Observações do ALMA revelaram, pela primeira vez no espaço, metanol totalmente deuterado, uma forma rara da molécula, em torno da jovem protoestrela IRAS 4A2, a cerca de 1000 anos-luz. O levantamento também encontrou masers de metanol em mais de metade das protoestrelas estudadas, revelando uma química inesperadamente rica nos ambientes onde nascem estrelas e planetas.
Ler Mais »A primeira imagem completa de formação planetária em ação
Observações do radiotelescópio ALMA revelaram, pela primeira vez, o gás a interagir diretamente com um planeta em formação. À volta do gigante gasoso WISPIT 2b, cinco vezes mais massivo do que Júpiter, os astrónomos observaram um vórtice previsto pelas simulações. O resultado fornece uma imagem inédita de um planeta em formação.
Ler Mais »Recém-descoberto planeta “bebé” bate o recorde de mundo mais jovem conhecido
Astrónomos confirmaram Elias 2-24 b, o planeta mais jovem conhecido, com menos de 1 milhão de anos. Com uma massa semelhante à de Júpiter, ainda está a formar-se no disco de gás e poeira da sua estrela, a cerca de 450 anos-luz. A descoberta permite observar diretamente as primeiras fases da formação planetária.
Ler Mais »ALMA observa a formação de um sistema binário massivo em tempo real
O ALMA acompanhou durante quase oito anos duas estrelas massivas ainda em formação no sistema IRAS 07299−1651. As estrelas seguem uma órbita muito excêntrica e possuem discos de gás fortemente desalinhados, sugerindo que se formaram separadamente e que só depois se juntaram num encontro gravitacional, em vez de nascerem do mesmo disco.
Ler Mais »Uma corrente cósmica de gás alimenta GW Orionis
Observações do radiotelescópio ALMA revelaram um enorme fluxo de gás, com cerca de 0,2 anos-luz, a alimentar o jovem sistema estelar triplo GW Orionis. O fluxo parece estar a inclinar o disco onde se formam os planetas, mostrando que estes sistemas podem ser moldados por correntes turbulentas de matéria e não evoluir de forma ordenada.
Ler Mais »A descoberta de “combustível” no amanhecer cósmico revela segredos do crescimento inicial das galáxias
Astrónomos usaram o VLA (Very Large Array) e o ALMA para descobrir um enorme reservatório de gás molecular frio na galáxia REBELS-25, observada apenas 700 milhões de anos após o Big Bang. A descoberta mostra que algumas galáxias primitivas já possuíam matéria-prima suficiente para crescer rapidamente e atingir grandes dimensões muito cedo na história do Universo.
Ler Mais »ALMA finalmente apanha o buraco negro da Via Láctea a “respirar”
Astrónomos utilizaram o observatório ALMA para obter o mapa mais detalhado de sempre do gás frio em torno de Sagitário A*, o buraco negro supermassivo no centro da Via Láctea. Descobriram finalmente evidências diretas de um vento quente emitido pelo buraco negro, que escavou uma enorme cavidade cónica no gás circundante. A descoberta resolve um mistério com mais de 50 anos e mostra como mesmo um buraco negro relativamente calmo continua a influenciar o ambiente à sua volta.
Ler Mais »“Pesando” planetas recém-formados através das suas “impressões digitais” de poeira
Astrónomos da Universidade de Warwick desenvolveram um método para estimar a massa de planetas recém-formados através dos anéis de poeira que os rodeiam. Ao analisar a posição e o brilho desses anéis, conseguem inferir a presença e o tamanho de planetas ainda invisíveis aos telescópios, abrindo novas possibilidades para estudar a formação de sistemas planetários.
Ler Mais »O cometa 3I/ATLAS foi formado num ambiente muito mais frio do que o do Sistema Solar
Observações do radiotelescópio ALMA revelaram que o cometa interestelar 3I/ATLAS contém níveis muito elevados de água "semipesada" (com deutério), cerca de 30 vezes superiores aos dos cometas do Sistema Solar. Isto indica que se formou num ambiente extremamente frio, muito diferente do nosso, oferecendo pistas sobre a diversidade de sistemas planetários na Galáxia.
Ler Mais »A maioria dos pares de estrelas nascem como gémeas cósmicas
Um estudo com observações ALMA de estrelas muito jovens indica que a maioria dos pares próximos de estrelas nasce junta no mesmo disco de gás e poeira, em vez de se formar separadamente e aproximar-se depois. Estas "gémeas cósmicas" resultam da fragmentação do disco e ajudam a explicar a formação de sistemas planetários.
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