernovas. Notícias sobre as mais recentes descobertas no nosso estudo das estrelas.

Hubble revela o maior e mais caótico berçário de planetas já encontrado

Com o Telescópio Espacial Hubble, astrónomos obtiveram imagens do maior disco protoplanetário alguma vez observado em torno de uma estrela jovem. Pela primeira vez em luz visível, o Hubble revelou que o disco é inesperadamente caótico e turbulento, com filamentos de material que se estendem muito mais acima e abaixo do disco do que os astrónomos viram em qualquer sistema semelhante.

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Hubble vê, pela primeira vez, colisões de asteroides numa estrela próxima

Tal como uns carrinhos de choque cósmicos, os cientistas pensam que os primeiros tempos do nosso Sistema Solar foram uma época de violenta desordem, com planetesimais, asteroides e cometas a chocarem entre si e a bombardearem a Terra, a Lua e os outros planetas interiores com detritos. Agora, num marco histórico, o Telescópio Espacial Hubble captou diretamente imagens de colisões catastróficas semelhantes num sistema planetário próximo em torno de outra estrela, Fomalhaut.

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Webb observa um planeta cuja composição desafia todas as explicações

Cientistas, utilizando o Telescópio Espacial James Webb da NASA, observaram um tipo raro de exoplaneta, ou planeta para lá do nosso Sistema Solar, cuja composição atmosférica desafia a nossa compreensão de como foi formado. Oficialmente designado PSR J2322-2650b, este objeto de massa semelhante à de Júpiter parece ter uma atmosfera exótica, dominada por hélio e carbono, diferente de qualquer outra já observada.

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A primeira deteção, via rádio, de um tipo raro de supernova

Os astrónomos utilizaram o VLA (Very Large Array) da NSF (National Science Foundation) dos EUA para fazer uma descoberta sem precedentes, captando os primeiros sinais de rádio de uma classe rara de explosão estelar conhecida como supernova do Tipo Ibn. Este feito revela uma nova visão sobre os momentos finais da vida de estrelas massivas e proporciona um raro vislumbre dos últimos anos de uma estrela, anteriormente ocultos.

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Astrónomos encontram a primeira evidência direta de “estrelas monstruosas” na aurora cósmica

Há duas décadas que os astrónomos se interrogam sobre como é que os buracos negros supermassivos, que são alguns dos objetos mais brilhantes do Universo, podem existir menos de mil milhões de anos após o Big Bang. As estrelas normais simplesmente não conseguiriam criar buracos negros tão massivos com a rapidez necessária.

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Medindo o cloro e o potássio no remanescente de uma supernova

"Porque é que estamos aqui?" é a questão mais fundamental e persistente da humanidade. Traçar as origens dos elementos é uma tentativa direta de responder a esta questão ao seu nível mais profundo. Sabemos que muitos elementos são criados no interior de estrelas e supernovas, que depois os lançam no Universo, mas a origem de alguns elementos-chave tem permanecido um mistério."

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Astrónomos observam a explosão de estrelas em tempo real

Os astrónomos captaram imagens detalhadas e sem precedentes de duas explosões estelares - conhecidas como novas - poucos dias após a sua erupção. A descoberta fornece evidências diretas de que estas explosões são mais complexas do que se pensava, com múltiplos fluxos de material e, em alguns casos, atrasos dramáticos no processo de ejeção.

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Estudo identifica 400 enxames binários na Via Láctea

As estrelas formam-se normalmente em enxames, enxames estes que também se podem formar aos pares ou em grupos. Os enxames binários são definidos como pares de enxames abertos estreitamente associados tanto em termos de posição como de cinemática. Fornecem informações sobre o modo como as estrelas se formam dentro de nuvens moleculares gigantes, tornando-os indicadores importantes da formação estelar e da evolução dos enxames.

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Cientistas observam, pela primeira vez, a região mais interior de um “polar intermédio”

A cerca de 200 anos-luz da Terra, o núcleo de uma estrela morta está, como que numa dança cósmica macabra, a girar à volta de uma estrela maior. A estrela morta é um tipo de anã branca que exerce um poderoso campo magnético à medida que puxa o material da estrela maior para um rodopiante disco de acreção. O par em espiral é o que se chama um "polar intermédio" - um tipo de sistema estelar que emite um padrão complexo de radiação intensa, incluindo raios X, à medida que o gás da estrela maior cai sobre a outra.

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