Observações do radiotelescópio ALMA revelaram que o cometa interestelar 3I/ATLAS contém níveis muito elevados de água "semipesada" (com deutério), cerca de 30 vezes superiores aos dos cometas do Sistema Solar. Isto indica que se formou num ambiente extremamente frio, muito diferente do nosso, oferecendo pistas sobre a diversidade de sistemas planetários na Galáxia.
Ler Mais »A maioria dos pares de estrelas nascem como gémeas cósmicas
Um estudo com observações ALMA de estrelas muito jovens indica que a maioria dos pares próximos de estrelas nasce junta no mesmo disco de gás e poeira, em vez de se formar separadamente e aproximar-se depois. Estas "gémeas cósmicas" resultam da fragmentação do disco e ajudam a explicar a formação de sistemas planetários.
Ler Mais »ALMA deteta uma grande abundância de álcool no cometa interestelar 3I/ATLAS
Recorrendo ao ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array), os cientistas estudaram o cometa interestelar 3I/ATLAS, detetando quantidades invulgarmente altas de metanol na sua cabeleira. A proporção entre metanol e cianeto de hidrogénio é muito superior à observada em cometas do Sistema Solar, sugerindo que o objeto se formou sob condições químicas diferentes noutro sistema planetário e oferecendo uma rara “impressão digital” da sua origem.
Ler Mais »Um trilião para um: estrelas gigantes, poeira minúscula
Astrónomos, usando o ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array e o JWST (James Webb Space Telescope), descobriram que algumas das estrelas mais massivas da Via Láctea produzem partículas de poeira de carbono extremamente pequenas - apenas alguns nanómetros de tamanho - no sistema binário WR 112. A diferença entre o tamanho da estrela e o da poeira é cerca de um trilião para um, oferecendo novas pistas sobre o ciclo da poeira cósmica.
Ler Mais »Os astrónomos podem ter acabado de encontrar um dos elos que faltavam na evolução das galáxias
Uma equipa de 48 astrónomos de 14 países, liderada pela Universidade de Massachusetts Amherst, descobriu uma população de galáxias empoeiradas e formadoras de estrelas que se formaram apenas mil milhões de anos após o Big Bang. Estas galáxias podem representar um “elo perdido” na evolução galáctica, ligando tipos diferentes e desafiando modelos atuais do Universo.
Ler Mais »ALMA revela a adolescência de novos mundos
Um novo levantamento ALMA captou as imagens mais nítidas de 24 discos de detritos em torno de outras estrelas, equivalentes à “adolescência” dos sistemas planetários. Estes discos mostram estruturas complexas, como múltiplos anéis, halos e arcos assimétricos, revelando uma fase turbulenta de colisões e migrações planetárias que ajuda a reconstruir a história violenta, e possivelmente comum, que também o Sistema Solar terá vivido.
Ler Mais »ALMA e VLA revelam a história do nascimento de estrelas num deslumbrante jato cósmico
Uma equipa internacional de astrónomos descobriu a evidência mais inequívoca de que os poderosos jatos lançados por estrelas recém-nascidas registam de forma fiável os mais violentos episódios de crescimento de uma estrela, confirmando um modelo de longa data sobre a forma como estes jatos se propagam através do seu ambiente.
Ler Mais »Os buracos negros supermassivos podem ser “comedores exigentes”
Os buracos negros são famosos por devorarem tudo o que lhes aparece à frente. No entanto, astrónomos recorrendo ao ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array) descobriram que mesmo os buracos negros supermassivos podem ser comedores exigentes, o que pode ter um impacto significativo no seu crescimento.
Ler Mais »O que é que está a alimentar estes misteriosos e brilhantes clarões azuis? Os astrónomos encontraram uma pista
Entre os fenómenos cósmicos mais intrigantes descobertos nas últimas décadas encontram-se breves e muito brilhantes clarões de luz azul e ultravioleta que desvanecem gradualmente, deixando para trás ténues emissões de raios X e rádio. Com pouco mais de uma dúzia de surtos descobertos até agora, os astrónomos têm debatido se estes são produzidos por um tipo invulgar de supernova ou por gás interestelar que cai num buraco negro. A análise do surto mais brilhante até à data, descoberto no ano passado, mostra que não se trata de nenhuma destas situações.
Ler Mais »Sinais de rádio de um buraco negro a destruir uma estrela
Uma equipa internacional de astrónomos descobriu o primeiro evento de perturbação de marés que ocorre fora do centro de uma galáxia, utilizando o VLA e o ALMA, juntamente com vários telescópios parceiros. O evento, designado AT2024tvd, revelou os sinais de rádio de evolução mais rápida alguma vez observados neste tipo de catástrofe cósmica.
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